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MPMT conclui na quarta-feira eleições para PGJ, corregedor e CSMP

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso encerra nesta quarta-feira (04), às 8h30, três importantes eleições: a da lista tríplice para o cargo de procurador-geral de Justiça, de corregedor-geral e da nova composição do Conselho Superior. O processo eleitoral, que começou no domingo (1º), ocorre de forma simultânea, no Portal de Aplicativos da instituição. Ao todo, 266 procuradores e promotores de Justiça estão aptos a votar.

Para o cargo de procurador-geral de Justiça, estão na disputa o procurador de Justiça José Antônio Borges Pereira e os promotores de Justiça Carlos Eduardo Silva e Rodrigo Fonseca Costa. O resultado da eleição definirá a ordem dos nomes na lista tríplice que será encaminhada ao governador do Estado no primeiro dia útil de 2025. A partir daí, o governador terá 15 dias para efetuar a nomeação.

Para corregedor-geral há apenas um candidato, o procurador de Justiça João Augusto Veras Gadelha tenta a reeleição por mais um biênio. Já para a composição do Conselho Superior do Ministério Público, 34 procuradores de Justiça disputam as nove vagas existentes. O CSMP é formado por 11 integrantes, tendo como membros natos o procurador-geral de Justiça e o corregedor-geral.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Justiça aceita denúncia e manda prender acusada por morte de advogado

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A Justiça de Mato Grosso acatou a denúncia contra nove pessoas investigadas pelo assassinato do advogado Roberto Zampieri, morto em 5 de dezembro de 2023, em Cuiabá, e determinou a prisão de uma das acusadas.
A decisão foi assinada pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira, da 12ª Vara Criminal da Capital. Com isso, os investigados passam a responder formalmente pelos crimes, que incluem homicídio qualificado e participação em organização criminosa.
De acordo com as investigações da Polícia Civil, o assassinato teria sido cometido por um grupo organizado, com divisão de tarefas, voltado a execuções sob encomenda.
Entre os denunciados estão Aníbal Manoel Laurindo e Elenice Ballarotti Laurindo, apontados como mandantes do crime. Também são acusados outros envolvidos na intermediação, execução e apoio logístico.
Na mesma decisão, a juíza determinou a prisão preventiva de Elenice Ballarotti Laurindo. Segundo o entendimento da magistrada, há indícios de que ela participou da contratação e do pagamento pela execução, além de risco de interferência no andamento do processo.
Já os pedidos de prisão de Peterson Venites Komel Júnior, Salézia Maria Pereira de Oliveira e Mario Jorge Bucater foram negados. Eles continuarão cumprindo medidas cautelares, como uso de tornozeleira eletrônica, restrição de contato e limitação de deslocamento.
A Justiça também determinou a citação de todos os denunciados para que apresentem defesa e autorizou o levantamento do sigilo do processo.
A denúncia é assinada pelos promotores de Justiça Samuel Frungilo, Elide Manzini de Campos, Vinicius Gahyva Martins e Rodrigo Ribeiro Domingues.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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