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MPA participa da primeira reunião do Instituto Nacional de Aquarismo

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O Ministério da Pesca e Aquicultura participou da primeira reunião institucional do Instituto Nacional de Aquarismo, realizada entre os dias 12 e 13 de abril, em São Paulo (SP). Este foi um encontro voltado para o fortalecimento do diálogo e da articulação entre representantes do setor de peixes ornamentais no Brasil. 

 A reunião marcou o início das atividades organizativas do Instituto Nacional de Aquarismo, com discussões voltadas ao planejamento de ações estratégicas.  

O MPA foi representado pela secretária Nacional de Pesca Industrial, Amadora e Esportiva substituta, Sandra Silvestre, e pela coordenadora-geral de Desenvolvimento da Pesca Industrial, Amadora e Esportiva, Lariessa Soares. 

A secretária acredita que o evento “contribuiu para o acompanhamento das pautas institucionais e com o fortalecimento da interlocução entre o poder público e os atores do setor”. 

equipe também realizou visitas técnicas no município de Ilhabela (SP), onde conheceu iniciativas relacionadas à aquicultura de peixes ornamentais desenvolvidas na região. As visitas tiveram como objetivo acompanhar experiências locais, dialogar com produtores e observar práticas produtivas que contribuem para o desenvolvimento sustentável do aquarismo. 

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 Para Sandra, “a participação do MPA reforça o compromisso institucional com o fortalecimento do setor ornamental brasileiro, consolidando a construção de políticas públicas voltadas ao crescimento estruturado e responsável da atividade no país.

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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El Niño: probabilidade de 75% de ser o evento climático mais forte registrado desde 1950

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Nova projeção do Centro de Previsão Climática da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (CPC/NOAA) sobre o El Niño/La Niña indica intensificação até o final de 2026. Conforme dados repercutidos pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), há probabilidade superior a 90% de ocorrência de um evento climático muito forte durante a primavera e durante o verão de 2026–2027 no Hemisfério Sul. Também há probabilidade de 75% de ser o El Niño mais forte registrado desde 1950. 

A vida dos trabalhadores e trabalhadoras da pesca e da aquicultura pode ser impactada diretamente pelo El Niño/La Niña. Isso ocorre devido às mudanças nas condições de chuva, de temperatura e de disponibilidade de água em diferentes regiões do Brasil. 

No Norte e no Nordeste a previsão de chuvas abaixo da média pode contribuir para a redução dos níveis dos rios e afetar a navegação, o acesso às comunidades, a atividade pesqueira e o abastecimento de água. Em áreas do Sul, a ocorrência de chuvas acima da média pode aumentar o risco de enchentes e danos a estruturas utilizadas pela pesca e pela aquicultura. Em outras regiões, temperaturas elevadas também podem exigir mais atenção às condições da água e dos cultivos.

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Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA)  visando a preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

 

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

Com informações do INMET

[email protected] 

 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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