Mato Grosso

Mais de 150 ganhadores do Nota MT ainda não informaram dados bancários e podem perder o prêmio

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A Secretaria de Fazenda (Sefaz) alerta os sorteados do Programa Nota MT, referentes ao concurso Mensal Junho 2025, que ainda não informaram ou informaram errado seus dados bancários no cadastro. Ao todo, 157 premiados precisam atualizar as informações até o dia 27 de outubro para garantir o recebimento do valor. O valor acumulado é de R$ 78,5 mil.

Para inserir os dados, o cidadão deve acessar o cadastro no aplicativo ou no portal do Nota MT e preencher corretamente as informações bancárias.

O pagamento das premiações é efetuado em até 90 dias após a confirmação da regularidade do sorteado e a homologação do resultado pela Controladoria Geral do Estado (CGE), conforme determina a legislação.

Em regra, o primeiro lote de pagamento ocorre no mês seguinte ao sorteio, para os participantes que estão com o cadastro regular. No entanto, alguns pagamentos podem não ser efetivados devido a erros nos dados bancários ou pendências cadastrais. Nesses casos, o participante é notificado para corrigir as informações e só após a regularização o pagamento é realizado.

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Para receber o valor, é necessário possuir Certidão Negativa de Débitos (CND) ou Certidão Positiva com Efeitos de Negativa (CPEND) e estar com os dados bancários corretos no sistema. Caso o sorteado tenha alguma pendência financeira com o Estado, ele terá até 90 dias para regularizar a situação.

Conforme prevê a legislação, caso o cidadão não regularize o cadastro dentro dos prazos estabelecidos, o valor do prêmio é cancelado e retorna para o caixa do Estado.

Em caso de dúvidas, o participante pode entrar em contato pelo canal “Envie uma mensagem”, disponível no site do Nota MT, pelo telefone (65) 3617-2704, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h, ou pelo webchat disponível no site da secretaria.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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