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MMA abre seleção para criação de Centros de Apoio à Reciclagem e Regeneração de fluidos refrigerantes

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O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) abriu o período para Manifestação de Interesse voltada à seleção de instituições de ensino técnico profissionalizante que atuarão como Centros de Apoio à Reciclagem e Regeneração (CARRs) de fluidos refrigerantes no Brasil. A iniciativa busca ampliar e fortalecer a capacidade nacional de recuperação, reciclagem, regeneração e armazenamento desses fluidos. 

Podem participar instituições que atuem na formação de profissionais do setor de Refrigeração e Ar-Condicionado (RAC). O prazo para envio da manifestação de interesse vai até 16 de março, às 18h. 

O projeto prevê a criação de até três CARRs em escolas técnicas que já realizam capacitação na área de RAC e estejam situadas em regiões estratégicas do país. Entre as ações previstas estão o fornecimento de equipamentos de armazenagem, identificação e acessórios; a realização de avaliação técnica conduzida pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD); e a oferta de contrapartidas estruturais, como adequações elétricas e civis, pelas instituições selecionadas. 

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As escolas técnicas escolhidas atuarão como pontos estratégicos de apoio, fortalecendo o Sistema Integrado de Gerenciamento de Substâncias Destruidoras da Camada de Ozônio (SDOs). 

Os CARRs também serão referência para a futura implementação do Programa Brasileiro de Redução do Consumo de HFCs (Programa HFCs), alinhado à Emenda de Kigali, que incluiu os hidrofluorcarbonetos (HFCs) na lista de substâncias controladas pelo Protocolo de Montreal. 

As instituições interessadas devem encaminhar a resposta à Manifestação de Interesse e os demais documentos exigidos, disponíveis no site oficial, para o e-mail [email protected]. 

A iniciativa integra as ações do Programa Brasileiro de Eliminação dos HCFCs – Etapa III, implementado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), com apoio do Fundo Multilateral. 

Protocolo de Montreal 

Firmado em 1987, o Protocolo de Montreal é um tratado internacional que estabelece a eliminação da produção e do consumo de substâncias responsáveis pela destruição da camada de ozônio. O acordo é consequência da Convenção de Viena para a Proteção da Camada de Ozônio. O Brasil é signatário desde 1990. 

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Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
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(61) 2028-1227/1051
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Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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Exportações do agro atingem R$ 29,6 bilhões o primeiro quadrimestre

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As exportações do agronegócio de Minas Gerais alcançaram R$ 29,6 bilhões no primeiro quadrimestre deste ano, consolidando o estado como o terceiro maior exportador do setor no País, com uma fatia de 10,6% de toda a receita cambial da agropecuária nacional.

Entre janeiro e abril, as fazendas e agroindústrias mineiras embarcaram 4,8 milhões de toneladas de produtos. De acordo com o balanço oficial da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), o resultado reafirma a robustez do campo mineiro e a ampla inserção global do estado, que conseguiu acessar mais de 160 países com uma cesta diversificada de 500 produtos diferentes.

O grande destaque positivo do período ficou com o segmento de carnes, que despontou como o principal vetor de crescimento ao faturar R$ 2,94 bilhões com o envio de 160 mil toneladas ao exterior. O avanço de 8,2% na receita das proteínas foi impulsionado pela valorização da carne bovina no mercado internacional. A expansão das carnes e o desempenho favorável de setores como sementes, algodão, papel, frutas e bebidas comprovam que o estado avança na diversificação de sua pauta, criando defesas contra as oscilações de preços das commodities tradicionais.

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A escala exportadora confere ao estado a liderança isolada em mercados de nicho e produtos de alto valor agregado. O agronegócio mineiro responde atualmente por 71% de todas as exportações brasileiras de café, além de deter 30,5% das vendas externas de produtos apícolas, 20,4% de lácteos, 12,8% de rações para animais e 11,9% de produtos hortícolas, leguminosas e tubérculos. Essa capilaridade garante receita estável ao produtor e mantém o interior do estado dinâmico economicamente.

No mapeamento dos destinos internacionais, a União Europeia manteve a posição de principal parceiro comercial das frentes agrícolas mineiras, absorvendo R$ 8,67 bilhões, o equivalente a 29,6% da pauta total do quadrimestre. Embora o café represente a quase totalidade das compras do bloco, os produtos florestais registraram um salto de 42,8% e os embarques de carnes mais do que dobraram para o mercado europeu.

Já os países do Mercosul movimentaram R$ 418,2 milhões, registrando uma expansão de 10,1% no volume físico importado. A Argentina liderou as compras intrabloco com 63,2% de participação, absorvendo uma cesta diversificada de produtos de consumo como chocolates, lácteos e alimentos processados.

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O balanço do quadrimestre absorveu as acomodações de preços e volumes nas cadeias de maior peso, que registraram faturamentos expressivos apesar das bases comparativas elevadas do ano anterior. O café gerou uma receita de R$ 16,32 bilhões com o embarque de 7,4 milhões de sacas, enquanto o complexo soja garantiu a vice-liderança da pauta com R$ 5,81 bilhões injetados na economia mineira a partir do comércio de 2,71 milhões de toneladas. O complexo sucroalcooleiro complementou a receita externa do estado com R$ 1,37 bilhão faturados no período, consolidando o agronegócio como o principal motor produtivo do estado no comércio global.

Fonte: Pensar Agro

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