Mato Grosso

Militares da reserva têm até esta segunda-feira (24) para se inscrever em processo seletivo da Seduc

Publicado

As inscrições para o processo seletivo simplificado destinado à formação do cadastro de reserva para a contratação temporária nas Escolas Estaduais Cívico-Militares, da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), se encerram nesta segunda-feira (24.06). O salário varia entre R$ 4.729,35 e R$ 6.125,75.

Podem se inscrever policiais militares, bombeiros militares e membros das Forças Armadas da reserva remunerada ou não remunerada. A jornada é de 40 horas semanais. A convocação será realizada a medida em que surgirem vagas nas unidades escolares. Em caso de recusa, será convocado o próximo da lista de classificação.

As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo site do Instituto Selecon. O pagamento da inscrição deve ser realizado até o dia 10 de julho de 2024.

De acordo com o edital, as vagas são para as funções de apoio técnico especializado cívico-militar nível 1; apoio técnico especializado cívico-militar nível 2 e inspetor cívico-militar.

O processo seletivo será realizado por meio de prova objetiva, dissertativa e de curso de formação, e poderão concorrer às vagas oficiais e praças da reserva remunerada das Forças Auxiliares ou das Forças Armadas, bem como oficiais e praças da reserva não remunerada, que tenham cumprido, no mínimo, o período obrigatório da respectiva instituição.

Leia mais:  Lei Seca prende 12 motoristas por embriaguez ao volante em Cuiabá e Rondonópolis

Os atos oficiais relativos ao processo seletivo, incluindo os eventuais chamamentos dos candidatos selecionados, serão publicados no Diário Oficial do Estado e no site do Instituto Selecon. Fica assegurado às pessoas portadoras de deficiência o percentual de 10% das vagas a serem oferecidas.

O candidato convocado deverá se apresentar no prazo estabelecido em edital de convocação, munido de toda a documentação original elencada no edital, sob pena de eliminação do processo seletivo e convocação do candidato seguinte na classificação. O não comparecimento do candidato para contratação no prazo estipulado também acarretará na perda do direito à vaga.

Fonte: Governo MT – MT

Comentários Facebook
publicidade

Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Publicado

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia mais:  Corpo de Bombeiros atendeu diversas ocorrências de queda de árvores nesta segunda-feira (17)

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia mais:  PM apreende adolescente e jovem suspeitos por tráfico de drogas em Sinop

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana