Saúde

Meu SUS Digital reforça orientação sobre canais de proteção às mulheres no SUS

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No Dia Internacional da Mulher, o aplicativo Meu SUS Digital reforça a divulgação de canais de orientação e proteção às mulheres, reunindo informações sobre serviços da rede pública e orientações para quem precisa de ajuda.

Entre os serviços destacados na plataforma está o Ligue 180, canal nacional de atendimento à mulher em situação de violência. O serviço funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, oferecendo acolhimento, orientação e encaminhamento para a rede de proteção, além de registrar denúncias e apoiar mulheres em situações de risco.

Ao disponibilizar essas informações em um ambiente digital acessível, o aplicativo contribui para ampliar o conhecimento da população sobre os canais de apoio disponíveis e facilitar o acesso das mulheres aos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS) e da rede de proteção social. 

O Meu SUS Digital também passará a integrar novas funcionalidades voltadas ao cuidado com mulheres em situação de violência. Entre elas está a oferta de teleatendimento em saúde mental, que permitirá acolhimento psicológico e avaliação inicial de risco, funcionando como porta de entrada para o cuidado e articulado com a rede de atenção à saúde e serviços de proteção.

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A iniciativa faz parte do conjunto de ações anunciadas pelo Ministério da Saúde no mês de março para fortalecer a atenção à saúde da mulher, que inclui ainda a reconstrução dentária para vítimas de violência, a ampliação de serviços de cuidado e o maior mutirão de Saúde da Mulher do SUS, com consultas, exames e cirurgias previstos para os dias 21 e 22 de março.

Conheça a página do Meu SUS Digital

Acesse a página de Saúde da Mulher no Saúde de A a Z

Max de Oliveira
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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Saúde

Dia da Pesquisa Clínica: Ministérios da Saúde e da Educação anunciam o financiamento de pesquisas aplicadas no SUS

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No Dia Internacional da Pesquisa Clínica, celebrado na última quarta-feira (20/5), o Governo do Brasil anunciou, em Brasília, o resultado da seleção de 52 projetos que ampliam a capacidade do país de transformar estudos em soluções concretas para a saúde pública. As iniciativas têm como objetivo transformar conhecimento científico em soluções concretas para melhorar a saúde da população brasileira.

Trata-se de uma ação interministerial, articulada entre o Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (SCTIE), e o Ministério da Educação, via Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), e a rede de hospitais universitários federais vinculados à HU Brasil, que, de forma integrada, elaboraram um edital desafiador e estratégico para o fortalecimento das políticas de fomento à pesquisa. O edital visou a seleção de propostas com foco em ciência aplicada, formação de profissionais e na melhoria da gestão hospitalar. 

Assim, a Rede de Pesquisa e Extensão dos Hospitais Universitários Federais (Rede HU+) passa receber um investimento de R$ 75 milhões para custeio de projetos e concessão de bolsas de extensão, mestrado, doutorado e pós-doutorado voltados à gestão hospitalar em rede, considerando a equidade regional e temas prioritários para o Sistema Único de Saúde (SUS)

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“Essa parceria reafirma o nosso compromisso com o desenvolvimento da saúde pública e com a inovação orientada ao SUS. Eu acredito nesse modelo estabelecido, pois a rede de hospitais tem papel fundamental para a pesquisa em saúde no país. É uma articulação integrada e estruturante para transformar conhecimento em cuidado. Precisamos levar resultados concretos para a população. É a ciência com impacto direto na vida da população”, afirmou o secretário-adjunto da SCTIE, Eduardo Jorge Valadares Oliveira.

 As propostas foram distribuídas em sete eixos estratégicos: saúde da mulher, saúde de populações em situação de vulnerabilidade, saúde indígena, saúde digital, doenças negligenciadas, doenças raras e oncologia. Os projetos incluem desenvolvimento de protocolos clínicos, avaliação de tecnologias em saúde, qualificação profissional e aprimoramento dos serviços oferecidos à população.

Dia da Pesquisa Clínica

Antes de um novo medicamento chegar à farmácia ou uma tecnologia inovadora ser incorporada aos serviços de saúde, existe uma longa jornada de estudos e testes para garantir segurança, qualidade e eficácia. Essa etapa é chamada de pesquisa clínica. Considerada estratégica pelo Ministério da Saúde, a área recebeu mais de R$ 1,4 bilhão em investimentos entre 2023 e 2025, quase o triplo do valor aplicado no período anterior.

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A pesquisa clínica no Brasil tem impacto direto no fortalecimento do SUS, ao ampliar o acesso da população a diagnósticos, tratamentos e tecnologias inovadoras. Os estudos apoiados pela pasta vêm contribuindo para respostas mais rápidas e eficazes em áreas como cardiologia, imunologia, neurologia e endocrinologia, além de fortalecer a capacidade científica e tecnológica do país.

Atualmente, o Brasil está entre os 20 países que mais realizam estudos clínicos no mundo. A meta do Ministério da Saúde é posicionar o país entre os 10 mais competitivos nesse setor. Para tanto, o Governo do Brasil tem implementado uma série de iniciativas estratégicas, como o lançamento do Programa Nacional de Pesquisa Clínica (PPClin) e a regulamentação da Lei de Pesquisa com Seres Humanos.

Saiba mais sobre o edital

Janine Russczyk
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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