Educação

MEC lança guia para avaliação sob a perspectiva inclusiva

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O Ministério da Educação (MEC) realizou, nesta sexta-feira, 6 de março, o webinário de lançamento do Guia de Orientações para Implementação da Avaliação Contínua da Aprendizagem na Perspectiva Inclusiva. A iniciativa integra o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA) e busca mobilizar os profissionais da educação para o fortalecimento de práticas avaliativas mais inclusivas e equitativas em todo o país. A transmissão do evento está disponível no canal do MEC no YouTube.  

O lançamento do guia foi apresentado como resultado de um esforço institucional construído de forma articulada entre a Secretaria de Educação Básica (SEB) e a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi), reafirmando o compromisso do MEC com uma política educacional inclusiva e sistêmica.  

Na abertura do evento, a secretária de Educação Básica, Kátia Schweickardt, destacou que a avaliação deve ser compreendida como instrumento de apoio ao processo educativo, enfatizando que se trata de “uma avaliação que seja uma das principais ferramentas para apoiar e orientar a aprendizagem. Então, avaliação para aprendizagem”, perspectiva que reconhece a diversidade dos estudantes e a necessidade de estratégias pedagógicas inclusivas. 

Na mesma direção, o diretor de Políticas de Educação Especial na Perspectiva Inclusiva da Secadi, Alexandre Mapurunga, ressaltou que o guia é fruto de uma construção conjunta entre as áreas do MEC e expressa a compreensão de que a inclusão não é responsabilidade de um setor isolado, mas de toda a política educacional. Segundo ele, trata-se do que chamou de “um guia resultado dessa parceria” entre as secretarias. Assim, o documento simboliza um trabalho colaborativo que articula diferentes instâncias do MEC para fortalecer práticas avaliativas que garantam permanência, participação e aprendizagem de todos os estudantes no sistema educacional. 

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“Esse guia atende diretamente a uma das dimensões fundamentais do CNCA, que é a de avaliar os processos de ensino e aprendizagem”, disse a secretária Kátia Schweickardt. “O documento surge como uma ferramenta de apoio e orientação às redes para garantir que as ações construídas sejam efetivas e atendam às diferentes necessidades em um país tão diverso. Com o trabalho em conjunto, queremos cada vez mais instituir e fortalecer a perspectiva sistêmica da educação básica, que passa não só por um olhar transversal e dialogado por todas as etapas, mas também pela oferta do suporte adequado às diferentes necessidades.”  

O objetivo do encontro foi apresentar os fundamentos, os princípios e as diretrizes do guia, de modo a promover a compreensão de sua articulação com as avaliações formativas no âmbito do CNCA. A proposta é apoiar gestores e equipes pedagógicas na qualificação das práticas avaliativas, no acompanhamento contínuo das aprendizagens e na consolidação de uma cultura avaliativa inclusiva, orientada pela equidade e pelo direito de aprender.  

O guia foi elaborado para auxiliar as redes de ensino no fortalecimento de práticas avaliativas que considerem as diferenças, as especificidades e as diversas trajetórias dos estudantes. Durante o webinário, foram destacados o papel das avaliações formativas na tomada de decisões pedagógicas e o uso intencional dos dados educacionais para garantir o direito à aprendizagem de todos.  

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O evento foi voltado a professores, coordenadores pedagógicos, gestores escolares, equipes técnicas das secretarias municipais e estaduais de educação, universidades, especialistas em educação e articuladores estaduais, regionais e municipais da Rede Nacional de Articulação de Gestão, Formação e Mobilização (Renalfa). Também acompanharam a transmissão os cursistas de especializações, equipes técnicas das redes e professores da educação básica.  

Participantes – Também participaram do evento a diretora de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica do MEC, Tereza Farias; a diretora de Formação Docente e Valorização dos Profissionais da Educação, Rita Esther Luna; e o coordenador-geral de Política Pedagógica da Educação Especial, Marco Antônio Melo. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB)  

Fonte: Ministério da Educação

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Educação

Grupos do PET são orientados sobre uso de recursos

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Durante o webinário, realizado nesta quarta-feira, 3 de junho, grupos do Programa de Educação Tutorial (PET) foram orientados sobre os pagamentos e o uso de recursos do programa. O encontro, promovido pelo Ministério da Educação (MEC), em parceria com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Banco do Brasil (BB) e Comissão de Prestação de Contas do PET, apresentou as etapas de operacionalização e os procedimentos necessários ao sistema, a fim de ajudar as instituições de ensino superior, as pró-reitorias responsáveis pelo PET e os professores tutores quanto à correta utilização dos recursos. A transmissão está disponível no canal do MEC no YouTube e contou com mais de 400 pessoas acompanhando ao vivo, somando os participantes da live e da plataforma de vídeo. A disponibilização na plataforma do YouTube permitirá que as orientações possam ser revistas pelas instituições, pelos tutores e pelos integrantes da comunidade PET sempre que necessário. 

“Essa gestão tem um profundo reconhecimento pelo PET e sabemos da importância que o programa tem para o processo de formação dos estudantes e de integração de ensino, pesquisa e extensão”, afirmou o secretário de Educação Superior do MEC, Marcus Vinicius David. “Por conta disso, e respondendo a uma demanda antiga das instituições, nos esforçamos muito neste ano para adiantar o pagamento de custeio do programa, que será feito ainda neste mês, garantindo que as equipes tenham tempo hábil para executar efetivamente os recursos do programa”, anunciou. 

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O webinário contou com a participação dos coordenadores de grupos do PET de várias regiões do Brasil. Na ocasião, foi divulgado o calendário de homologação do custeio pelas instituições e abordados temas como o envio das informações ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE); a disponibilização dos valores por meio do Cartão-Pesquisador; as regras para uso dos recursos; as principais vedações previstas na regulamentação; e os cuidados necessários para a futura prestação de contas. 

Durante o encontro, as equipes esclareceram dúvidas sobre a data real do crédito, comprovada por extrato bancário, que funciona como marco inicial para a utilização dos recursos. Para auxiliar os grupos, o MEC também criou um FAQ com respostas às dúvidas mais comuns sobre o custeio do PET.  

Orçamento – Para 2026, está prevista a distribuição de R$ 7,4 milhões em recursos de custeio a 881 grupos do PET em todo o país. A ação integra o esforço do MEC em garantir a liberação dos recursos ainda no primeiro semestre do ano, fortalecendo o planejamento para as ações de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas pelos grupos. 

O custeio deve ser aplicado integralmente nas atividades dos grupos PET, observadas as finalidades previstas na Resolução CD/FNDE nº 36/2013, que estabeleceu os procedimentos para creditar os valores destinados ao custeio das atividades dos grupos aos respectivos professores tutores. A sua utilização só é permitida após a efetivação do crédito no Cartão-Pesquisador.  

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PET – O Programa de Educação Tutorial, criado pela Lei nº 11.180/2005 e regulamentado pela Portaria nº 976/2010, com alterações da Portaria nº 343/2013, fomenta grupos de aprendizagem tutorial. A ação é realizada por meio da concessão de bolsas de iniciação científica a estudantes de graduação, e bolsas de tutoria a professores tutores. O programa contribui para a formação de futuros professores e pesquisadores, visando à qualidade da formação universitária e à consolidação do tripé ensino, pesquisa e extensão nas instituições de educação superior. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu) 

Fonte: Ministério da Educação

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