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Marina Silva e João Paulo Capobianco destacam avanços da agenda ambiental durante gestão no MMA e anunciam como se dará transição

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Em entrevista coletiva nesta quarta-feira (1/4) às 14h, a ministra Marina Silva e o secretário-executivo João Paulo Capobianco, do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), destacam os avanços da agenda ambiental e climática obtidos pela gestão desde o início do governo de Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro de 2023. Também anunciam o novo ciclo da pasta, que terá Capobianco como ministro, garantindo a continuidade das políticas adotadas nos últimos anos. 

Entre os resultados alcançados, estão a reconstrução e fortalecimento institucional do MMA, com aumento de 120% no orçamento em comparação a 2022; a redução de 50% do desmatamento na Amazônia e de 32% no Cerrado desde 2022; a mobilização de R$ 190 bilhões para impulsionar a transformação ecológica; a criação e ampliação de 16 novas Unidades de Conservação federais; e a elaboração do Plano Clima, que traça o caminho para que o país enfrente a crise climática até 2035, com foco em promover a justiça climática.

CREDENCIAMENTO – Os profissionais de imprensa que desejam fazer a cobertura do evento devem realizar o credenciamento pelo link.

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SERVIÇO:

Marina Silva e João Paulo Capobianco destacam avanços da agenda ambiental durante gestão no MMA e anunciam como se dará transição

🗓️ Data: 1º de abril de 2026, quarta-feira
⏰ Horário: 14h
📍 Local: Auditório Ipê Amarelo no MMA – Bloco B da Esplanada dos Ministérios – Brasília (DF)
🎥Transmissão: Acesse aqui.

Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
[email protected]
(61) 2028-1227/1051
Acesse o Flickr do MMA

Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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Gergelim: o novo trunfo do produtor mato-grossense para garantir o lucro

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Mato Grosso, tradicionalmente reconhecido pela hegemonia na produção de soja e milho, diversificou sua matriz produtiva e consolidou o gergelim como uma cultura estratégica para o desenvolvimento econômico estadual. Com uma participação de 73% na produção nacional, o estado deixou de ser um produtor de nicho para se tornar o principal fornecedor do mercado brasileiro, com reflexos diretos na balança comercial.

Dados comparativos entre as safras 2018/19 e a projeção para 2025/26 revelam a velocidade da expansão: a produção estadual cresceu 465%, enquanto a área cultivada avançou 588%. Esse movimento é resultado da adaptação da oleaginosa à janela da safrinha, período em que o gergelim demonstra maior resiliência a condições climáticas adversas em comparação a outras culturas, garantindo estabilidade produtiva.

A escala alcançada por Mato Grosso permitiu a conquista de mercados externos exigentes. Entre 2020 e 2025, o volume de exportações de gergelim teve alta de 600%. A demanda é sustentada principalmente pela China e pela Índia, países que utilizam o grão tanto para o consumo in natura quanto para a extração de óleo e processamento industrial.

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Para o produtor rural, a adoção do gergelim atua como um mecanismo de proteção de receita. A cultura oferece uma alternativa de fluxo de caixa que reduz a dependência exclusiva das oscilações de preços internacionais da soja e do milho, permitindo a manutenção da rentabilidade mesmo em ciclos de retração das commodities principais.

O próximo estágio do setor, segundo analistas, é a elevação do valor agregado. Embora o estado domine o volume exportado, o desafio atual é a industrialização. A transformação do grão em derivados, como óleo e farelos, dentro de Mato Grosso, é vista como o passo necessário para maximizar a captura de margens na cadeia produtiva e encerrar a dependência da exportação da matéria-prima bruta.

Fonte: Pensar Agro

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