Saúde

Ministério da Saúde disponibiliza visitas mediadas à exposição dos 35 anos do SUS

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Estão abertas três turmas de visitação guiada à exposição SUS 35 anos: Universalidade, Equidade, Integralidade, em cartaz no Espaço Cultural Dona Ivone Lara, na sede do Ministério da Saúde, em Brasília. As datas são: 17/12, às 14h; 13/01, às 10h; e 28/01, às 14h. É necessário fazer inscrição prévia. A atração é gratuita e as vagas são limitadas.

Produzida pelo Centro Cultural do Ministério da Saúde, a mostra reúne arte, poesia e memória ao longo de 160 metros de exposição. A poesia de cordel encontrou a força da saúde pública: palavra e política pública, arte e acolhimento, tudo em um só propósito – cuidar de todas e todos. 

Inaugurada no dia 20 de outubro, a exposição celebra as três décadas e meia do Sistema Único de Saúde (SUS), ressaltando sua trajetória, conquistas e desafios. Ao adotar a linguagem popular do cordel, a mostra aproxima o público da história e dos valores do SUS, reconhecido como um dos maiores e mais complexos sistemas públicos de saúde do mundo. 

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Entre os destaques estão os cordéis de Elias José da Silva, Cristine Nobre Leite e Anne Karolynne, profissionais da saúde que também são poetas e cordelistas. Os versos inéditos se entrelaçam a imagens históricas, marcos legais e registros da diversidade que marcam o legado do Sistema. As obras de Radilson Carlos Gomes, fotógrafo e servidor do Ministério da Saúde, revelam o SUS em diferentes regiões do País, enquanto uma linha do tempo apresenta os principais avanços da saúde pública brasileira. 

A exposição inclui ainda o módulo interativo Todo mundo usa o SUS, que convida cada visitante a reconhecer, de forma lúdica, como o Sistema está presente no cotidiano, desde o atendimento médico até ações de vigilância sanitária, vacinação e segurança alimentar. 

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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Saúde

Parteiras e parteiros indígenas de todo o Brasil se reúnem em encontro nacional

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Entre os dias 08 e 11 de junho, a capital de Rondônia será palco de um movimento histórico: o primeiro Encontro Nacional de Parteiras e Parteiros Indígenas. Organizado pela Secretaria de Saúde Indígena (Sesai) do Ministério da Saúde, o evento não é apenas uma reunião técnica, mas um gesto de reconhecimento ao protagonismo de mulheres e homens que, há gerações, protegem os ciclos da vida e a sobrevivência física e cultural de seus povos.

O encontro responde a um chamado das próprias comunidades e busca reconhecer as “tecnologias da floresta”, à luz do Sistema Único de Saúde (SUS). Durante três dias, representantes dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI), além de especialistas da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), mergulharão em uma jornada de escuta sensível e troca de experiências.

Reconhecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como figuras cruciais para a saúde materna, as parteiras tradicionais desenvolvem um saber construído na prática e na transmissão oral. Esse conhecimento acumulado será o centro das atenções em Porto Velho. A programação prevê diálogos sobre o preparo do corpo para a gestação, o uso de ervas medicinais e o cuidado com as adolescentes desde a primeira menstruação.

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“Este encontro representa um passo importante no reconhecimento das parteiras e parteiros indígenas como guardiões de conhecimentos ancestrais”, destaca a secretária de Saúde Indígena, Lucinha Tremembé. Segundo ela, a iniciativa visa construir caminhos para que esses saberes sejam respeitados e integrados às políticas públicas de saúde.

Tecendo o futuro da saúde indígena

A metodologia do evento foi desenhada para ser tão profunda quanto os temas tratados. Atividades como a dinâmica “Tecendo Conhecimentos” e a construção da “Árvore do Conhecimento” permitirão que os participantes sistematizem suas práticas de forma coletiva.

O encontro ainda prevê a elaboração de dois documentos orientadores: o Guia de Parteira para Parteira, focado em boas práticas, rituais e o uso de kits de cuidado; e o Guia para Profissionais de Saúde, uma bússola para que as equipes de saúde saibam como acolher e articular as práticas tradicionais com a medicina biomédica de forma culturalmente sensível.

 Ao promover esse diálogo intercultural, o Ministério da Saúde reafirma que a equidade e a integralidade do SUS só são plenamente alcançadas quando a espiritualidade e a autonomia dos povos indígenas são levadas em conta no ato de cuidar. O evento que se inicia em 9 de junho promete ser um marco onde a tradição e a modernidade se encontram para garantir que o nascimento em territórios indígenas continue sendo um ato de celebração da vida.

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Leidiane Souza
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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