Mato Grosso

Mato Grosso discute fortalecimento do sistema de defesa civil em encontro nacional

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Mato Grosso participou, nos dias 28 e 29 de abril, do encontro do Conselho Nacional de Gestores de Proteção e Defesa Civil, que reuniu representantes de todo o país para debater o fortalecimento das políticas públicas voltadas à gestão de riscos e desastres.

Durante a reunião, os estados receberam o Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil e discutiram estratégias para aprimorar a atuação integrada em todo o Brasil.

Um dos pontos abordados foi a necessidade de tornar o sistema cada vez mais preventivo, antecipando os riscos e adotando ações estruturadas para diminuir a atuação apenas reativa diante dos desastres.

“Precisamos sair de um modelo reativo e avançar para uma atuação cada vez mais preventiva, com planejamento, integração e antecipação dos riscos. Mato Grosso vem buscando adotar esse caminho, com o mapeamento de áreas de risco nos municípios, mas ainda é um desafio em todo o país”, destacou o secretário adjunto de Proteção e Defesa Civil do Estado, coronel BM Marcelo Reveles.

Outro tema discutido foi a elaboração do Plano Estadual de Proteção e Defesa Civil, que deverá identificar os cenários de risco e definir a atuação dos órgãos responsáveis, garantindo mais organização, rapidez e eficiência no atendimento à população em situações de emergência.

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As boas práticas desenvolvidas em Mato Grosso também foram discutidas durante troca de experiências entre os Estado e reconhecidas como referência nacional, especialmente no levantamento de áreas vulneráveis e o trabalho de enfrentamento aos incêndios florestais.

Para as temporadas de incêndio no Estado, a Defesa Civil estadual faz a locação de aeronaves agrícolas que são utilizadas de forma estratégica, em parceria com o Corpo de Bombeiros, para o combate ao fogo. A medida tem sido fundamental para ampliar a capacidade de resposta e mitigar os impactos ambientais e sociais durante o período mais crítico.

Mato Grosso também apresentou o trabalho de orientação e acompanhamento junto aos municípios durante o período de chuvas intensas.

“Foi um encontro bastante produtivo, uma oportunidade importante para aprender com outros estados e também mostrar o que Mato Grosso tem feito. Essa troca fortalece o trabalho de todos e melhora a resposta à população. Isso fortalece o trabalho de todos e nos permite evoluir de forma mais rápida na gestão de riscos e desastres”, finalizou o secretário.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Corpo de Bombeiros combate quatro incêndios florestais nesta terça-feira (13)

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combate, nesta terça-feira (13.10), quatro incêndios florestais registrados nos municípios de Água Boa, Nova Xavantina, Nossa Senhora do Livramento e Juruena.

Em todas as ocorrências, os bombeiros atuam de forma estratégica para conter o avanço das chamas, extinguir os incêndios, monitorar as áreas atingidas e proteger vidas, propriedades rurais e o meio ambiente.

As operações contam, conforme a necessidade de cada ocorrência, com o apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar. A atuação integrada das forças amplia a capacidade de resposta e fortalece o combate aos incêndios florestais em Mato Grosso.

Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 59 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 17h no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde). Desse total, 39 focos foram registrados na Amazônia, 18 focos no Cerrado, e dois focos no Pantanal.

Em Terras Indígenas, foram identificados seis focos de calor, sendo quatro focos na Terra Indigena Parque do Xingu, em Querência, e dois focos na Terra Indigena Parabubure, em Campinápolis.

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É importante destacar que um foco de calor, isoladamente, não caracteriza um incêndio florestal. O foco de calor é um indicativo de uma área com temperatura elevada, detectada por satélites, que pode ou não estar associada à ocorrência de fogo. Já um incêndio florestal, em geral, é identificado pelo conjunto de diversos focos de calor concentrados em uma mesma área. No caso das terras indígenas, o combate aos incêndios deve ser realizado por órgãos do Governo Federal, uma vez que o Estado não possui autorização para atuar.

Fiscalização – Operação Infravermelho

O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento do uso irregular do fogo no âmbito da Operação Infravermelho. Esse monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

Com o apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar, de forma antecipada, áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.

Incêndios extintos

Desde o início do período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros Militar já atuou na extinção de incêndios nos municípios de Água Boa, Araguaiana, Aripuanã, Barra do Garças, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cocalinho, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Juara, Lambari D’Oeste, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nova Bandeirantes, Nova Maringá, Nova Nazaré, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Poxoréu, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, União do Sul e Vila Rica.

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Proibição do uso do fogo

O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.

O uso irregular do fogo pode configurar crime ambiental e está sujeito às penalidades previstas em lei. Além de ser proibida, a prática representa riscos à segurança pública, à saúde da população e ao meio ambiente. Casos de uso irregular do fogo, inclusive em áreas urbanas, devem ser denunciados pelos números 193 (Corpo de Bombeiros Militar) ou 190 (Polícia Militar).

Fonte: Governo MT – MT

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