Várzea Grande

Motorista é flagrado jogando entulhos em lagoa de em Várzea Grande

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Um motorista de caminhão de 43 anos foi flagrado, na manhã desta segunda-feira (22), descartando restos de obras e entulhos em uma lagoa situada em área de preservação ambiental no bairro Unipark, em Várzea Grande. A ação contou com a atuação conjunta da Secretaria de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, da Guarda Municipal e da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável. O homem foi surpreendido no momento em que soterrava parte do espaço protegido. A equipe da Patrulha Ambiental Motociclística da Guarda Municipal interrompeu a prática e conduziu o motorista para a Central de Flagrantes. Técnicos do Meio Ambiente estiveram no local, aplicaram as autuações administrativas e acionaram o Ministério Público, que já acompanha o caso.

Segundo a Secretaria de Meio Ambiente, a conduta é considerada infração grave. O motorista deve responder criminalmente e ainda poderá receber multas. O processo segue em análise pelas autoridades competentes.

A operação integra as ações de monitoramento em pontos críticos de Várzea Grande, realizadas para combater descartes irregulares que colocam em risco lagoas, nascentes e cursos d’água. O secretário de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Lucas Ribeiro Ductievicz, destacou que a união entre os órgãos municipais é fundamental para proteger o patrimônio ambiental da cidade. “Estamos unindo esforços entre secretarias para coibir práticas criminosas que degradam nossas áreas naturais. A população também pode e deve ajudar, denunciando irregularidades para que possamos agir com rapidez”, afirmou.

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A Guarda Municipal reforçou que a fiscalização ambiental tem caráter preventivo e repressivo, sendo executada diariamente em locais onde há maior risco de degradação. “Nosso trabalho é garantir resposta imediata e evitar que situações como essa se repitam”, pontuou comandante da Guarda Municipal, inspetor GM Juliano Lemos

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

CMEI promove reflexão e conscientização sobre a violência contra a mulher

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Nem toda violência deixa marcas visíveis. Muitas vezes, ela se esconde no silêncio, no medo, no controle e em situações que, por muito tempo, foram tratadas como algo “normal”. Para discutir essa realidade e ampliar o debate sobre o enfrentamento à violência contra a mulher, o Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Manoel Rosa de Figueiredo promoveu um encontro com a comunidade escolar.

A professora Márcia Maria de Souza Oliveira foi convidada para ministrar a palestra “A realidade da mulher não é cor de rosa”, que abriu espaço para informação, reflexão e conscientização sobre as diferentes formas de violência que podem atingir as mulheres.

“Mais do que falar sobre o problema, a iniciativa buscou fortalecer a compreensão de que informação também é uma ferramenta de proteção e que romper o silêncio pode ser o primeiro passo para buscar ajuda”, destacou a diretora da unidade escolar, Andreia Cristina Zangari.

Segundo a gestora, a atividade também reforçou o papel da educação na construção de relações baseadas no respeito, na dignidade e na valorização da vida.

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“Ao trazer temas sociais para dentro do ambiente educacional, a unidade amplia o diálogo com profissionais, famílias e comunidade. O encontro também marcou o encerramento do Espaço de Saberes 2026, abordando um tema necessário e urgente, que precisa ser discutido por toda a sociedade”, afirmou.

A secretária municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, destacou que combater a violência exige uma sociedade preparada para ouvir, acolher e agir.

“Não podemos fechar os olhos para uma realidade que ainda atinge tantas mulheres. A educação tem o poder de abrir caminhos, romper silêncios e transformar comportamentos. Quando falamos sobre violência, quando orientamos e conscientizamos, estamos ajudando a construir uma rede de proteção. Nenhuma mulher deve sentir que está sozinha ou que precisa aceitar a violência como parte da sua vida”, afirmou Maria Fernanda.

A secretária ressaltou ainda que o enfrentamento à violência começa também pela mudança de atitudes e pela formação de uma cultura de respeito.

“Precisamos ensinar, desde cedo, que respeito não é uma escolha, é um princípio. Uma sociedade que educa para o respeito também se prepara para não tolerar a violência”, acrescentou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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