Mato Grosso

Mato Grosso é finalista de prêmio nacional de mobilidade urbana sustentável

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Com a implantação de ciclovias em rodovias estaduais de Mato Grosso, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) se tornou finalista do Prêmio Parque da Mobilidade Urbana, iniciativa que reconhece ações de promoção da mobilidade urbana sustentável, segura e inclusiva no Brasil.

Desde 2018, o Estado implantou 44,5 km de ciclovias ou ciclofaixas em rodovias estaduais, como nos perímetros urbanos das MTs 010 e 251, e na MT-402, que liga o distrito do Coxipó do Ouro. Uma ciclofaixa também foi implantada na MT-343, em Cáceres.

Segundo o secretário adjunto de Gestão e Planejamento Metropolitano da Sinfra-MT, Rafael Detoni, a implantação de ciclovias ou ciclofaixas nas rodovias estaduais está fundamentada no Plano Metropolitano de Mobilidade Sustentável.

“Os estudos realizados para elaboração do plano mostram uma crescente demanda e que a implantação das ciclovias impulsiona o Turismo Cicloviário. Segundo dados do aplicativo Strava, houve um aumento de 122% no número de viagens de bicicleta entre os anos de 2019 e 2022”, explica.

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A Sinfra também desenvolve outros projetos que incluem ciclovias ou ciclofaixas, como a ligação entre a Ponte de Ferro e o Coxipó do Ouro.

O Prêmio Parque da Mobilidade Urbana é o maior evento da América do Sul sobre transporte sustentável. A Sinfra-MT concorre na categoria “Iniciativas Públicas em Favor da Mobilidade Sustentável”, com as prefeituras de São Paulo, Sorocaba, São Caetano do Sul e os Correios.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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