Mato Grosso

Nota MT vai sortear 1.200 ingressos para jogo do Cuiabá contra o Corinthians

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Os fãs de futebol terão a chance de assistir gratuitamente à partida entre Cuiabá e Corinthians, no dia 28 de outubro, na Arena Pantanal. O programa Nota MT, do Governo de Mato Grosso, vai sortear 1.200 ingressos para o jogo, que será realizado às 18h, pela 31ª rodada do Brasileirão.

No total, serão contempladas 600 pessoas, cada uma com dois ingressos para assistir à partida em setores reservados aos torcedores do Cuiabá. A ação promocional é uma inciativa da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz MT), em parceria com o Cuiabá Esporte Clube.

Para participar do sorteio, os interessados devem se cadastrar no Nota MT e preencher o formulário disponível no site programa www.nota.mt.gov.br. As inscrições já estão abertas e ficarão disponíveis até às 16h do dia 27 de outubro (domingo).

Logo após o encerramento das inscrições, a equipe da Sefaz realizará o sorteio, por meio do sistema do Nota MT, utilizando como parâmetro o resultado da Loteria Federal. O resultado, com os nomes dos premiados, será divulgado ainda no domingo, a partir das 18h.

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Tanto a lista de inscritos para concorrer aos ingressos do jogo quanto os nomes dos premiados ficarão disponíveis para consulta no site do Nota MT. Além disso, todo o processo será auditado posteriormente pela Controladoria Geral do Estado (CGE).

Como resgatar os ingressos

Os ingressos sorteados serão vinculados diretamente para CPF dos ganhadores, por meio do aplicativo Facepass, na segunda feira (28.10) pela manhã.

O acesso à Arena Pantanal será feito por reconhecimento facial, mediante cadastro na plataforma.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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