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Mapa participa pela primeira vez da Agro & Poultry Africa 2026 e abre agenda de promoção comercial internacional de 2026 na Tanzânia

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Como primeira ação de promoção comercial internacional de 2026, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) participou, pela 1ª vez, da Agro & Poultry Africa 2026, realizada de 29 a 31 de janeiro, na Tanzânia. Em Dar es Salaam, no Diamond Jubilee Hall, a feira reuniu expositores e compradores de áreas como agricultura e insumos, aquicultura, laticínios, irrigação, aves e carnes, pecuária e máquinas.

No stand Brasil, quatro empresas brasileiras integraram a ação coordenada pelo Mapa para apresentar produtos e prospectar contatos com importadores, distribuidores e parceiros locais. A iniciativa buscou ampliar a presença do agronegócio brasileiro em mercados africanos e fortalecer a interlocução com atores estratégicos do setor na região.

Ações de promoção comercial como essa são parte do esforço de diversificação de destinos e de apoio à inserção internacional do agro brasileiro. Ao reunir, em um mesmo ambiente, potenciais compradores, fornecedores e autoridades setoriais, as feiras e missões permitem acelerar a identificação de oportunidades, aproximar empresas de canais de distribuição e criar condições para novas parcerias, especialmente em mercados com demanda crescente por alimentos, insumos e tecnologia.

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Com a participação, o Mapa dá sequência à agenda de conexão do Brasil com mercados internacionais por meio da promoção comercial, contribuindo para a ampliação de negócios e para a construção de relacionamento com parceiros no continente africano.

Saiba mais sobre feiras e eventos internacionais aqui.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

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O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

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Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

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Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

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