Política MT

Nova rota garante recursos para viaduto e travessia urbana

Publicado

Em reunião com o diretor-presidente da Nova Rota do Oeste, Luciano Uchoa, e o vice- governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, o deputado estadual Sebastião Rezende recebeu a confirmação da concessionária da BR-163 em Mato Grosso de que a construção de um viaduto no Trevão, em Rondonópolis, foi autorizada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), devendo efetivar a ordem de serviço para começo das obras ainda em 2025.

Conforme Rezende, a partir dos esclarecimentos da Nova Rota do Oeste, é importante destacar que essa obra tão esperada será executada com recursos da própria concessionária, não dependendo da alocação de recursos das autoridades em Brasília para essa finalidade. A única pendência, segundo o parlamentar, era a inclusão e autorização do viaduto no Trevão na Revisão Quinquenal, artifício contratual que prevê os investimentos a serem executados pela concessionária na rodovia.

Em conversa com Luciano Uchoa, Rezende teve a informação ainda de que o projeto do viaduto no Trevão, em Rondonópolis, já está pronto, passando apenas por alguns ajustes. A expectativa é que, em breve, com a oficialização da Revisão Quinquenal, a Nova Rota do Oeste possa protocolar o projeto do viaduto visando ser aprovado pela ANTT, para em seguida fazer a contratação da empresa que construirá o viaduto em Rondonópolis nesse trecho.

Leia mais:  ALMT sedia exposição de selos, moedas comemorativas e artigos filatélicos

A construção do viaduto no Trevão vai ser possível, dessa forma, graças à troca de controle da concessionária da BR-163 para o Governo de Mato Grosso, por meio da MT Par, em maio de 2023. O parlamentar comemorou a informação da garantia dessa obra, ressaltando que, desde então, esteve empenhado em cobrar do governo do estado uma solução para esse gargalo no entroncamento das BRs 163 e 364, atendendo aos anseios de motoristas, representantes de classes, do agronegócio, do setor de logística e da sociedade rondonopolitana.

Fonte: ALMT – MT

publicidade

Política MT

Duas mulheres são eleitas para a ALMT após quatro legislaturas

Publicado

Samantha do Abilio (PL) e Alessandra Ferreira (Podemos) estão entre os 24 deputados estaduais eleitos neste domingo (4) para a 21ª Legislatura da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Com 100% das urnas apuradas, Samantha recebeu 57.900 votos e Alessandra, 50.802. O resultado faz com que a ALMT volte a ter duas mulheres eleitas diretamente para exercer mandatos titulares simultaneamente.

A última vez que isso ocorreu foi nas eleições de 2010, quando Luciane Bezerra e Teté Bezerra conquistaram cadeiras para a 17ª Legislatura (2011–2015). Nas três eleições seguintes (2014, 2018 e 2022), apenas uma mulher, Janaina Riva (MDB), foi eleita deputada estadual em cada pleito.

Na atual legislatura, outras mulheres também exerceram temporariamente o mandato como suplentes. Em julho de 2025, a ALMT registrou, pela primeira vez, três mulheres em exercício simultaneamente: Janaina Riva, titular, e as suplentes Professora Graciele e Valdeniria Dutra. Também assumiram como suplentes ao longo da 20ª Legislatura Sheila Klener, Sandy de Paula, Priscila Dourado e Marildes Ferreira.

Leia mais:  Max Russi completa um ano à frente da ALMT com avanços históricos para servidores e fortalecimento institucional

Nas eleições de 2026, as mulheres representaram 34% do total de candidaturas registradas em Mato Grosso, mesmo percentual verificado no estado nas eleições gerais de 2022. Apesar de serem maioria entre o eleitorado, a participação feminina entre os candidatos permaneceu em cerca de um terço.

Eleitas, Samantha e Alessandra representarão 8,3% da composição da Casa na próxima legislatura. Samantha do Abilio, de 42 anos, é designer de interiores e vereadora de Cuiabá. Eleita para a Câmara Municipal em 2024, chega à Assembleia para o primeiro mandato como deputada estadual. Já Alessandra Ferreira, de 36 anos, é cirurgiã-dentista e empresária. Foi secretária municipal de Promoção e Assistência Social de Rondonópolis entre 2025 e 2026 e disputou neste ano sua primeira eleição para um cargo eletivo.

A presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), desembargadora Serly Marcondes Alves, destacou a diferença entre o número de mulheres no eleitorado e a presença delas nos cargos eletivos. “A gente tem 51% dos eleitores que são mulheres. E por que elas não podem ter uma representatividade? Então a gente tem que melhorar essa cultura, conversar mais, trocar nossas experiências e fazer com que esse número comece a crescer também”, afirmou.

Leia mais:  Projeto parlamentar reconhece Rio Branco como município de interesse turístico de MT

Para a cientista política Christiany Fonseca, a participação feminina nas eleições não se converte automaticamente em representação parlamentar. Segundo ela, o processo envolve acesso às estruturas partidárias, recursos de campanha, redes políticas e condições para que as candidaturas sejam competitivas. “É preciso conseguir entrar, competir, vencer e depois permanecer na política”, resumiu Christiany.

A eleição de Samantha e Alessandra ocorre 16 anos depois do pleito que levou duas mulheres simultaneamente à Assembleia. Elas assumem os mandatos em 1º de fevereiro de 2027.

Fonte: ALMT – MT

Continue lendo

Mais Lidas da Semana