Saúde

Ministério da Saúde abre exposição sobre o Programa Mais Médicos durante Congresso do Conasems

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Após ser apresentada pela primeira vez em São Luís, durante o Congresso Internacional da Rede Unida, a exposição chega agora à capital gaúcha. O Ministério da Saúde abriu, neste domingo (12/7), a exposição fotográfica Mais Médicos, do fotógrafo Araquém Alcântara, no XXXIX Congresso do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

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Foto: Marlon Max/MS

A mostra reúne imagens que retratam mais de uma década da atuação de médicos do programa em diferentes territórios brasileiros e permanecerá aberta à visitação durante todo o congresso, que termina no próximo dia 15. 

Na cerimônia de abertura da mostra, o ministro da Saúde em exercício, Adriano Massuda, destacou o papel da exposição ao retratar o cotidiano da atenção à saúde nos territórios: “O Mais Médicos é essa potência que cria soluções inovadoras para problemas históricos. A exposição consegue captar, com sensibilidade artística aquilo que o SUS produz no dia a dia”, afirmou. 

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Foto: Marlon Max/MS

O secretário-adjunto de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES/MS), Jérzey Timóteo, ressaltou que o Programa Mais Médicos integra a estratégia da Atenção Primária à Saúde e que a exposição traz registros da trajetória de construção da Saúde da Família.

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Foto: Marlon Max/MS

Já o secretário de Atenção Especializada à Saúde (SAES/MS), Mozart Salles, que participou da criação do programa, destacou a importância da iniciativa para reunir imagens que registram parte da história do Mais Médicos ao longo de sua implementação. 

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Foto: Marlon Max/MS

Também participaram da solenidade a diretora do Departamento de Gestão e Provimento Profissional para o SUS (DEGEPS/SGTES/MS), Aíla de Oliveira; a presidente do Conselho Nacional de Saúde (CNS), Fernanda Magano; e o presidente do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Hisham Hamida; além dos participantes do congresso. 

Ministério da Saúde
Sarah Maximo

Fonte: Ministério da Saúde

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Saúde

Ministério da Saúde apresenta modelo de atenção à saúde indígena no México

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Em agenda oficial na Cidade do México, a comitiva do Ministério da Saúde compartilhou a experiência do Brasil na gestão do Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (SasiSUS). O encontro acontece na mesma semana em que a política pública voltada à saúde dos povos indígenas completa 27 anos. No Brasil, o subsistema integrado ao Sistema Único de Saúde (SUS) atende a mais de 821 mil indígenas, em todas as cinco regiões do país.

A Secretária de Saúde Indígena do Ministério da Saúde, Lucinha Tremembé, esteve à frente da apresentação do tema durante reunião com representantes do governo mexicano. Segundo ela, o SasiSUS possui princípios que promovem a escuta ativa, fomentam o diálogo e a participação direta dos povos indígenas nas decisões.

“O acesso à saúde é um direito de todos e o Brasil construiu um subsistema que realmente prioriza e valoriza a história dos povos indígenas, e é por isso que nossas experiências interessam a outras nações. O SasiSUS é mais do que uma política de Estado; esse modelo fortalece a saúde com equidade, promove a cidadania e o controle social, com respeito às especificidades, às culturas e aos saberes tradicionais”, ressaltou.

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O diálogo entre representantes do Brasil e do México também abordou temas como medicina tradicional indígena, participação de parteiras nos sistemas de saúde, direitos humanos, formação de especialistas e interculturalidade. O intercâmbio de conhecimentos sobre desafios e experiências amplia as possibilidades futuras de cooperação técnica entre os países.

Como funciona o SasiSUS

Criado em 23 de setembro de 1999, o SasiSUS conta com 34 Distritos Especiais de Saúde Indígena (DSEI), que estão distribuídos em todo o território nacional. Esse modelo promove a atenção integral à saúde de forma intercultural e alinha a medicina contemporânea com os saberes tradicionais. Dentro das aldeias, as Unidades Básicas de Saúde Indígena (UBSI) são o ponto inicial de atenção primária para os povos indígenas.

A rede de assistência ligada ao subsistema também contempla o suporte de polos-base, localizados em aldeias estratégicas e possuem a função de organizar os fluxos de atendimentos, além de prestar apoio administrativo e assistencial para as equipes de saúde. Quando são necessários serviços especializados ou de média e alta complexidade, os usuários indígenas são encaminhados para as unidades de média e alta complexidade do SUS. Enquanto recebem atendimento nos centros urbanos, os pacientes indígenas e seus acompanhantes são acolhidos pelas Casas de Apoio à Saúde Indígena (CASAI) até o retorno às suas aldeias de origem.

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Ao todo, são 1.211 UBSI, 388 polos-base e 70 Casai. Os atendimentos no SasiSUS são realizados por equipes multidisciplinares de saúde indígena, compostas por médicos, enfermeiros, dentistas, técnicos, nutricionistas, psicólogos e assistentes sociais. Também há atuação de Agentes Indígenas de Saúde (AIS) e de Saneamento (AISAN), que promovem a ponte linguística e cultural entre os povos e os demais profissionais de saúde.

Rayane Bueno
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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