Educação

MEC visita escola de tempo integral em Campo Grande

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Nesta quarta-feira, 1º de outubro, a Escola Estadual Lúcia Martins Coelho, em Campo Grande (MS), recebeu visita de comitiva do Ministério da Educação (MEC), em reconhecimento ao trabalho desenvolvido pela instituição na oferta do ensino médio em tempo integral e em práticas de inclusão educacional. Além de conhecer a infraestrutura e o trabalho pedagógico da escola, o ministro da Educação, Camilo Santana, conversou com educadores e estudantes sobre a experiência com educação integral.

Durante a visita, Santana ressaltou a importância de acompanhar a evolução do sistema educacional para que os ambientes escolares possam se adequar às necessidades dos estudantes. “Sempre tenho procurado, quando vou a um estado, visitar a rede básica de educação. Com os desafios do mundo atual, que anda com uma velocidade enorme por conta da tecnologia, é importante a gente ter um ambiente escolar que a criança ou o jovem tenha vontade de ir para a escola”.

Com os desafios do mundo atual, que anda com uma velocidade enorme por conta da tecnologia, é importante a gente ter um ambiente escolar que a criança ou o jovem tenha vontade de ir para a escola.” Camilo Santana, ministro da Educação.

Com mais de cinco décadas de história, a escola consolidou-se como referência em inovação, cidadania e compromisso com a qualidade da educação pública. Os projetos desenvolvidos pela instituição revelam sua dedicação à formação integral. Destacam-se iniciativas como a preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e para vestibulares; um projeto de robótica; um projeto de recuperação da aprendizagem em matemática; clubes de protagonismo estudantil; um coral; e outras atividades voltadas para a convivência, cultura e inovação tecnológica.

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“Eu acho um privilégio estudar aqui nessa escola tão renomada. Eu sinto que aqui eles preparam a gente bastante para o mercado de trabalho, prepara a gente para o Enem e para o Saeb também. Acho que esse é o diferencial daqui.” Afirmou Yasmin Ribeiro, estudante da Escola Estadual Lúcia Martins Coelho. 

Atualmente, a instituição oferece 11 turmas de ensino médio em tempo integral, além de duas turmas da educação de jovens e adultos (EJA) voltadas a estudantes da educação especial, por meio do Projeto de Intervenção Pedagógica para Adultos com Deficiência: educação ao longo da vida. A escola conta também com sala de recursos multifuncionais, que atende alunos da própria escola e de outras unidades da rede estadual, assegurando igualdade de oportunidades e condições de aprendizagem. 

A visita à escola estadual faz parte de agenda para entregas e divulgação de investimentos do MEC em Mato Grosso do Sul. Na terça-feira (30), o ministro inaugurou em Dourados (MS) o prédio da reitoria do campus Unidade II da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD). Em Campo Grande, foi inaugurado também o novo prédio multiuso da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), campus de Três Lagoas. 

Estrutura – Criada em 1970 e inaugurada em março de 1971, a escola nasceu como Centro Educacional Lúcia Martins Coelho, sendo posteriormente oficializada como escola estadual, em 1998. A unidade de ensino passou por um amplo processo de restauração e modernização entre 2018 e 2020, garantindo acessibilidade, melhorias tecnológicas e adequações ambientais que transformaram a estrutura em um espaço mais acolhedor e preparado para atender às necessidades da comunidade escolar. 

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Todas as salas de aula possuem lousas digitais, e os ambientes foram pensados para proporcionar experiências de aprendizagem colaborativas, convivência comunitária e iniciação ao desenvolvimento profissional. Entre os espaços pedagógicos, a escola dispõe de biblioteca com mais de cinco mil exemplares, 600 periódicos e acervo multimídia; Sala de Tecnologia Educacional equipada com 18 computadores, recursos midiáticos e laboratório de robótica; e dois laboratórios de ciências, que incentivam a experimentação e a pesquisa. 

Além disso, a instituição conta com auditório moderno, quadra esportiva coberta, espaço comunitário para alimentação, sala do grêmio estudantil e horta escolar. Esses ambientes reforçam o compromisso da escola em integrar aprendizado acadêmico, protagonismo juvenil e práticas de cidadania.  

PDDE  Entre 2023 e 2025, foram destinados à Escola Estadual Lúcia Martins Coelho mais de R$ 44 mil pelo Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), do MEC. Os recursos foram aplicados na melhoria da infraestrutura, aquisição de materiais e incentivo a projetos pedagógicos. 

O PDDE destina, anualmente, recursos financeiros em caráter suplementar às escolas participantes, para que atendam às suas necessidades prioritárias, garantindo funcionamento adequado e melhorias na infraestrutura física e pedagógica, de modo a incentivar a autogestão escolar e o exercício da cidadania com a participação da comunidade no controle social. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB) 

Fonte: Ministério da Educação

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Educação

Grupos do PET são orientados sobre uso de recursos

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Durante o webinário, realizado nesta quarta-feira, 3 de junho, grupos do Programa de Educação Tutorial (PET) foram orientados sobre os pagamentos e o uso de recursos do programa. O encontro, promovido pelo Ministério da Educação (MEC), em parceria com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Banco do Brasil (BB) e Comissão de Prestação de Contas do PET, apresentou as etapas de operacionalização e os procedimentos necessários ao sistema, a fim de ajudar as instituições de ensino superior, as pró-reitorias responsáveis pelo PET e os professores tutores quanto à correta utilização dos recursos. A transmissão está disponível no canal do MEC no YouTube e contou com mais de 400 pessoas acompanhando ao vivo, somando os participantes da live e da plataforma de vídeo. A disponibilização na plataforma do YouTube permitirá que as orientações possam ser revistas pelas instituições, pelos tutores e pelos integrantes da comunidade PET sempre que necessário. 

“Essa gestão tem um profundo reconhecimento pelo PET e sabemos da importância que o programa tem para o processo de formação dos estudantes e de integração de ensino, pesquisa e extensão”, afirmou o secretário de Educação Superior do MEC, Marcus Vinicius David. “Por conta disso, e respondendo a uma demanda antiga das instituições, nos esforçamos muito neste ano para adiantar o pagamento de custeio do programa, que será feito ainda neste mês, garantindo que as equipes tenham tempo hábil para executar efetivamente os recursos do programa”, anunciou. 

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O webinário contou com a participação dos coordenadores de grupos do PET de várias regiões do Brasil. Na ocasião, foi divulgado o calendário de homologação do custeio pelas instituições e abordados temas como o envio das informações ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE); a disponibilização dos valores por meio do Cartão-Pesquisador; as regras para uso dos recursos; as principais vedações previstas na regulamentação; e os cuidados necessários para a futura prestação de contas. 

Durante o encontro, as equipes esclareceram dúvidas sobre a data real do crédito, comprovada por extrato bancário, que funciona como marco inicial para a utilização dos recursos. Para auxiliar os grupos, o MEC também criou um FAQ com respostas às dúvidas mais comuns sobre o custeio do PET.  

Orçamento – Para 2026, está prevista a distribuição de R$ 7,4 milhões em recursos de custeio a 881 grupos do PET em todo o país. A ação integra o esforço do MEC em garantir a liberação dos recursos ainda no primeiro semestre do ano, fortalecendo o planejamento para as ações de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas pelos grupos. 

O custeio deve ser aplicado integralmente nas atividades dos grupos PET, observadas as finalidades previstas na Resolução CD/FNDE nº 36/2013, que estabeleceu os procedimentos para creditar os valores destinados ao custeio das atividades dos grupos aos respectivos professores tutores. A sua utilização só é permitida após a efetivação do crédito no Cartão-Pesquisador.  

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PET – O Programa de Educação Tutorial, criado pela Lei nº 11.180/2005 e regulamentado pela Portaria nº 976/2010, com alterações da Portaria nº 343/2013, fomenta grupos de aprendizagem tutorial. A ação é realizada por meio da concessão de bolsas de iniciação científica a estudantes de graduação, e bolsas de tutoria a professores tutores. O programa contribui para a formação de futuros professores e pesquisadores, visando à qualidade da formação universitária e à consolidação do tripé ensino, pesquisa e extensão nas instituições de educação superior. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu) 

Fonte: Ministério da Educação

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