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MPA publica resultado do Prêmio Mulheres das Águas 2025

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 O Ministério da Pesca e Aquicultura divulgou o resultado do Prêmio Mulheres das Águas 2025. Foram escolhidas as vencedoras de 11 categorias, em um total de 306 inscritas, número recorde se comparado às edições anteriores. A cerimônia de premiação está prevista para março deste ano, em data ainda a ser marcada.  

 A escolha das vencedoras foi feita após uma análise das histórias das participantes, de acordo com o material enviado no momento da inscrição. As inscritas foram avaliadas por uma comissão composta por 39 mulheres, representantes do MPA, de outros Ministérios e de entidades da sociedade civil ligadas à pesca e aquicultura.  

 O chefe da APSD, Paulo Faria, declarou que o número de inscritas foi um grande desafio. “São 306 lindas histórias que merecem ser contadas em um livro! Parabéns para as ganhadoras e um agradecimento às 39 avaliadoras que tiveram uma difícil missão.”     

A presidente da comissão, Ingrid Lopes, da Assessoria de Participação Social e Diversidade do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), agradeceu a participação de todas as candidatas inscritas e informou que os relatos enviados foram analisados com atenção. Segundo ela, em breve serão divulgadas as histórias selecionadas, destacando a relevância das trajetórias apresentadas pelas participantes nos setores pesqueiro e aquícola. 

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  • Pesca Artesanal Marinha – Cristiane Santos Oiticica – Valença – BA 
  •  Pesca Artesanal Continental – Fernanda de Araújo Moraes – Carauari – AM 
  •  Pesca Artesanal Estuarina – Navegante Maria dos Santos Mendonça –  Grossos – RN 
  •  Pesca Industrial ou Indústria do Pescado – Eveline Alexandre Paulo – Fortaleza – CE  
  •  Pesca Amadora e Esportiva – Liliane Santos da Silva – Altamira – PA.  
  •  Pesca ou Aquicultura de Ornamentais – Aramar Castro Pinheiro – Barcelos – AM.  
  •  Pesca Artesanal ou Aquicultura Indígena – Ana Paula Lima Reis Paumari – Tapauá – AM.  
  •  Aquicultura Marinha ou Estuarina – Ana Carolina de Barros Guerrelhas – Canguaretama – RN 
  •  Aquicultura Continental – Maria Luiza Barbosa da Silva – Palmas – TO 
  • Ensino Pesquisa e/ou Extensão – Rita de Cassia Franco Rêgo – Salvador – BA. 
  • Gestão Pública ou Privada – Elaine Luiza de Jesus – São Cristóvão – SE 
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Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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Brasil e Alemanha assinam acordos para fortalecer cooperação em economia circular e combate ao crime ambiental

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Os governos do Brasil e da Alemanha firmaram, nesta segunda-feira (20/4), acordos para fortalecer a cooperação bilateral nas áreas de economia circular e combate ao crime ambiental. Os ministros do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, e do Meio Ambiente, Conservação da Natureza, Segurança Nuclear e Proteção ao Consumidor alemão, Carsten Schneider, assinaram os atos em Hanôver, na Alemanha, paralelamente às agendas oficiais que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva cumpriu na cidade.

Os países também firmaram declaração conjunta em que a Alemanha manifesta intenção de aportar, por meio de seu banco de desenvolvimento KfW, até EUR 500 milhões para o Fundo Clima, operado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e liderado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), que coordena seu Comitê Gestor  – leia mais aqui.

Diálogo Brasil-Alemanha sobre Economia Circular e Eficiência de Recursos

Um dos atos cria o Diálogo Brasil-Alemanha sobre Economia Circular e Eficiência de Recursos e seu plano de ação. O objetivo é fortalecer o intercâmbio bilateral sobre as políticas públicas necessárias à promoção da economia circular, instrumento considerado pelas nações como importante para apoiar o crescimento sustentável, a eficiência de recursos e o combate à mudança do clima, à perda de biodiversidade e à poluição.

O Diálogo tratará da concepção, planejamento e implementação de estratégias, legislação e políticas em áreas de interesse mútuo. Será um fórum para desenvolver conjuntamente recomendações de ajustes de políticas para apoiar a gestão sustentável de recursos.

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O intercâmbio entre os países se dará em três frentes. Primeiro, no aumento da circularidade e da eficiência de recursos ao longo de toda a cadeia de valor de materiais-chave – especialmente plásticos, água, produtos químicos, minerais e metais, entre outros – e em categorias de produtos selecionadas ou setores-chave, como eletrônicos, têxteis e embalagens. Para subsidiar a primeira área, podem ocorrer trocas sobre instrumentos e ferramentas de política, tais como critérios de ecodesign, rotulagem ambiental, sistemas de gestão ambiental, responsabilidade estendida do produtor, compras públicas sustentáveis, financiamento de medidas de economia circular e subsídios. Por fim, os países podem discutir padrões ambiciosos de sustentabilidade e transparência ao longo das cadeias de valor de categorias de produtos selecionadas e materiais-chave.



No texto, as partes destacam a intenção de trabalhar conjuntamente em mecanismos multilaterais internacionais sobre esses temas, como a ONU, incluindo o Comitê Intergovernamental de Negociação sobre Poluição por Plásticos, para promover a realização de padrões sustentáveis de consumo e produção e acelerar a transição para um uso mais sustentável, eficiente e circular de materiais e recursos naturais.

O Diálogo deve ser conduzido por autoridades de alto nível dos países. Sua governança ficará a cargo de um Comitê Diretivo Conjunto, que se reunirá anualmente e terá a tarefa de supervisionar o trabalho realizado no âmbito da iniciativa. Poderão participar outros ministérios envolvidos no tema, assim como o setor privado.



O plano de ação deve ser aplicado inicialmente por um período de cinco anos.

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Declaração Conjunta sobre a Cooperação no Combate aos Crimes Ambientais

O segundo ato assinado nesta segunda-feira institui a Declaração Conjunta sobre a Cooperação no Combate aos Crimes Ambientais. Por meio dela, Brasil e Alemanha reconhecem que os crimes ambientais – como o tráfico ilícito de fauna e flora silvestres e de resíduos e a mineração e pesca ilegais – são forma grave e em rápida expansão de crime organizado transnacional, que gera lucros ilícitos substanciais para organizações criminosas e possui impactos ambientais significativos, incluindo a aceleração da perda de biodiversidade, da mudança do clima e da poluição, o que representa ameaça a povos indígenas e comunidades locais.

A cooperação entre os países na área pode ocorrer na forma de intercâmbios bilaterais, envolvendo os ministérios relevantes de ambos os países; fortalecimento da coordenação em processos multilaterais relevantes, a fim de aprimorar a cooperação internacional; e a discussão de caminhos para um engajamento mais amplo e direcionado de iniciativas multissetoriais e da sociedade civil, entre outras.
 

Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
[email protected]
(61) 2028-1227/1051
Acesse o Flickr do MMA 

Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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