Turismo

Ministério do Turismo e Conservação Internacional firmam parceria para ações conjuntas na COP30

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O Ministério do Turismo (Mtur) firmou na última quinta-feira (14.08) uma parceria com a Conservação Internacional (CI-Brasil) e a Aliança Futuri para o Turismo Regenerativo, para o desenvolvimento de ações conjuntas durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que será realizada em Belém (PA), de 10 a 21 de novembro de 2025.

A parceria visa atuar em conjunto na inclusão de pautas de interesse do órgão nas zonas verde, azul e externa ao evento. Entre as possibilidades está a Casa Vozes do Oceano, espaço liderado pela Voice of the Oceans, que funcionará na Casa das Onze Janelas, em Belém, e servirá como palco para palestras, oficinas e ativações.

A iniciativa dialoga com as ações já conduzidas pelo Ministério do Turismo no âmbito da Câmara Temática de Sustentabilidade e Ações Climáticas, do Conselho Nacional de Turismo (CNT), voltadas a viabilizar a participação de representantes do colegiado e da sociedade civil na COP30.

Para a coordenadora-geral de Turismo Sustentável e Responsável do MTur, Carolina Fávero, a atuação conjunta reforça o papel do turismo no debate climático global. “Essa parceria fortalece nossas ações e garante maior visibilidade ao setor, valorizando iniciativas que unem preservação, inovação e inclusão social.”

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Há 35 anos, a CI-Brasil atua com base em ciência, políticas públicas e parcerias para proteger, manejar e restaurar ecossistemas que garantem alimentos, água, estabilidade climática e modos de vida. Parte de uma rede global presente em mais de 30 países, a organização tem se destacado por integrar conservação e novas economias. Um exemplo é a Aliança Futuri, no Extremo Sul da Bahia, iniciativa pioneira em turismo regenerativo. A iniciativa promove um turismo baseado em práticas sustentáveis e regenerativas, conectando visitantes, comunidades e natureza em experiências transformadoras.

Por Lívia Albernaz 

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Turismo

Trilha Verde da Maria Fumaça valoriza patrimônio histórico, natureza e turismo de experiência em Minas Gerais

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Localizada em Minas Gerais, a Trilha Verde da Maria Fumaça é um destino para praticantes de caminhada, cicloturismo e turismo de natureza. Com 92 quilômetros de extensão, e duração média de três dias, o percurso ocupa parte do antigo ramal ferroviário que ligava Diamantina a Corinto e oferece aos visitantes uma experiência que combina patrimônio histórico, paisagens naturais e contato com comunidades locais.

Inserida nos vales dos rios Jequitinhonha e São Francisco, a trilha atravessa áreas da Serra do Espinhaço, reconhecida pela Unesco como Reserva da Biosfera. O trajeto percorre os biomas Cerrado e Mata Atlântica e revela cenários de campo rupestre, serras, rios, cachoeiras, formações geológicas, cavernas e sítios arqueológicos datados de 5 mil anos.

A rota também integra a trilha de longo curso Transespinhaço, em Minas Gerais. O percurso está dividido em quatro trechos: Diamantina–Barão, Barão–Conselheiro Mata, Conselheiro Mata–Rodeador e Rodeador–Monjolos. Ao longo do caminho, os visitantes encontram opções de alimentação, hospedagem e, em alguns casos, áreas para camping.

Entre os atrativos culturais estão a cidade histórica de Diamantina, reconhecida por seu patrimônio arquitetônico colonial e a culinária mineira, com destaque para a produção de queijos.

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A trilha passa pelos municípios de Diamantina, Datas, Gouveia e Monjolos e cruza áreas protegidas como as APAMs Barão e Capivara, em Gouveia, e APAM Monjolos, além de estar próxima ao Parque Estadual do Biribiri e ao Parque Nacional das Sempre-Vivas.

No Brasil, existem atualmente 246 trilhas de longo curso que passam por 327 Unidades de Conservação e somam mais de 25 mil quilômetros, ampliando as oportunidades para atividades ao ar livre e o turismo sustentável.

Por Isadora Lionço

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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