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Ministro Capobianco participa da entrega do 2º Prêmio Guardiãs da Sociobiodiversidade

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O ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, participa, nesta quarta-feira (17/6), da cerimônia de entrega do 2º Prêmio das Organizações Guardiãs da Sociobiodiversidade em Brasília (DF). A iniciativa reconhece trajetórias de organizações de base que mantêm vivos os saberes associados ao patrimônio genético brasileiro. Entre elas, estão associações de mulheres quebradeiras de coco babaçu, marisqueiras e coletores de sementes, comunidades de terreiro, seringueiros e guardiões de sementes crioulas.

Nesta edição, serão premiadas 50 organizações comunitárias e de base de todos os biomas brasileiros. Cada uma receberá R$ 50 mil para o fortalecimento de iniciativas de proteção, valorização e transmissão de conhecimentos tradicionais associados à biodiversidade. O valor total de repasses chega a R$ 2,5 milhões, oriundos do Fundo Nacional para a Repartição de Benefícios (FNRB), vinculado ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA). Os recursos podem ser aplicados em atividades comunitárias, compra de equipamentos ou ações nos territórios.

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As organizações vencedoras estão divididas em quatro categorias: 13 organizações de povos indígenas, 12 quilombolas, 12 de agricultoras e agricultores tradicionais e 13 de povos e comunidades tradicionais. 

Em relação à primeira edição, realizada em 2025, o prêmio mais do que dobrou o número de organizações contempladas (de 20 para 50) e ampliou o valor individual do prêmio (de R$ 45 mil para R$ 50 mil). 

Além do ministro, estarão presentes na cerimônia de premiação representantes das organizações vencedoras, membros do Comitê Gestor do Fundo Nacional para a Repartição de Benefícios e convidados da sociedade civil. 

CREDENCIAMENTO – Os profissionais de imprensa que desejam fazer a cobertura do evento devem realizar o credenciamento pelo link.

TRANSMISSÃO – Transmissão online aqui.

SERVIÇO:

Ministro Capobianco participa da entrega do 2º Prêmio Guardiãs da Sociobiodiversidade 

🗓️ Data: 17 de junho de 2026, quarta-feira
Horário:
14h (horário de Brasília)
📍 Local:
Auditório Paulo Nogueira Neto – Edifício-sede do Ibama: SCEN Trecho 2 – Brasília/DF
🎥 Transmissão:
Neste link

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Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
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(61) 2028-1227/1051
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Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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Brasil reforça compromisso com pesca e aquicultura sustentáveis e segurança alimentar na FAO

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O Brasil reforçou o compromisso com a pesca sustentável, a aquicultura responsável e a segurança alimentar durante a 37ª Sessão do Comitê de Pesca da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em Roma, na Itália. A participação ministerial marca o retorno do Brasil ao principal fórum internacional de discussão sobre pesca e aquicultura após 14 anos.


Em seu discurso inaugural, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, destacou a recriação do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), em 2023, e a importância do setor para a segurança alimentar e nutricional. O ministro também ressaltou que o Brasil deixou o Mapa da Fome da FAO em 2025.

 

“Temos a convicção de que a pesca e a aquicultura são fundamentais para sistemas alimentares mais sustentáveis, resilientes e diversificados”, afirmou.


Ciência e sustentabilidade

 

Entre os avanços apresentados está a reconstrução da série histórica da pesca marinha brasileira, de 1950 a 2025, e o desenvolvimento de uma plataforma para ampliar o acesso e a transparência dos dados pesqueiros. O Brasil também restabeleceu o Grupo Técnico Interministerial para prevenção e combate à pesca ilegal, não declarada e não regulamentada (INDNR) e vem preparando suas equipes para a implementação do Acordo sobre Medidas do Estado do Porto. Com cerca de 1,7 milhão de pescadores e pescadoras, o país defende uma gestão pesqueira baseada em ciência e evidências, aliada à conservação dos ecossistemas aquáticos.

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Aquicultura e mudanças climáticas

 

Na aquicultura, o Brasil está construindo o Plano Nacional da Aquicultura, com diretrizes para os próximos dez anos e foco em investimentos, inovação, sustentabilidade e agregação de valor. O país também trabalha para ampliar a resiliência das comunidades pesqueiras e aquícolas diante das mudanças climáticas, por meio do Plano Clima, além de fortalecer a assistência técnica, a extensão e o acesso ao crédito. Outra prioridade é ampliar o consumo de pescado e sua presença nos programas de alimentação escolar, contribuindo para a segurança alimentar e fortalecendo a cadeia produtiva.

Valorização da pesca artesanal

O ministro destacou ainda a realização da Cúpula da Pesca de Pequena Escala, realizada em Roma, e reforçou a importância da participação dos pescadores na construção das políticas públicas. No Brasil, esse compromisso está refletido na construção do Plano Nacional da Pesca Artesanal, voltado ao fortalecimento do setor e ao reconhecimento de sua importância para a segurança alimentar, a geração de renda e as economias locais. No cenário internacional, o Brasil também destacou a presença dos alimentos aquáticos nas discussões do G20, dos BRICS e da COP30 e COP15 da CMS.

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Ao concluir, o ministro reafirmou que pesca sustentável, aquicultura responsável, segurança alimentar, geração de renda e conservação dos recursos aquáticos são agendas inseparáveis.“O Brasil reafirma seu compromisso com a cooperação internacional e com uma gestão pesqueira baseada na ciência, em dados de qualidade e na participação dos pescadores.”

ASCOM

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected] 

 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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