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Monte Verde: 3 lugares para degustar e comprar cachaças

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Monte Verde: 3 lugares para degustar e comprar cachaças
DA REDAÇÃO

Monte Verde: 3 lugares para degustar e comprar cachaças

1. Le Cadeau de Dieu – Café et Sucré

Localizada na Avenida Monte Verde , a loja vende uma linha exclusiva de cachaças artesanais do sul de Minas de Gerais , maturadas em tonéis de umburana, grápia e carvalho europeu ou flavorizadas a frio nas versões cambuci, aniz estrelado, cana caiana, carqueja e cana leve.

O preço de todas essas variedades é o mesmo e só muda de acordo com o tamanho da garrafa comprada. A menor, de 275ml, custa R$ 29; a de 500ml sai por R$ 52; e a de 670ml é vendida a R$ 68. Entre as bebidas disponíveis na casa, destaque para a “Mé do Coroné”, produzida artesanalmente em uma fazenda do município mineiro de Poço Fundo .

Mais informações no perfil no Instagram , pelo telefones (11) 94767-3849 e pelo Whatsapp (11) 94767-3848.

Le Cadeau de Dieu – Café et Sucré, Monte Verde, Minas Gerais
Carro-chefe entre as cachaças do Le Cadeau De Dieu – Café et Sucré, a Mé do Coroné é vendida em três tamanhos de garrafa //Divulgação

2. O Trutário

O Trutário é uma propriedade cheia de verde com criação de trutas, que integram os pratos servidos em seu restaurante. Mas no local também há um alambique, que produz cachaças artesanalmente. A dose da aguardente, batizada de Filha da Truta, custa R$ 10. O destilado é utilizado ainda no preparo das caipirinhas com frutas (R$ 30) e do drink “Esquilo Loko” (R$ 33), que leva manga, hortelã e pimenta rosa. Outras cachaças mineiras servidas no local são a Quinta das Castanheiras e a Rainha da Cana.

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Mais informações pelo WhatsApp: (35) 99724-6119 e no perfil do Instagram.

O Trutário, Monte Verde, Minas Gerais
Além da criação de trutas, propriedade tem alambique //Divulgação

3. Hügel Bar&Gastronomia

O cardápio do Hügel apresenta uma mistura das culinárias alemã, italiana, letã e caipira mineira, que originaram a cultura gastronômica de Monte Verde . Entre as opções de bebidas está uma cachaça que leva o nome do bar e restaurante, produzida de forma artesanal em Bragança Paulista (SP).

Feita a partir de um mix de canas, cuja combinação gera um gosto inicial após passar pelos processos de fermentação e destilação, a bebida é envelhecida em barril de carvalho francês, por no mínimo um ano, para ser maturada e absorver todas as propriedades da madeira até atingir um sabor delicado. Vendida ao preço de R$ 18 a dose, a cachaça também é utilizada em drinks e no processo de finalização do fondue de queijo.

O Hügel serve ainda uma cachaça produzida em Camanducaia, a Quinta das Castanheiras , cuja dose para degustação custa R$ 12.

Reservas pelo telefone: (11) 91789-9449 ou pelo site.

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Hügel Bar&Gastronomia, Monte Verde, Minas Gerais, Brasil
Hügel Hugel serve cachaça artesanal feita exclusivamente para o restaurante //Divulgação

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Fonte: Turismo

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Conheça o Sítio Burle Marx, primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco

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Ícone do paisagismo brasileiro, Roberto Burle Marx marcou história além das fronteiras nacionais. Reconhecido mundialmente, o artista foi pioneiro ao harmonizar formas geométricas, cores e movimentos com plantas nativas da Mata Atlântica e biomas associados. É na Barra de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, que turistas do Brasil e do mundo podem conhecer o Sítio Roberto Burle Marx.

Inscrita na Lista do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultural (Unesco) em 2021, a propriedade abriga 3.500 espécies florais cultivadas em uma concepção ecológica que une vegetação, arquitetura e as chamadas plantas vivas. A obra, inclusive, é o primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco, além de ter sido o 23° bem brasileiro a receber a chancela.

Em nível nacional, a área de 405 mil metros quadrados está sob gestão e proteção do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), associada a ele como Unidade Especial desde 1985, e tombada como Patrimônio Cultural nos mais diversos níveis.

Jardins aquáticos, coleções de arte, viveiros e edificações convivem no espaço e convidam pessoas a preservar, pesquisar e disseminar a obra de Burle Marx. Lá, o paisagista viveu por 20 anos, estabelecendo conexões entre cultura e natureza, que dão conta do legado da vida do artista.

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Plantas vivas

De dimensão única, o local reúne experimentos botânicos e revelam outra história pioneira: Roberto Burle Marx também se destacou por promover a conservação de biomas brasileiros mundo afora. Além de ter descoberto novas espécies por meio de expedições, mais de 30 plantas levam seu nome.

Ao longo da carreira, o artista também é conhecido por ter unido vãos livres e concreto aparente a paisagens tropicais, integrando estruturas vazadas à vegetação nativa e às plantas vivas.

Também são de autoria do artista, especialmente entre as décadas de 1930 e de 1990, obras como o Parque do Flamengo, no Museu de Arte Moderna, também no Rio de Janeiro; e os Jardins do Palácio do Planalto, em Brasília; entre outras.

Como e quando ir

Desde 2019, a chamada Casa de Roberto, onde o artista viveu, está aberta para visitação no Sítio Burle Marx. Sob curadoria do Iphan, o espaço abriga memórias, elementos e emoções que contam a história e as relações culturais do paisagista.

Com duração de 1h30, a visita é aberta ao público e inclui trajeto de 1.800 metros, contemplando jardins, a Casa de Roberto e espaços em que o paisagista criou suas obras.

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Com recursos de acessibilidade, o espaço também recebe visitas escolares, de grupos e ensaios fotográficos mediante agendamento. Sempre de terças-feiras aos sábados, das 9h30 às 13h30, a visitação acontece de forma mediada e deve ser agendada por meio do e-mail [email protected].

Mais informações podem ser acessadas clicando aqui.

A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela Unesco por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de Valor Universal Excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios, cuja preservação é de interesse mundial.

O Brasil possui atualmente 26 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.

Por Rafael Daher
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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