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MMA promove Semana Nacional dos Animais com foco no fortalecimento das políticas públicas de proteção animal

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O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) promove, nos dias 11 e 12 de março de 2026, em Brasília (DF), a Semana Nacional dos Animais, evento dedicado à proteção, à defesa e aos direitos animais no Brasil. O objetivo é apresentar os avanços de políticas públicas voltadas à proteção animal e construir, de forma participativa, uma agenda estratégica para o biênio 2026-2030.

O encontro principal, no dia 12 de março, acontecerá no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB). A expectativa é reunir cerca de 1.500 participantes de todas as regiões do país, entre gestores públicos, pesquisadores, universidades, organizações da sociedade civil, além de representantes do Governo do Brasil e do Congresso Nacional.

O evento é aberto a servidores públicos, representantes da sociedade civil, autoridades e organizações que atuam na proteção e defesa dos direitos animais. As inscrições estão abertas até 8 de março de 2026.

Inscreva-se aqui.

Ao longo da programação, serão debatidos temas essenciais para a política ambiental e de proteção animal no Brasil, como fauna silvestre, vida marinha, espécies ameaçadas, políticas públicas para cães e gatos, enfrentamento aos maus-tratos e ao tráfico de animais, além da resposta à fauna em desastres e emergências ambientais.

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Programação

As atividades terão início em 11 de março, com dois encontros preparatórios. Na Universidade de Brasília (UnB), no auditório da ADUnB, acontecerá o Diálogo Municipal sobre Manejo Populacional Ético de Cães e Gatos.  Voltado a gestores e técnicos municipais das áreas de meio ambiente, saúde e controle populacional, o encontro busca fortalecer a atuação dos municípios na implementação de políticas de castração, identificação e controle populacional, integrando saúde pública, meio ambiente e bem-estar animal. 

A atividade também visa preparar a adesão ao Programa Nacional de Proteção e Manejo Populacional Ético de Cães e Gatos (ProPatinhas) e ao Sistema do Cadastro Nacional de Animais Domésticos (SinPatinhas).

No mesmo dia, o auditório Ipê do MMA sediará o encontro Caminhos para a Refaunação, que reunirá especialistas e pesquisadores para debater estratégias de restauração da biodiversidade e conservação da fauna silvestre, com base científica e foco na formulação de políticas públicas.

Já em 12 de março, o CICB receberá a Plenária Nacional de Proteção, Defesa e Direitos Animais, espaço de consolidação dos avanços e de definição dos próximos passos da política nacional de proteção animal. 

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A programação contará com painéis temáticos sobre proteção da fauna silvestre, espécies ameaçadas e migratórias, sistemas alimentares, Uma Só Saúde, desastres e emergências com fauna, enfrentamento de crimes contra animais e políticas públicas para animais domésticos.

Ainda no dia 12 de março, o público poderá visitar a exposição “O Brasil do Lado das Pessoas e dos Animais”, que apresentará ações e avanços das políticas públicas voltadas à proteção da fauna e aos direitos animais nos últimos anos.

A Semana Nacional dos Animais é promovida pelo Departamento de Proteção, Defesa e Direitos Animais (DPDA), vinculado à Secretaria Nacional de Biodiversidade, Florestas e Direitos Animais do MMA, em parceria com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). 

A iniciativa conta ainda com o apoio da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e de organizações da sociedade civil que atuam na proteção animal em todo o país.

Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
[email protected]
(61) 2028-1227/1051
Acesse o Flickr do MMA    

Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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Exportações do agronegócio de Minas Gerais alcançam US$ 5,8 bilhões e mantêm estado entre líderes nacionais

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As exportações do agronegócio de Minas Gerais somaram US$ 5,8 bilhões entre janeiro e abril de 2026, consolidando o estado entre os três maiores exportadores do setor no Brasil. No período, foram embarcadas 4,8 milhões de toneladas de produtos agropecuários para mais de 160 países.

Apesar da retração de 11,9% no valor exportado e de 9,3% no volume em comparação ao mesmo período de 2025, Minas Gerais respondeu por 10,6% das exportações do agronegócio brasileiro, mantendo posição de destaque no comércio exterior nacional.

Segundo análise da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), a redução está concentrada em segmentos específicos de grande representatividade, especialmente café e complexo sucroalcooleiro, enquanto diversas outras cadeias produtivas apresentaram crescimento.

Diversificação fortalece desempenho do agro mineiro

De acordo com a assessora técnica da Seapa, Manoela Teixeira, o resultado evidencia o avanço da diversificação das exportações do estado.

Segmentos como carnes, sementes, algodão, papel, animais vivos, couros, frutas e bebidas registraram desempenho positivo, contribuindo para ampliar a presença de Minas Gerais em diferentes mercados internacionais.

O estado também mantém liderança em importantes cadeias exportadoras. No primeiro quadrimestre, Minas respondeu por:

  • 71% das exportações brasileiras de café;
  • 30,5% dos produtos apícolas;
  • 20,4% dos lácteos;
  • 12,8% das rações para animais;
  • 11,9% dos produtos hortícolas, leguminosas, raízes e tubérculos.

Ao todo, mais de 500 produtos diferentes foram comercializados no mercado internacional durante o período.

Café continua liderando exportações

O café permaneceu como principal produto da pauta exportadora mineira, gerando receita de US$ 3,2 bilhões.

Foram embarcadas aproximadamente 7,4 milhões de sacas ao exterior, porém o segmento registrou retração de 17,5% em valor e de 26% em volume na comparação com o primeiro quadrimestre do ano anterior.

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Mesmo com a queda, o produto continua sendo o principal responsável pelo desempenho do agronegócio estadual e pela forte presença mineira no comércio internacional.

Complexo soja mantém segunda posição

O complexo soja, formado por grãos, farelo e óleo, ocupou a segunda colocação entre os produtos mais exportados pelo estado.

As vendas externas totalizaram US$ 1,14 bilhão, com embarques de 2,71 milhões de toneladas.

Em relação ao mesmo período de 2025, houve redução de 2,8% na receita e de 8,9% no volume exportado.

Carnes lideram crescimento entre os principais setores

O grande destaque positivo do quadrimestre foi o segmento de carnes bovina, suína e de frango.

As exportações do setor alcançaram US$ 576,7 milhões e 160 mil toneladas, representando crescimento de 8,2% em valor e de 0,7% em volume.

A valorização da carne bovina no mercado internacional foi um dos principais fatores responsáveis pelo avanço da receita, reforçando a importância do segmento na pauta exportadora mineira.

Complexo sucroalcooleiro registra retração

As exportações do complexo sucroalcooleiro somaram US$ 268,7 milhões entre janeiro e abril.

O resultado representa queda de 22,9% na receita e recuo de 2,7% no volume embarcado em comparação ao mesmo período do ano passado.

A redução do valor médio da tonelada exportada foi um dos fatores que mais contribuíram para o desempenho negativo do setor.

União Europeia permanece principal destino

A União Europeia consolidou-se como o principal mercado para os produtos do agronegócio mineiro.

O bloco econômico importou US$ 1,7 bilhão em produtos do estado no primeiro quadrimestre, equivalente a 29,6% de toda a pauta exportadora do agro mineiro.

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Na comparação anual, houve queda moderada de 2,9% no valor e de 2,5% no volume embarcado.

O café continua dominando as vendas para o mercado europeu, representando 94,4% do valor exportado ao bloco.

Por outro lado, alguns segmentos vêm ampliando sua participação. Os produtos florestais registraram crescimento de 42,8% na receita, enquanto as exportações de carnes mais que dobraram, indicando oportunidades de diversificação e agregação de valor.

Mercosul amplia volume importado

Os países do Mercosul — Argentina, Uruguai, Paraguai e Bolívia — adquiriram US$ 82 milhões em produtos do agronegócio mineiro no período.

Embora a receita tenha recuado 2,1%, o volume exportado cresceu 10,1%, refletindo ajustes nos preços médios dos produtos comercializados.

A Argentina respondeu por 63,2% das compras do bloco, seguida por Uruguai, Paraguai e Bolívia.

Diferentemente da União Europeia, a pauta exportadora para o Mercosul apresenta maior diversidade. O café representa 38,3% das vendas, seguido por cacau e derivados, carnes, produtos vegetais, hortaliças, tubérculos, produtos florestais e alimentos processados.

Essa característica amplia as oportunidades para a indústria agroalimentar mineira, especialmente em segmentos de maior valor agregado, como bebidas, chocolates, lácteos e cafés especiais.

Perspectiva

Mesmo diante da retração observada no primeiro quadrimestre, Minas Gerais mantém posição estratégica no comércio exterior do agronegócio brasileiro. A força do café, o avanço das exportações de carnes e a crescente diversificação da pauta exportadora reforçam a competitividade do estado e ampliam as oportunidades de crescimento em mercados internacionais cada vez mais exigentes.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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