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MPMT conquista primeiro lugar em Prêmio de Inovação nacional

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso conquistou o primeiro lugar na 5ª Edição do Prêmio de Inovação Judiciário Exponencial (J Ex), categoria Projetos / Inovação Tecnológica, com o projeto Satélites Alertas – Combate aos Desmatamentos e Queimadas Ilegais. A iniciativa, priorizada no último ciclo do Planejamento Estratégico do MPMT, é desenvolvida em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Além do Satélites Alertas, o MPMT foi finalista na categoria Projeto /Inovação Social com as iniciativas: “Observatório Caliandra” (auxiliar no enfrentamento à violência contra a mulher) e “Materia” (identifica a venda de créditos virtuais de madeira nos sistemas oficiais de comercialização e transporte de produtos florestais).

O prêmio J Ex  foi dividido em duas grandes categorias: Projetos e Pessoas. Mais de 500 iniciativas concorreram ao prêmio. Todos os projetos e indicações passaram por duas etapas de avaliação. Na categoria Projetos/Iniciativas, os trabalhos inscritos foram avaliados pela Fundação Instituto de Administração (FIA) e por uma comissão de notáveis. Na categoria Pessoas, as indicações foram avaliadas por uma comissão de notáveis e também por votação por meio de pessoas previamente cadastradas na plataforma.

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Em sua quinta edição, a premiação teve como objetivo reconhecer e incentivar iniciativas e projetos inovadores no âmbito tecnológico, de gestão e de novas metodologias aplicados no ecossistema de Justiça, além de destacar e valorizar integrantes e servidores que contribuem para a transformação positiva do judiciário brasileiro.

Prêmio CNMP – O Ministério Público do Estado de Mato Grosso também está entre os finalistas do Prêmio CNMP Edição 2024 com o projeto Núcleo de Apoio aos Acordos de Não Persecução Penal e Diligências, na categoria Governança e gestão. Em todo o país, 27 iniciativas foram selecionadas. A ordem dos vencedores somente será revelada no momento da cerimônia de premiação, que deve ocorrer no dia 27 de novembro, às 17h, em Brasília.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Liminar do TJMT mantém investigação de estupro de vulnerável

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) obteve decisão liminar favorável no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) que suspendeu o arquivamento de um inquérito policial que apura um crime de estupro de vulnerável na Comarca de Tapurah.A medida foi concedida pela desembargadora Gabriela Knaul Albuquerque, relatora do Mandado de Segurança Criminal impetrado pelo MPMT contra decisão da então Vara Única da comarca, que havia determinado de ofício o encerramento da investigação.O mandado de segurança foi ajuizado pela 1ª Promotoria de Justiça de Tapurah, por meio do promotor de Justiça Marlon Pereira Rodrigues, após o Juízo de primeiro grau indeferir um pedido de prorrogação de prazo para a realização de diligências complementares e, na sequência, determinar o arquivamento do inquérito policial sem manifestação ministerial pelo encerramento do caso.Na impetração, o MPMT argumentou que o arquivamento determinado de ofício representou interferência em atribuição constitucional do Ministério Público, titular exclusivo da ação penal pública. Conforme destacou o promotor de Justiça Marlon Pereira Rodrigues, a investigação possuía diligência essencial e viável ainda pendente de realização.Ao analisar o pedido liminar, a desembargadora relatora reconheceu, em juízo preliminar, a relevância das alegações apresentadas pelo Ministério Público. Na decisão, destacou que o sistema processual penal brasileiro é regido pelo modelo acusatório, no qual cabe ao Ministério Público formar sua convicção acerca da possibilidade de denúncia, da necessidade de novas diligências ou do arquivamento da investigação.A relatora ressaltou ainda que o requerimento ministerial não consistia em simples pedido genérico de prorrogação, uma vez que foram especificadas diligências concretas e sua finalidade para a conclusão da investigação.Com a concessão da liminar, ficam suspensos os efeitos da decisão que determinou o arquivamento do inquérito policial, preservando-se a possibilidade de realização das diligências consideradas necessárias pelo Ministério Público até o julgamento definitivo do mandado de segurança pela Turma de Câmaras Criminais Reunidas do Tribunal de Justiça.O MPMT ressalta que, em razão do segredo de justiça que protege a identidade das vítimas, não serão divulgadas informações adicionais sobre o caso concreto ou quaisquer dados que possam, direta ou indiretamente, identificá-las.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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