Nova York: Uber lança serviço de van do aeroporto LaGuardia
A Uber introduziu, no começo de outubro, uma nova maneira de fazer o trajeto entre Manhattan e o Aeroporto LaGuardia , em Nova York. Uma van da companhia, com capacidade para até 14 passageiros, passará a fazer o trajeto do aeroporto, que fica no bairro do Queens , até pontos importantes do transporte público na ilha. As corridas saem a cada 30 minutos, entre às 5h e às 22h45, e custam US$ 18 (cerca de R$ 100) por pessoa.
Quem estiver interessado em testar a novidade, pode reservar até 4 assentos com até 7 dias de antecedência, pelo aplicativo da Uber. Um QR code será emitido como forma de ingresso, bem com um código individual – ambos devem ser apresentados ao motorista para começar a viagem.
As corridas são compartilhadas com outros passageiros e saem dos pontos de encontro no horário marcado na reserva. 25 minutos antes de cada corrida, a Uber disponibiliza aos passageiros a localização em tempo real da van. Cada passageiro terá direito a levar uma bagagem para ser guardada no porta-malas da van, além de mais um volume que caiba no seu colo ou embaixo do banco.
As vans farão dois trajetos. Saindo de LaGuardia, o primeiro deles fará paradas no Grand Central Terminal e, depois, no Port Authority Terminal . O outro seguirá de LaGuardia direto até a Penn Station . A rota é a mesma no sentido inverso (de Manhattan até o aeroporto), trocando apenas a ordem de paradas.
Outras maneiras de ir e vir de LaGuardia
Apesar do aeroporto não estar próximo de nenhuma estação de metrô, há uma série de maneiras de fazer o trajeto entre Manhattan e LaGuardia .
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Usando o transporte público, a principal forma é usando a linha de ônibus Q70, conhecida como “LaGuardia Link” – um serviço gratuito que conecta o aeroporto ao metrô e ao trem suburbano da cidade. Há, também, a linha de ônibus M60 que vai até o Harlem : a passagem custa US$ 2,75 (cerca de R$ 15).
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Para quem trabalha com turismo, o verdadeiro diferencial está na excelência do atendimento a todos os perfis de visitantes, especialmente aqueles que demandam cuidados específicos, como pessoas neurodivergentes (com autismo, TDAH ou dislexia, entre outros diagnósticos).
O novo episódio do videocast “Turistando” já está disponível no YouTube e no Spotify e mostra como pequenas mudanças de atitude e ambiente, baseadas no inédito “Guia para Atender Bem Turistas Neurodivergentes” podem transformar a experiência em cada negócio.
O documento foi desenvolvido a partir de uma pesquisa nacional, conduzida pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA), em parceria com o Ministério do Turismo. O levantamento foi realizado entre fevereiro e março de 2026 e contou com mais de 760 participantes, entre pessoas neurodivergentes, familiares e profissionais da área.
Para debater o assunto, o episódio reúne a coordenadora de Turismo Responsável do Ministério do Turismo, Tatiana Oliveira, e Wagner Saltorato, membro do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (CONADE) e representante da Apae Brasil (FENAPAES).
Ao longo do bate-papo, Tatiana Oliveira explicou que a capacitação profissional e a empatia são as principais ferramentas de transformação sugeridas na publicação, sem que os estabelecimentos precisem necessariamente realizar grandes investimentos financeiros. “A cadeia do turismo deve lidar com a diversidade e oferecer boas experiências, e o Guia vem justamente para orientar os negócios sobre como acolher esse público com maior cuidado e respeito. A inclusão não envolve grandes investimentos em infraestrutura física; basta promover mudanças comportamentais para gerar um impacto positivo na experiência do turista. Nesse cenário, os profissionais do setor têm um papel fundamental na transformação que buscamos”, destacou a coordenadora.
Já Wagner Saltorato celebrou o impacto social do documento de abrangência nacional. “O turismo é uma atividade relacional e precisamos ter caminhos de diálogo em todo o setor turístico, abrindo possibilidades de conversa para que as pessoas neurodivergentes possam se manifestar. É sempre na relação que a previsibilidade ocorre e, quando a pessoa é acolhida, o lugar se torna mais seguro”, enfatizou o representante.
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