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Movimento Carne do Futuro amplia atuação e apresenta novos embaixadores para diálogo com a sociedade

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Novos embaixadores reforçam estratégia do movimento

O Movimento Carne do Futuro é Animal anuncia a chegada de três novos embaixadores: Richard Rasmussen, biólogo e comunicador; Marcelo Bolinha, açougueiro e churrasqueiro de referência nacional; e Dr. Alexandre Duarte, médico especialista em metabolismo humano e alimentação.

A iniciativa busca ampliar o diálogo do movimento com produtores, consumidores e sociedade, reforçando a comunicação sobre produção de carne responsável, consumo consciente e saúde.

Alcance ampliado e presença digital

Segundo o movimento, os novos embaixadores somam quase 5 milhões de seguidores nas redes sociais, fortalecendo o alcance das mensagens e permitindo que debates técnicos e culturais sobre carne atinjam um público mais amplo, além do circuito tradicional do agronegócio.

Para Luciano Resende, porta-voz do movimento:

“O consumo de carne segue relevante no Brasil e no mundo, mas o debate público se tornou raso e polarizado. Ter vozes com credibilidade e conhecimento técnico é fundamental para levar informação de qualidade e aproximar o consumidor da realidade de quem produz”.

Primeira ativação presencial durante o Simpósio Nutripura

A estreia dos novos embaixadores será no 12º Simpósio Nutripura, que ocorrerá entre 19 e 21 de março, em Rondonópolis e Cuiabá. Durante o evento, eles participarão de debates com pesquisadores e especialistas, abordando temas de saúde, sustentabilidade e cultura alimentar, que também serão aprofundados em canais digitais ao longo do ano.

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Movimento reforça papel de elo entre campo e sociedade

Com a chegada de Rasmussen, Bolinha e Duarte, o Movimento Carne do Futuro é Animal consolida sua atuação como ponte entre produtores e consumidores, promovendo um debate mais informado, responsável e conectado à realidade da produção de alimentos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de açúcar recuam quase 25% em receita no primeiro semestre de 2026 com queda nos preços internacionais

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As exportações brasileiras de açúcar registraram queda significativa no primeiro semestre de 2026, tanto em volume quanto em receita. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), mostram que o país embarcou 12,29 milhões de toneladas de açúcares e melaços entre janeiro e junho, retração de 4,39% em relação ao mesmo período de 2025.

O impacto mais expressivo, no entanto, ocorreu sobre o faturamento. A receita das exportações somou US$ 4,43 bilhões, valor 24,98% inferior aos US$ 5,90 bilhões registrados no primeiro semestre do ano passado. O resultado reflete, principalmente, a forte desvalorização do açúcar no mercado internacional.

Exportações de açúcar caem em junho

Somente em junho, o Brasil exportou 3,13 milhões de toneladas de açúcares e melaços, volume 7,16% menor que o registrado no mesmo mês de 2025, quando os embarques alcançaram 3,37 milhões de toneladas.

A receita obtida com as vendas externas caiu de US$ 1,44 bilhão para US$ 1,09 bilhão, representando retração de 24,26% na comparação anual.

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Preço médio do açúcar despenca no mercado externo

O principal fator responsável pela redução do faturamento foi a queda no preço médio das exportações.

Em junho, a cotação média do açúcar exportado pelo Brasil ficou em US$ 349,59 por tonelada, uma redução de 18,42% frente aos US$ 428,54 por tonelada registrados em junho de 2025.

No acumulado do primeiro semestre, o preço médio também apresentou forte retração, passando de US$ 458,79 para US$ 360,01 por tonelada, o que evidencia a pressão exercida pelas cotações internacionais sobre a rentabilidade das exportações brasileiras.

Mercado acompanha oferta global e comportamento dos preços

Apesar de o Brasil manter a liderança mundial nas exportações de açúcar, o desempenho em 2026 demonstra um cenário mais desafiador para o setor. A combinação entre menor volume embarcado e preços internacionais mais baixos reduziu significativamente a receita cambial do segmento.

Os números divulgados pela Secex consideram 21 dias úteis em junho de 2026, ante 20 dias úteis em junho de 2025, e reforçam a influência do mercado global sobre o desempenho das exportações brasileiras de açúcar ao longo do ano.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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