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Mapa entrega máquinas agrícolas para 33 municípios do Piauí

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Trinta e três municípios do Piauí foram beneficiados nesta segunda-feira (11), com a entrega, pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), por meio da Superintendência de Agricultura e Pecuária (SFA-PI), de tratores agrícolas e retroescavadeiras. A ação foi mais uma etapa do Programa Nacional de Modernização e Apoio à Produção Agrícola (Promaq), que vem mudando a vida de milhares de produtores rurais em todas as regiões do País. A solenidade aconteceu no Parque de Exposições Dirceu Arcoverde, em Teresina.

Os municípios beneficiados foram: Amarante, Buriti dos Lopes, Luís Correia, Monsenhor Hipólito, Pedro II, Santo Antônio de Lisboa, Simplício Mendes, Aroeiras do Itaim, Assunção do Piauí, Avelino Lopes, Campinas do Piauí, Coronel José Dias, Curral Novo, Curimatá, Dirceu Arcoverde, Elesbão Veloso, Francisco Ayres, Inhuma, Lagoa de São Francisco, Matias Olímpio, Miguel Leão, Milton Brandão, Paquetá, Pio IX, redenção do Gurguéia, Ribeira do Piauí, Santa Luz, Santo Antônio dos Milagres, São Francisco de Assis, São João da Canabrava, São Luís do Piauí, Sigefredo Pacheco, e Valença do Piauí.

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A largada do Promaq no Piauí foi dada em julho último, com a entrega, também em Teresina, de um trator e duas retroescavadeiras para os municípios de Francisco Santo, Água Branca e Conceição do Canindé. As máquinas foram adquiridas com recursos de emenda parlamentar.

Participaram da solenidade o assessor especial do Mapa, Eduardo Meneses, representando o ministro Carlos Fávaro; o superintendente da (SFA-PI), Alysson Pêgo; o senador Marcelo Castro, que destinou recursos para a compra do maquinário via emenda parlamentar; o secretário do Agronegócio e Empreendedorismo Rural do Piauí, Fábio Xavier; deputados federais, estaduais, vereadores, diretores de órgãos federais e estaduais e membros de entidades do setor agropecuário do Estado.

Alcançando hoje vários municípios, o Promaq trabalha para modernizar o setor agropecuário, com foco na mecanização agrícola; aumento da produtividade rural e redução de custos de produção; sustentabilidade e qualidade de vida no meio rural; redução das desigualdades regionais, levando infraestrutura a áreas menos assistidas.

Informações à imprensa
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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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Gergelim: o novo trunfo do produtor mato-grossense para garantir o lucro

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Mato Grosso, tradicionalmente reconhecido pela hegemonia na produção de soja e milho, diversificou sua matriz produtiva e consolidou o gergelim como uma cultura estratégica para o desenvolvimento econômico estadual. Com uma participação de 73% na produção nacional, o estado deixou de ser um produtor de nicho para se tornar o principal fornecedor do mercado brasileiro, com reflexos diretos na balança comercial.

Dados comparativos entre as safras 2018/19 e a projeção para 2025/26 revelam a velocidade da expansão: a produção estadual cresceu 465%, enquanto a área cultivada avançou 588%. Esse movimento é resultado da adaptação da oleaginosa à janela da safrinha, período em que o gergelim demonstra maior resiliência a condições climáticas adversas em comparação a outras culturas, garantindo estabilidade produtiva.

A escala alcançada por Mato Grosso permitiu a conquista de mercados externos exigentes. Entre 2020 e 2025, o volume de exportações de gergelim teve alta de 600%. A demanda é sustentada principalmente pela China e pela Índia, países que utilizam o grão tanto para o consumo in natura quanto para a extração de óleo e processamento industrial.

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Para o produtor rural, a adoção do gergelim atua como um mecanismo de proteção de receita. A cultura oferece uma alternativa de fluxo de caixa que reduz a dependência exclusiva das oscilações de preços internacionais da soja e do milho, permitindo a manutenção da rentabilidade mesmo em ciclos de retração das commodities principais.

O próximo estágio do setor, segundo analistas, é a elevação do valor agregado. Embora o estado domine o volume exportado, o desafio atual é a industrialização. A transformação do grão em derivados, como óleo e farelos, dentro de Mato Grosso, é vista como o passo necessário para maximizar a captura de margens na cadeia produtiva e encerrar a dependência da exportação da matéria-prima bruta.

Fonte: Pensar Agro

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