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MPMT conhece Centro de Autocomposição de Minas Gerais

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A promotora de Justiça Taiana Castrillon Dionello, titular da 1ª Promotoria de Justiça Cível da Comarca de Várzea Grande – especializada na Defesa da Probidade Administrativa e do Patrimônio Público, realizou, na última quinta-feira (5), uma visita ao Centro de Autocomposição de Conflitos e Segurança Jurídica do Ministério Público do Estado de Minas Gerais. O objetivo da visita foi conhecer de perto o funcionamento, processos de trabalho e resultados alcançados pelo órgão na promoção da resolução consensual de conflitos. A promotora de Mato Grosso foi recebida pela coordenadora Técnico-Jurídica do Compor-MPMG, Danielle de Guimarães Germano Arlé, e pela coordenadora Administrativa, Elisabeth Cristina dos Reis Villela. Instituído em 2021, o Compor-MPMG é um órgão vinculado diretamente ao gabinete do procurador-geral de Justiça, que tem por finalidade implementar, adotar e incentivar métodos de autocomposição, como a negociação, a mediação, a conciliação e as práticas restaurativas.“A experiência no Compor-MPMG foi enriquecedora. Conhecer mais sobre práticas autocompositivas reforça nosso compromisso com uma atuação resolutiva e centrada no diálogo. Levo aprendizados que contribuirão para fortalecer, em Mato Grosso, uma cultura de pacificação social e de soluções sustentáveis no âmbito do Ministério Público”, avaliou Taiana Castrillon Dionello.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Réu que tentou matar ex diante das filhas é condenado a 23 anos

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O Tribunal do Júri de Várzea Grande condenou, na última quinta-feira (7), Alessandro Ivo de Moraes a 23 anos e 4 meses de reclusão por tentativa de feminicídio contra sua ex-companheira.
O crime ocorreu em 25 de maio de 2025, na residência da vítima, na presença das cinco filhas do casal, todas menores de idade. Segundo as investigações, inconformado com o término do relacionamento, o réu invadiu o imóvel, utilizou uma faca e atacou a vítima. A filha mais velha, então com 17 anos, tentou proteger a mãe e também foi ferida.

O Conselho de Sentença acolheu integralmente a tese apresentada pelo Ministério Público. O réu permanecerá preso, e o juiz presidente, Pierro Mendes, determinou o início imediato do cumprimento da pena.
O promotor de Justiça que atuou no Tribunal do Júri, César Danilo Novais, ressaltou que a decisão reafirma o compromisso institucional no enfrentamento à violência contra a mulher e na proteção à vida. Segundo ele, o julgamento também representa um marco para a comarca, sendo a primeira condenação com base na Lei nº 14.994/2024, que tipificou o feminicídio como crime autônomo no Código Penal.
“A sociedade não aceita o inaceitável. A vida é inviolável. Todas as vidas importam. As vidas das mulheres também. Chega de violência sanguinária.”
Segundo o promotor, o julgamento representa um marco para a comarca, sendo a primeira condenação com base na Lei nº 14.994/2024, que tipificou o feminicídio como crime autônomo no Código Penal

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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