Política MT

Max Russi elogia trabalho da CPI da Saúde e destaca importância da transparência sobre OSS

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O deputado Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa, elogiou a condução dos trabalhos da CPI da Saúde e a busca pela ampliação das investigações. Para o parlamentar, a atuação da comissão, presidida pelo deputado Wilson Santos (PSDB), é fundamental para garantir total transparência sobre o trabalho das Organizações Sociais (OSS) que administram os serviços de saúde em Mato Grosso, em especial em Cáceres e Alta Floresta.

Russi pontuou que o acompanhamento rigoroso dos contratos e da execução dos serviços pelas OSS é necessário para que o relatório final apresente respostas claras à população. Segundo ele, o trabalho está sendo acompanhado de perto pela sociedade e pela imprensa, o que reforça a responsabilidade dos parlamentares em entregar um diagnóstico preciso sobre a aplicação dos recursos públicos no setor.

O presidente da Casa destacou que o papel da Assembleia é garantir que os instrumentos de investigação cumpram sua obrigação da melhor forma possível. A expectativa é que o colegiado consiga tirar todas as dúvidas remanescentes sobre o modelo de gestão compartilhada e prestar contas de forma transparente aos mato-grossenses.

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“Toda investigação é importante e essa é uma prerrogativa essencial da Assembleia Legislativa. A comissão tem a obrigação de fazer o seu papel da melhor forma possível para que, ao final do prazo, apresente um relatório que mostre a realidade, esclareça os fatos sobre as OSS e tire as dúvidas da nossa população”, afirmou Max.

Fonte: ALMT – MT

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Política MT

Projeto contra hormonioterapia para redesignação sexual em menores é aprovado na ALMT

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em segunda votação, na sessão desta quarta-feira (13), o Projeto de Lei nº 1545/2023, de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que proíbe a realização de hormonioterapia para fins de redesignação sexual e procedimentos cirúrgicos de afirmação de gênero em crianças, adolescentes e demais pessoas consideradas incapazes no estado.

A proposta estabelece que os procedimentos só poderão ser realizados em pessoas maiores de 18 anos e legalmente capazes, conforme previsto no Código Civil Brasileiro.

Segundo Gilberto Cattani, o projeto tem como objetivo garantir proteção integral a menores de idade diante de procedimentos considerados irreversíveis.

“Esse projeto não tem a intenção de tirar a liberdade de ninguém decidir o que quer fazer da própria vida quando atingir a maioridade. O que nós buscamos é proteger crianças, adolescentes e pessoas consideradas incapazes de tomar decisões muito sérias e, muitas vezes, irreversíveis, em uma fase da vida em que ainda não possuem maturidade e entendimento suficientes sobre as consequências desses procedimentos”, afirmou o deputado.

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Na justificativa, o parlamentar afirma que procedimentos hormonais e cirúrgicos relacionados à redesignação sexual podem causar alterações permanentes no corpo e, por isso, devem ser restritos à fase adulta.

O texto aprovado também prevê punições previstas na legislação vigente para profissionais, empresas e responsáveis que descumprirem a norma. Para Gilberto Cattani, a medida trata da proteção de crianças e adolescentes e do dever do poder público de prevenir situações que possam causar impactos permanentes aos menores.

O projeto segue para análise do governo do estado.

Fonte: ALMT – MT

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