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Miolo reforça liderança em sustentabilidade na Wine South America com certificação Carbono Neutro

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A Miolo Wine Group participa da Wine South America consolidando um novo posicionamento estratégico voltado à sustentabilidade e à inovação no setor vitivinícola. Além de apresentar um portfólio completo com rótulos produzidos no Brasil e na Argentina, o grupo chega à feira destacando a conquista da Certificação Carbono Neutro como um dos principais marcos de sua trajetória recente.

Durante o evento, a empresa leva ao público vinhos das marcas Miolo, Terranova, Seival e Almadén, além dos rótulos da argentina Bodega Renacer, reforçando sua atuação diversificada em diferentes terroirs e estilos de produção.

Miolo apresenta lançamentos e novos lotes na Wine South America

Entre os destaques apresentados pela vinícola está o Miolo Wild Gamay 2026, considerado o primeiro vinho tinto da safra 2026 elaborado sem adição de dióxido de enxofre (SO²).

O grupo também leva à feira os novos lotes do Miolo Millésime 2022 e do Giuseppe Chardonnay, rótulos que reforçam a proposta da empresa de valorizar diferentes expressões de terroir e técnicas de vinificação.

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A participação na Wine South America também amplia a estratégia da companhia de fortalecer sua presença tanto no mercado brasileiro quanto internacional, em um cenário de crescente valorização de produtos ligados à sustentabilidade e à origem.

Certificação Carbono Neutro se torna eixo estratégico da empresa

O principal foco da participação da Miolo nesta edição da feira está no fortalecimento de sua agenda ambiental.

A conquista da Certificação Carbono Neutro posiciona o grupo entre um seleto conjunto de vinícolas que operam com inventário completo de emissões de gases de efeito estufa e práticas estruturadas de mitigação e compensação de carbono.

O processo de certificação foi desenvolvido com base na metodologia internacional GHG Protocol e contou com suporte técnico de parceiros especializados, incluindo Modarc/Uniagro, Sumitomo Chemical e E2Carbon.

Processo envolve quatro unidades produtivas da empresa

A certificação abrangeu as quatro unidades brasileiras do grupo:

  • Miolo, no Vale dos Vinhedos (RS);
  • Seival, na Campanha Meridional (RS);
  • Almadén, na Campanha Central (RS);
  • Terranova, no Vale do São Francisco (BA).

O levantamento considerou todas as etapas da cadeia produtiva, desde o manejo dos vinhedos até os processos industriais e logísticos.

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Entre as práticas adotadas pela empresa estão:

  • uso de cobertura vegetal nos vinhedos;
  • monitoramento do consumo energético;
  • captura de carbono no solo;
  • retenção de carbono na biomassa das videiras;
  • ações de mitigação e compensação ambiental.
Sustentabilidade ganha protagonismo no vinho brasileiro

Segundo a Miolo, a certificação representa mais do que um reconhecimento técnico. O objetivo é consolidar uma filosofia de produção baseada no equilíbrio entre produtividade, preservação ambiental e valorização do território.

O conceito “Tudo começa na terra”, adotado pela empresa, passa agora a integrar de forma ainda mais direta sua comunicação institucional e posicionamento estratégico.

Ao levar essa agenda para a Wine South America, a Miolo reforça seu protagonismo no cenário do vinho brasileiro contemporâneo, combinando inovação, diversidade de portfólio e sustentabilidade em um projeto de longo prazo voltado ao mercado nacional e internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Manutenção preventiva na colheita do milho reduz perdas de grãos e aumenta a produtividade no campo

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Com a colheita do milho se aproximando em diversas regiões produtoras do Brasil, a manutenção preventiva das máquinas agrícolas torna-se uma etapa decisiva para garantir eficiência operacional, reduzir perdas de grãos e preservar a rentabilidade da safra.

A preparação dos equipamentos antes do início das operações permite identificar desgastes, corrigir falhas e realizar regulagens essenciais para que colheitadeiras e tratores trabalhem com máximo desempenho durante o período mais intenso da atividade agrícola.

Além de aumentar a disponibilidade das máquinas no campo, a manutenção preventiva contribui para diminuir os custos com reparos emergenciais, evitar interrupções na colheita e assegurar maior qualidade do produto colhido.

Revisão antecipada evita prejuízos durante a safra

De acordo com o coordenador de Serviços da Tratorcase, Maicon Giovanni Wilmo, o período que antecede a colheita deve ser aproveitado para uma inspeção completa dos equipamentos.

Segundo ele, a manutenção preventiva reduz significativamente o risco de falhas inesperadas, aumenta a confiabilidade das máquinas e contribui diretamente para o desempenho das operações agrícolas.

“O período que antecede a colheita do milho é fundamental para a realização de inspeções preventivas, regulagens e manutenções nos equipamentos agrícolas. Esse processo reduz significativamente o risco de paradas inesperadas, aumenta a disponibilidade operacional das máquinas e contribui diretamente para a produtividade no campo”, afirma.

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Componentes exigem atenção especial

Entre os principais itens que devem ser avaliados estão:

  • Sistema de alimentação;
  • Transmissão;
  • Correias;
  • Rolamentos;
  • Sistema hidráulico;
  • Componentes eletrônicos;
  • Mangueiras e filtros;
  • Sensores;
  • Mecanismos de corte e alimentação.

A inspeção desses componentes permite identificar desgastes naturais antes que provoquem falhas durante a colheita, período em que qualquer interrupção representa perdas de tempo e aumento dos custos operacionais.

Regulagem correta reduz perdas de grãos

Outro fator determinante para o sucesso da operação é a regulagem adequada da colheitadeira.

Configurações incorretas podem provocar perdas significativas de grãos, comprometer a qualidade do milho colhido e elevar o consumo de combustível.

Segundo Maicon Giovanni Wilmo, ajustes realizados de acordo com as características da lavoura permitem maior eficiência na separação dos grãos e melhor aproveitamento da capacidade operacional da máquina.

“A regulagem correta da colheitadeira é indispensável para minimizar perdas de grãos, preservar a qualidade da colheita e otimizar o consumo de combustível”, destaca.

Manutenção preventiva custa menos que reparos emergenciais

Especialistas reforçam que investir em manutenção antes do início da safra representa uma economia significativa quando comparado aos prejuízos provocados por quebras durante a operação.

Durante a colheita, cada hora de máquina parada pode comprometer o cronograma de trabalho, aumentar os custos de produção e reduzir o potencial econômico da lavoura.

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Por isso, a recomendação é seguir rigorosamente o plano de manutenção estabelecido pelo fabricante e realizar todas as revisões necessárias antes da entrada das máquinas no campo.

Boas práticas garantem maior eficiência operacional

Para aumentar a segurança e a produtividade durante a colheita do milho, os especialistas recomendam:

  • realizar uma revisão completa das máquinas antes da safra;
  • verificar os sistemas de motor, transmissão, arrefecimento, combustível, hidráulico e elétrico;
  • substituir componentes desgastados, como correias, rolamentos, filtros e mangueiras;
  • calibrar os equipamentos conforme as condições da lavoura;
  • atualizar manutenções pendentes;
  • capacitar operadores para o uso correto das máquinas;
  • manter contato permanente com a concessionária para suporte técnico.
Planejamento faz diferença na rentabilidade da colheita

A integração entre produtor rural, equipe técnica e concessionária contribui para elevar a disponibilidade das máquinas, reduzir custos de manutenção corretiva e garantir maior eficiência durante toda a operação.

Em uma safra em que produtividade e controle de custos são fatores determinantes para a rentabilidade, a manutenção preventiva deixa de ser apenas uma prática recomendada e passa a representar uma estratégia essencial para assegurar uma colheita de milho mais segura, eficiente e com menores perdas no campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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