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MMA lança programa inédito para remunerar 5 mil manejadores de pirarucu na Amazônia por serviços ambientais prestados

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O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) realiza, na próxima quinta-feira (26/3), em Manaus (AM), o lançamento do Programa de Pagamento por Serviços Ambientais do Pirarucu (PSA Pirarucu), iniciativa inovadora que reconhece e remunera os serviços ambientais prestados por comunidades ribeirinhas que realizam o manejo sustentável da espécie na Amazônia. A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, estará presente.

O programa vai beneficiar aproximadamente 5 mil pessoas de mais de 40 organizações comunitárias que atuam em 41 áreas protegidas, abrangendo mais de 20 milhões de hectares na Amazônia. Cerca de R$ 15 milhões serão mobilizados no âmbito do PSA Pirarucu e do Projeto Floresta+ Amazônia, ao longo de dois anos, com financiamento do Green Climate Fund (GCF) e apoio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD),  para ampliar o reconhecimento financeiro de quem cuida da floresta e dos rios.

Será lançado ainda o Edital de Apoio a Coletivos da Sociobioeconomia, voltado a redes e organizações de povos indígenas e comunidades tradicionais da Amazônia Legal.

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CREDENCIAMENTO – Os profissionais de imprensa que desejam fazer a cobertura do evento devem realizar o credenciamento pelo link.

Serviço: 

MMA lança programa inédito para remunerar 5 mil manejadores de pirarucu na Amazônia por serviços ambientais prestados 

Data: 26 de março de 2025, quinta-feira
Horário: 9h30 (horário local)
Local: Auditório da Ciência, Bosque da Ciência – Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia – INPA – Bairro Petrópolis, Manaus – AM
Credenciamento: Pelo link 

Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
[email protected]
(61) 2028-1227/1051

Acesse o Flickr do MMA

 

Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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Confinamento de bovinos deve crescer 5,7% em 2026 e reforça avanço da tecnologia na pecuária brasileira

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A pecuária intensiva brasileira segue em trajetória de crescimento e modernização. Resultados preliminares do Censo de Confinamento 2026 e do Tour de Confinamento 2025, apresentados pela dsm-firmenich, indicam expansão da atividade, aumento da eficiência produtiva e maior adoção de tecnologias voltadas à gestão e à rentabilidade das propriedades.

Os dados reforçam uma tendência cada vez mais presente no setor: a integração entre nutrição, tecnologia, análise de dados e gestão estratégica para elevar a produtividade dos sistemas de produção de carne bovina.

Brasil deve alcançar quase 9,8 milhões de cabeças confinadas

De acordo com a prévia do Censo de Confinamento 2026, realizada com o apoio de mais de mil técnicos e parceiros de campo, o Brasil deverá registrar aproximadamente 9,78 milhões de bovinos confinados neste ano.

O volume representa crescimento de 5,7% em comparação com 2025, quando foram contabilizadas 9,25 milhões de cabeças.

Os estados líderes em confinamento continuam concentrando grande parte da produção nacional:

  • Mato Grosso: 2,4 milhões de cabeças (+7,7%);
  • São Paulo: 1,4 milhão (+4,9%);
  • Goiás: 1,4 milhão (+2,0%);
  • Mato Grosso do Sul: 900 mil (+5,2%);
  • Minas Gerais: 800 mil (+7,9%).

Juntos, esses cinco estados respondem por cerca de 70,6% de todo o rebanho confinado estimado para o país, consolidando sua importância estratégica para a pecuária intensiva brasileira.

Segundo Luiz Fernando Magalhães, presidente de Nutrição e Saúde Animal para a América Latina da dsm-firmenich, o levantamento permite compreender transformações estruturais que vêm ocorrendo na atividade.

“A pecuária brasileira está cada vez mais profissionalizada, com decisões baseadas em tecnologia, gestão e indicadores produtivos que contribuem para maior eficiência e competitividade”, destaca.

Tour de Confinamento revela ganhos de produtividade e retorno financeiro

O Tour de Confinamento 2025 avaliou sistemas produtivos em propriedades distribuídas por diferentes regiões do país, analisando indicadores técnicos, econômicos e zootécnicos.

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Os resultados apontaram desempenho consistente dos sistemas acompanhados:

  • Ganho médio de 7,22 arrobas por animal;
  • Ciclo médio de confinamento de 98 dias;
  • Peso médio de entrada de 12,7 arrobas;
  • Peso médio de saída de 19,92 arrobas;
  • Retorno médio sobre investimento (ROI) de 16,31%, podendo atingir até 26,8%.

Os números demonstram que a busca por eficiência operacional tem contribuído para melhorar os resultados econômicos da atividade, mesmo em cenários de custos elevados e margens mais apertadas.

De acordo com Walter Patrizi, gerente de Confinamento para a América Latina da dsm-firmenich, tecnologias nutricionais e estratégias de gestão têm papel fundamental na sustentabilidade financeira dos confinamentos.

Pecuária de precisão amplia uso de dados no campo

Outro destaque apresentado pela companhia foi o avanço da digitalização no setor pecuário.

A plataforma FarmTell® Beef, voltada para gestão da pecuária de corte, já acompanha aproximadamente 1,4 milhão de animais distribuídos em 410 confinamentos localizados em 12 estados brasileiros.

A ferramenta reúne informações zootécnicas, produtivas e operacionais, permitindo que os produtores tomem decisões mais rápidas e assertivas com base em indicadores de desempenho.

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Além disso, a empresa vem ampliando a utilização da Lore™, inteligência artificial desenvolvida para gerar análises e recomendações personalizadas aos pecuaristas, contribuindo para ganhos de eficiência e controle dos sistemas produtivos.

Segundo Vanessa Porto, diretora de Pecuária de Precisão da dsm-firmenich, o uso de tecnologia passou a ser um fator estratégico para a competitividade da atividade.

“O produtor continua valorizando o suporte técnico e a proximidade com especialistas, mas também busca ferramentas capazes de transformar grandes volumes de dados em informações práticas para a tomada de decisão”, afirma.

Tecnologia, gestão e sustentabilidade moldam o futuro da pecuária

Os resultados preliminares do Censo de Confinamento 2026 e do Tour de Confinamento 2025 evidenciam uma mudança estrutural na pecuária brasileira. O foco não está apenas na ampliação da produção, mas na capacidade de produzir mais com eficiência, sustentabilidade e rentabilidade.

A combinação entre ciência, inovação, gestão e ferramentas digitais vem se consolidando como um dos principais pilares para o crescimento do setor, permitindo que os produtores enfrentem desafios de mercado e aumentem sua competitividade nos próximos anos.

Nesse cenário, a pecuária de precisão e o uso estratégico de dados tendem a ganhar ainda mais relevância, impulsionando uma nova fase de desenvolvimento da produção de carne bovina no Brasil.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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