Política Nacional

Marcos Pontes celebra inclusão de Ayrton Senna no Livro dos Heróis da Pátria

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Em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (8), o senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) comemorou a sanção da Lei 15.447, de 2026, que inscreve o ex-piloto de Fórmula 1 Ayrton Senna no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria. Ponte foi o autor do projeto que deu origem à lei: o PL 786/2024.

— Eu fiquei extremamente feliz, não só pelo que ele representava como atleta, mas também, principalmente, pelo que ele representava como exemplo para as pessoas deste país: exemplo de patriotismo, de determinação, de luta por aquilo em que acreditava — declarou o senador.

No mesmo discurso, Pontes criticou o gesto obsceno feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na última sexta-feira (3), durante evento oficial no Palácio do Planalto. O presidente fez o gesto ao afirmar que “Nós vamos acabar com essa história de que o pobre não gosta de coisa boa. Aqui para eles [Lula mostrou o dedo do meio]. Nós gostamos de coisa boa. Nós queremos é tudo de primeira”.

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Para o senador, a atitude não condiz com a responsabilidade institucional do cargo e transmite uma mensagem inadequada à sociedade.

— Isso não é autenticidade, isso não é linguagem do povo, vamos dizer assim. Isso é uma degradação da mais alta função pública do nosso país (…). Nada justifica um presidente da República fazer um gesto obsceno em uma cerimônia oficial no Palácio do Planalto. A liturgia do cargo não é enfeite — disse Pontes.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Política Nacional

Em sessão especial, representantes da maçonaria destacam papel da instituição

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Em sessão especial nesta sexta-feira (28) em homenagem ao Dia do Maçom, comemorado anualmente em 20 de agosto, representantes de organizações maçônicas de vários estados brasileiros lembraram o papel da instituição na história do país e defenderam a aproximação entre as diversas vertentes da maçonaria.

O dia 20 de agosto refere-se à fundação do Grande Oriente do Brasil (GOB), com a fusão das lojas Esperança, Comércio e Artes, União e Tranquilidade, no Rio de Janeiro, em 1822. Naquela ocasião, o maçom Joaquim Gonçalves Ledo defendeu a urgência da independência do Brasil, proclamada por Dom Pedro I semanas depois.

— A comemoração do dia de hoje se dá principalmente por ter sido a Proclamação da Independência o resultado incansável do trabalho de maçons que iniciaram um movimento liberal – afirmou o senador Izalci Lucas (PL-DF), um dos autores do requerimento para a realização da sessão.

Entidades maçônicas

Participaram da sessão lideranças das diferentes vertentes da maçonaria no Brasil, como o Grande Oriente do Brasil, a Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil (CMSB) e a Confederação Maçônica do Brasil (Comab). Secretário-geral da CMSB, Armando Assumpção defendeu um fortalecimento da relação entre as três, ressalvando que cada uma tem plena autonomia e sua própria história e estrutura.

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O grão-mestre geral do GOB, Ademir Cândido da Silva, destacou o papel histórico da maçonaria.

— Há instituições que atravessam a história, e há instituições que ajudam a história a encontrar o seu caminho – afirmou.

Secretário-geral da Comab, Cassiano Moreno afirmou que a maçonaria atual deve “honrar o legado” das gerações anteriores, atuando em um Brasil “cheio de desafios, que ainda convive com desigualdades, violência, intolerância, corrupção, pobreza e a dificuldade de convivermos com quem pensa diferente de nós”.

Adalberto Alízio Eyng, grão-mestre geral adjunto do GOB, afirmou que ser maçom é “ser amante da virtude, da sabedoria e da justiça, é estender a mão a quem sofre, é ser voz diante da injustiça, cultivar a harmonia das famílias e, em especial, promover a concórdia entre os homens”. Presidente da CMSB e grão-mestre da Grande Loja Maçônica do Distrito Federal, Cassiano Teixeira de Morais saudou a união dos representantes da maçonaria brasileira e disse que a instituição está associada não só a grandes transformações sociais, mas também individuais.

O requerimento para a realização da sessão foi assinado também pelos senadores Confúcio Moura (MDB-RO), Hamilton Mourão (Republicanos-RS) e Lucas Barreto (PSD-AP) e pelas senadoras Damares Alves (Republicanos-DF) e Professora Dorinha Seabra (União-TO).

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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