Turismo

Novo espaço de inclusão digital gera oportunidades alinhadas às ações do governo federal que fortalecem o turismo regional

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O Governo Federal continua investindo na expansão da inclusão digital no país, com o objetivo de democratizar e ampliar o acesso à tecnologia, gerando oportunidades e qualificando os destinos turísticos brasileiros. Nesta segunda-feira (25.08), o Ministério das Comunicações inaugurou o novo Centro de Recondicionamento de Computadores (CRC), em Belém (PA). O espaço, instalado no Instituto Gustavo Hessel (IGH), no bairro da Condor, que foi reformado e modernizado para oferecer cursos de tecnologia e recondicionamento de equipamentos. A meta é capacitar mais de 1.500 jovens e recondicionar milhares de computadores que serão doados a comunidades em todo o estado.

A ação do Ministério das Comunicações reforça o compromisso federal em expandir a inclusão digital no Norte do Brasil. Participando da cerimônia, o ministro Celso Sabino ressaltou que a inclusão digital está diretamente ligada à competitividade turística do Pará.

“O turismo caminha junto com a tecnologia. Um jovem capacitado em informática, um equipamento recuperado que chega a uma escola ribeirinha ou quilombola, uma comunidade conectada com internet de qualidade – tudo isso reflete no desenvolvimento regional, na geração de empregos e na valorização do Pará como destino turístico. O governo federal apoia iniciativas como esta porque entende que a inclusão digital é também uma ferramenta para o crescimento do turismo e para a transformação social”, destacou Sabino.

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O ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, falou da importância da ação para conectar o Norte do Brasil. “Aqui, cada máquina recebida passará pelas mãos de estudantes que querem se capacitar para uma nova profissão, será recuperada e vai apoiar a criação de laboratórios de informática em todo o país. Promover inclusão digital é, acima de tudo, fazer justiça social”, disse o Frederico Siqueira Filho.

EDUCAÇÃO E OPORTUNIDADES – Durante a programação, o Sabino também participou da formatura de 410 alunos de cursos de informática e tecnologia: “Cada certificado entregue aqui hoje significa uma porta que se abre para o futuro, seja no mercado de trabalho, seja na realização de sonhos pessoais. A educação tecnológica é uma ponte para novas oportunidades, e essa formatura é a prova de que o Pará tem talento e determinação para construir um futuro melhor”, afirmou.

Para Júlio César Hessel, presidente do IGH, a escolha do bairro Condor foi estratégica. “Instalamos o centro em uma região periférica que precisa de oportunidades. Vamos formar jovens e adultos em cursos modernos, oferecendo capacitação e ferramentas que geram renda e ampliam horizontes.”

INCLUSÃO – O programa Computadores para a Inclusão, coordenado pelo Ministério das Comunicações, já promoveu mais de 1.100 formações e distribuiu 1.400 computadores em 20 municípios paraenses desde 2023. Com o novo CRC, a meta é chegar a 4 mil equipamentos doados e capacitar cerca de 2 mil jovens até o final de 2025.

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Em março de 2024, Belém foi palco do lançamento do projeto Conheça o Brasil: Conectado, que firmou um protocolo entre os Ministérios do Turismo e das Comunicações para levar internet gratuita e de qualidade a destinos turísticos brasileiros. A proposta previa parcerias público-privadas para ampliar a infraestrutura de telecomunicações, garantindo Wi-Fi em locais estratégicos, como parques, aeroportos e atrativos turísticos.

Na época, o ministro Celso Sabino destacou que a conectividade é um diferencial competitivo para o Brasil: “A falta de internet de qualidade é um gargalo para o turismo, mas isso vai mudar com essa iniciativa”, disse.

CONECTVIDADE E TURISMO – O projeto continua avançando, somando-se agora a ações como o novo CRC, que reforçam um mesmo objetivo: transformar a inclusão digital em vetor de desenvolvimento econômico, social e turístico. Essa convergência de iniciativas aponta para um futuro onde tecnologia, educação e turismo caminham juntos para fortalecer o Pará e posicioná-lo como referência no Brasil e no mundo.

Por Cíntia Luna e Cléo Soares
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Turismo

Decreto cria o Sistema Nacional de Trilhas para fortalecer o ecoturismo, gerar emprego e promover o desenvolvimento regional

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O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, assinaram nesta quarta-feira (10) o decreto que institui o Sistema Nacional de Trilhas (Sintrilhas). A medida transforma a Rede Nacional de Trilhas de Longo Curso e Conectividade (RedeTrilhas) em uma política pública permanente, fortalecendo o turismo de natureza como instrumento de geração de emprego, renda e desenvolvimento regional.

O decreto foi assinado em meio a um conjunto de medidas para fortalecer a proteção ambiental e o desenvolvimento sustentável no Brasil, anunciadas durante cerimônia no Palácio do Planalto. As ações reforçam a conservação dos biomas e o enfrentamento à mudança do clima e seus impactos, ampliam o reconhecimento aos serviços ambientais prestados por pessoas que protegem a natureza e impulsionam investimentos para a promoção da transformação ecológica no país.

A instituição oficial do Sintrilhas consolida uma malha que já reúne 22 trilhas oficialmente reconhecidas, mais de 7 mil quilômetros sinalizados, presença em 18 estados, 184 municípios abrangidos e 347 unidades de conservação conectadas. Ao todo, o planejamento nacional projeta ultrapassar os 16 mil quilômetros de rotas, cobrindo todos os biomas terrestres brasileiros, além da zona costeira e marinha.

Coordenado pelo Ministério do Turismo, Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o sistema busca estruturar as trilhas brasileiras, ampliar a segurança dos usuários e fortalecer o posicionamento do Brasil no mercado internacional de turismo de natureza.

Durante a cerimônia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou a importância de preservar as riquezas naturais brasileiras e ampliar o acesso da população às áreas protegidas.

“Temos a obrigação de preservar nossas riquezas naturais e fazer com que elas tenham utilidade para o povo brasileiro. Precisamos valorizar nossas áreas protegidas, atrair visitantes e mostrar ao mundo a riqueza que o Brasil possui”, afirmou o presidente.

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Para o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, a nova política fortalece o turismo de natureza e amplia as oportunidades para comunidades e empreendedores em todo o país.

“O Sintrilhas transforma uma iniciativa construída ao longo dos últimos anos em uma política pública permanente. Estamos fortalecendo um modelo de turismo que leva visitantes para novos destinos, gera emprego, distribui renda e cria oportunidades, principalmente, para quem vive da pousada familiar, do pequeno restaurante, do artesanato, da produção local e dos serviços turísticos”, destacou o ministro.

O ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, ressaltou que conservação ambiental e desenvolvimento econômico caminham juntos e destacou o papel das trilhas na valorização dos territórios, na proteção da biodiversidade e na geração de oportunidades para as comunidades locais.

Oportunidades

Ao conectar paisagens naturais, áreas protegidas, comunidades e atrativos turísticos, as trilhas ajudam a movimentar economias locais e ampliar oportunidades para quem vive do turismo.

Na prática, o Sintrilhas cria condições para ampliar a circulação de visitantes, aumentar o tempo de permanência nos destinos e fortalecer atividades ligadas à hospedagem, alimentação, guiamento turístico, artesanato, produção local e turismo de base comunitária.

A política também contribui para levar visitantes a regiões que muitas vezes ficam fora dos grandes circuitos turísticos, ampliando a distribuição dos benefícios econômicos do setor por diferentes municípios brasileiros.

Estrutura permanente

Criada originalmente em 2018, a rede passa agora a contar com uma estrutura nacional permanente voltada ao planejamento, implantação, gestão, monitoramento e promoção das trilhas.

O decreto institui instrumentos para fortalecer a governança do setor, entre eles a Estratégia Nacional de Trilhas, o Cadastro Nacional de Trilhas e o Comitê Nacional de Trilhas. A medida também amplia a participação integrada de estados, municípios, comunidades tradicionais, organizações da sociedade civil e iniciativa privada.

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A Estratégia Nacional de Trilhas deverá ser elaborada em até 180 dias após a instalação de um comitê, que definirá as metas prioritárias para o desenvolvimento do segmento.

Medidas

Entre as medidas anunciadas nesta quarta estão a assinatura de seis decretos e a sanção de dois projetos de lei. Uma delas é a lei que institui a Política Nacional para Recuperação da Vegetação da Caatinga e cria o Programa Nacional para a Recuperação da Vegetação da Caatinga. A norma busca incentivar a recuperação de áreas degradadas do bioma, ampliar a produção sustentável de alimentos na região, garantir a segurança hídrica e estimular a bioeconomia e o manejo florestal sustentável.

Os anúncios contemplam ainda o decreto que regulamenta o Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA), definindo regras para repasses mais ágeis a estados e municípios no combate a incêndios florestais e no manejo populacional ético de cães e gatos.

Já os investimentos para estimular o desenvolvimento sustentável envolvem aportes de R$ 834 milhões do Fundo Clima e de pelo menos R$ 210 milhões do Fundo Amazônia, que teve oficializada a doação de R$ 270 milhões do Reino Unido. O programa ARPA Comunidades também recebeu doação de R$ 370 milhões para investimentos nas cadeias da sociobioeconomia junto às comunidades extrativistas.

Entre os anúncios, estão ainda a criação do Parque Nacional Povos Indígenas do Rio Tanaru (RO) e a ampliação do Parque Nacional Serra das Confusões (PI). Lideradas pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e pelo ICMBio, as ações fortalecem a conectividade ecológica, a conservação de espécies ameaçadas e a valorização do patrimônio natural e cultural do país.

Por Natália Moraes 
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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