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Marina Silva, Anote Tong, and the presidency of COP30 to hold a press conference on the Oceania Dialogue of the Global Ethical Stocktake

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On September 15th, at 1:30 p.m. (local time), the minister of the Environment and Climate Change of Brazil, Marina Silva; former President of Kiribati, Anote Tong; and CEO of COP30, Ana Toni, will hold a press conference to present the outcomes of the Oceania Dialogue of the Global Ethical Stocktake (GES). The event will take place at the Greenhouse Tech Hub in Sydney, Australia.

As one of the key mobilization pillars of COP30, the Global Ethical Stocktake brings a moral lens to the urgent climate actions humanity must undertake in alignment with science and the Paris Agreement goal of limiting global temperature rise to 1.5°C above pre-industrial levels.

Inspired by the Paris Agreement’s Global Stocktake, the GES seeks to reflect on the progress made so far, identify the path forward, and foster the behavioral and collective transformations required for a shared ethical commitment to implementing existing technical solutions.

The GES unfolds through a series of six Regional Dialogues that will be held across continents until October. Four of them have already happened: Europe (in London, UK), South and Central America and the Caribbean (in Bogota, Colombia), Asia (in New Delhi, India) and Africa (in Addis Ababa, Ethiopia).

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Each region has a co-leader responsible for promoting and coordinating the principles, objectives, and implementation of the GES. In Oceania, this role is held by Anote Tong.

Other co-leaders include the former President of Ireland, Mary Robinson (Europe), the former President of Chile, Michelle Bachelet (South and Central America and the Caribbean), the Nobel Peace Prize laureate Kailash Satyarthi (Asia), managing director for Africa & Global Partnerships at the World Resources Institute (WRI), Wanjira Mathai (Africa), and the U.S. activist and founder of the Center for Earth Ethics, Karenna Gore (North America).

Led by Brazilian President Luiz Inácio Lula da Silva and UN Secretary-General António Guterres, the GES will produce six regional reports and a synthesis report to be presented at the Pre-COP in Brasília this October. These documents will be submitted to the COP30 Presidency to help inform decision-making processes and guide heads of state and climate negotiators.

In addition to the Regional Dialogues, the GES is supported by Self-Organized Dialogues led by civil society organizations and national and subnational governments, all following the same methodology and guiding principles.

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EVENT DETAILS:

Marina Silva, Anote Tong, and the presidency of COP30 to hold a press conference on the Oceania Dialogue of the Global Ethical Stocktake

Spokespersons:

  • Marina Silva, minister of the Environment and Climate Change of Brazil;

  • Anote Tong, co-leader of the Oceania Regional Dialogue and former president of Kiribati;

  • Ana Toni, CEO of COP30.

🗓️ Date:  September 15th
Time: 1:30 p.m. (local time)
📍 Location:  Greenhouse Tech Hub – Telford room. Level 3, Salesforce Tower, 180 George St, Sydney – NSW

Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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Carne suína: percepção de oferta confortável pressiona preços e trava mercado no Brasil

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O mercado brasileiro de carne suína registrou uma semana de comportamento misto entre o quilo vivo e os cortes negociados no atacado. A pressão predominante veio da percepção de que a oferta de animais segue confortável, fator que limita reajustes e mantém o setor em ritmo lento de negociações.

Segundo o analista da Safras & Mercado, Allan Maia, a indústria adotou uma postura mais reticente nas compras do suíno vivo em Minas Gerais ao longo da semana. O movimento reflete a percepção de equilíbrio — ou até excesso — na oferta disponível, o que reduz o poder de barganha dos produtores.

Ao mesmo tempo, os frigoríficos monitoram o escoamento da carne suína no mercado interno, que apresenta leve melhora, mas ainda sem força suficiente para sustentar altas mais consistentes nos preços.

Consumo pode ganhar tração na primeira quinzena de julho

De acordo com Maia, as expectativas do setor se concentram na primeira metade de julho, período tradicionalmente associado ao aumento da circulação de renda com o pagamento de salários.

Além disso, o avanço do inverno em diversas regiões do país tende a favorecer o consumo de proteínas, especialmente carnes de preparo doméstico. Outro fator de atenção é a competitividade da carne suína frente à bovina, o que pode ampliar a demanda no varejo.

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No cenário externo, as exportações seguem como principal variável positiva para o setor em 2026, funcionando como importante amortecedor para o mercado interno.

Preços do suíno vivo recuam na média nacional

Levantamento da Safras & Mercado apontou que a média do quilo do suíno vivo no Brasil recuou de R$ 5,34 para R$ 5,28 ao longo da semana.

No atacado, a média dos cortes de carcaça ficou em R$ 8,89, enquanto o pernil foi negociado a R$ 11,18.

Cotações variam entre estabilidade e ajustes regionais

No mercado paulista, a arroba suína subiu de R$ 101,00 para R$ 102,00, indicando leve reação pontual.

Em outras regiões, o comportamento foi mais heterogêneo:

  • No Rio Grande do Sul, o quilo vivo na integração caiu de R$ 5,55 para R$ 5,15, enquanto no interior avançou de R$ 5,10 para R$ 5,15
  • Em Santa Catarina, a integração recuou de R$ 5,55 para R$ 5,15, enquanto o interior subiu de R$ 5,05 para R$ 5,10
  • No Paraná, o mercado livre avançou de R$ 4,90 para R$ 5,00, e a integração manteve R$ 5,60
  • Em Mato Grosso do Sul, Campo Grande ficou estável em R$ 5,10, enquanto a integração recuou de R$ 5,55 para R$ 5,15
  • Em Goiás, os preços subiram de R$ 5,40 para R$ 5,50
  • Em Minas Gerais, o interior caiu de R$ 6,00 para R$ 5,90, enquanto o mercado independente ficou estável em R$ 6,10
  • Em Mato Grosso, Rondonópolis manteve R$ 5,50, enquanto a integração recuou de R$ 5,55 para R$ 5,15
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O cenário geral reforça um mercado fragmentado, com variações pontuais e ausência de tendência única.

Exportações seguem em queda no comparativo anual

As exportações brasileiras de carne suína in natura somaram US$ 212,827 milhões em junho, considerando 14 dias úteis, com média diária de US$ 15,202 milhões.

O volume embarcado atingiu 84,663 mil toneladas, com média diária de 6,047 mil toneladas, enquanto o preço médio ficou em US$ 2.513,8 por tonelada.

Na comparação com junho de 2025, houve:

  • queda de 5,2% no valor médio diário
  • recuo de 1% na quantidade média diária
  • redução de 4,3% no preço médio

Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e reforçam um cenário de leve perda de ritmo nas exportações, apesar de o setor seguir relevante para o equilíbrio da cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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