Mato Grosso

Mutirões eleitorais vão contemplar zonas urbana e rural de Matupá

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A 33ª Zona Eleitoral, com sede em Peixoto de Azevedo, realizará dois mutirões, nos próximos dias, nas zonas urbana e rural de Matupá (685 km de Cuiabá). Entre os dias 05 e 06 de novembro, os atendimentos ocorrerão na Escola Estadual Bairro União, localizada na zona urbana, e entre os dias 05 e 07 de novembro, na Escola Estadual Jonas Pinheiro, que fica na zona rural. 

 

O primeiro mutirão, na Escola Estadual Bairro União, será realizado nos dias 05 e 06 de novembro, das 8h às 20h, com foco nos(as) estudantes do Ensino Médio e expectativa de pelo menos 100 atendimentos. O local fica a aproximadamente 14 km da sede do cartório da 33ª Zona Eleitoral.  

 

Já a segunda atividade ocorrerá na Escola Estadual Jonas Pinheiro, de 05 a 07 de novembro, das 7h30 às 17h. A unidade escolar fica na zona rural do município de Matupá e a cerca de 180 km da sede do Cartório Eleitoral, em Peixoto de Azevedo. O mutirão atenderá a comunidade São José – Gleba União Padovani, que possui aproximadamente 600 habitantes. A estimativa também é de 100 atendimentos.  

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Para esta ação, a 33ª Zona Eleitoral contará com o apoio da Prefeitura Municipal de Matupá, que disponibilizará veículo oficial para deslocamento dos(as) servidores(as) que farão os atendimentos eleitorais. 

 

Com relação ao mutirão realizado na zona rural, o juiz da 33ª Zona Eleitoral, João Zibordi Lara, ressalta a importância da acessibilidade. “O intuito deste juízo é levar nosso atendimento ao cidadão e contribuir com a prestação de serviços, facilitando o acesso para a regularização cadastral dos eleitores que têm dificuldade de deslocamento para a área urbana por não haver transporte coletivo regular”. 

 

Serviços 

 

Nos dois mutirões, serão oferecidos serviços como alistamento eleitoral (confecção do 1º título), transferências, revisão cadastral e, principalmente, o cadastro da biometria, entre outros. Para cadastrar a biometria, basta apresentar um documento oficial com foto. No caso de regularização de título, alistamento eleitoral e mudança de endereço, também é necessário levar um comprovante de residência atualizado. Homens maiores de 18 devem mostrar o comprovante de quitação militar para tirar o primeiro título.    

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Jornalista: Nara Assis 

 

#PraTodosVerem: A imagem mostra uma montagem com duas fotos de escolas. À esquerda, há um prédio escolar de fachada branca e portão azul, identificado como “Escola Estadual Bairro União”. À direita, aparece a Escola Estadual Jonas Pinheiro, com paredes amarelas e corredores abertos, sob um céu azul com poucas nuvens. O fundo da montagem é azul, com elementos gráficos decorativos em tons mais escuros. 

Fonte: TRE – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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