Mato Grosso

Nova Escola Estadual Waldemon Moraes Coelho é elogiada por estudantes: “Mais estrutura para aprender”

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A rotina escolar ganhou outro ritmo para os estudantes da Escola Estadual Waldemon Moraes Coelho, inaugurada nesta segunda-feira (2.3), em Campo Verde, pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT). Com estrutura totalmente reconstruída, a unidade passou a oferecer 15 salas de aula, refeitório e quadra poliesportiva, melhorias que, na avaliação dos alunos, impactam diretamente a motivação, a sensação de pertencimento e o foco nos estudos.

Matriculada no 3º ano do Ensino Médio, a estudante Antonela Almeida, de 17 anos, descreve a experiência como um recomeço em pleno ano letivo.

“Começar o ano numa escola novinha é diferente. O ambiente novo estimula, querendo ou não, o nosso aprendizado. Tudo novinho é outra sensação, é mais satisfatório estudar”, afirmou.

Para ela, além da estética, a estrutura influencia o bem-estar e reforça a percepção de cuidado com a comunidade escolar. “Me sinto bem aqui. É muito bom a gente se sentir importante também nesse processo de reforma. A gente vê que o Estado se preocupa com os alunos”, completou, citando ainda a quadra como “um diferencial muito bacana”.

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O mesmo sentimento aparece no relato de João Pedro, 17 anos, também do 3º ano. Ele lembra que a escola anterior era limitada e pouco acolhedora. “Minha mãe trabalhou no prédio anterior. Mas eu nunca tinha entrado para ver, porque a escola anterior era muito pequena e feia. Mas agora está bem melhor”, disse.

Para o estudante, participar da inauguração é simbólico e muda a forma de encarar o dia a dia. “A gente chegar logo na inauguração é bem importante, bem significativo pra todo mundo. É mais confortável de estar aqui, porque não precisamos nos preocupar com coisas exteriores. É só com o interno mesmo pra ficarmos mais focados”, avaliou.

João Pedro destaca ainda que a nova estrutura favorece um clima mais organizado e colaborativo, com reflexos na convivência. “Os professores também são ótimos. A direção também é muito atenciosa, sempre perguntando o que a gente precisa. Quando a gente solicita qualquer coisa, eles estão prontos pra ajudar”, relatou.

Já Paula Felipe, de 17 anos, ressalta que o novo espaço chega em um momento decisivo para quem está na reta final da educação básica. “Nossa, ter uma escola nova é muito inspirador pra gente, né? Motiva a gente. Ainda mais nós que estamos no terceiro ano, ter um ambiente novo pra estudar é muito bom, ainda mais na reta final”, afirmou.

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Ela aponta características que tornam o cotidiano mais leve e propício à aprendizagem. “A gente está nesse ambiente aberto, com luz solar, a gente pode conversar com as pessoas e temos a sensação de liberdade. Ficou um ambiente muito gostoso de estar”.

A Escola Estadual Waldemon Moraes Coelho funciona em três turnos e atende 1.240 estudantes do 6º ao 9º ano e turmas do 3º ano do Ensino Médio da rede estadual.

Além disso, a unidade também abriga 14 turmas da Seciteci, uma do Senai e uma do IFMT, somando 2.693 alunos em 41 turmas.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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