Várzea Grande

Novo limite de velocidade

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A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, informa que o limite de velocidade na Avenida Miguel Sutil, no trecho entre Várzea Grande e Cuiabá, foi reduzido de 60 km/h para 40 km/h.

Os motoristas devem redobrar a atenção ao trafegar pelo trecho que liga Várzea Grande a Cuiabá – e vice-versa –, passando pelo viaduto Izabel Campos, na região da Ponte Nova, onde já existe sistema de monitoramento eletrônico (radar). Esse equipamento continuará em funcionamento, agora com o novo limite de 40 km/h.

A medida já está em vigor. No entanto, a partir desta quarta-feira (27), será iniciado um período educativo de 10 dias, durante o qual não serão aplicadas multas aos motoristas que ultrapassarem os 40 km/h. Encerrando esse prazo, o sistema passará a autuar automaticamente os infratores.

Segundo a Secretaria, a mudança tem como objetivo aumentar a segurança viária, considerando o número de acidentes registrados no local ao longo deste ano, mesmo sob monitoramento por radar.

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Nos últimos dias, equipes da Prefeitura realizaram melhorias na sinalização horizontal e vertical, incluindo a pintura da rotatória desde o viaduto até a Ponte Nova, instalação de placas e ações de orientação aos condutores. Essas medidas reforçam o compromisso da gestão municipal com a proteção da vida e a segurança no trânsito.

A Prefeitura reforça a importância de que todos os motoristas respeitem a nova regulamentação, colaborando para um tráfego mais seguro e responsável.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Palestra leva alerta sobre riscos do cigarro eletrônico a estudantes

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A equipe da Unidade de Saúde do bairro Água Limpa realizou, na sexta-feira (18), uma palestra sobre tabagismo para estudantes do 9º ano do ensino fundamental da Escola Estadual Elmaz Gattas. A atividade reuniu jovens de 13 a 18 anos em um momento de conversa, interação e dinâmicas sobre os riscos do cigarro convencional e, principalmente, do cigarro eletrônico.

Durante o encontro, os profissionais falaram sobre os cuidados com a saúde, sintomas e consequências do uso dos dispositivos eletrônicos, além do risco de o cigarro eletrônico se tornar uma porta de entrada para o consumo de outras substâncias.

A conversa também abriu espaço para que os próprios estudantes compartilhassem suas experiências. Muitos relataram já ter experimentado o cigarro eletrônico por curiosidade, influência de amigos ou até mesmo pelos sabores oferecidos pelos dispositivos.

A estudante Marina, de 13 anos, contou que já recebeu ofertas de amigos, mas prefere não experimentar.

“Meus amigos sempre oferecem, mas eu não aceito. Eu vejo que não faz bem e prefiro não usar. Eles respeitam minha decisão e eu também falo para eles não experimentarem”, relatou.

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Já a estudante Miriam, de 14 anos, contou que chegou a experimentar o cigarro eletrônico, mas teve uma experiência negativa. Após o uso, apresentou tontura e uma tosse persistente que durou cerca de duas semanas. O quadro fez com que ela precisasse procurar atendimento médico para avaliação e uso de medicamentos. Depois da experiência, ela não voltou a utilizar o dispositivo.

A responsável técnica pela atividade destacou a importância de levar esse tipo de informação diretamente aos adolescentes. A palestra foi realizada nos períodos da manhã e da tarde, e a equipe ficou surpresa com a quantidade de estudantes que já tiveram algum contato com o cigarro, especialmente com os dispositivos eletrônicos.

“É muito importante conversar com eles de forma aberta, sem julgamento, porque muitos já tiveram contato ou receberam ofertas. Ficamos impressionados com a quantidade de jovens que já tiveram alguma experiência. Esse diálogo é uma oportunidade para orientar e mostrar as consequências antes que o uso se torne um hábito”, destacou.

Durante a atividade, um dos inspetores da escola apresentou à equipe uma sacola com diversos dispositivos eletrônicos, conhecidos popularmente como “pods” ou “vapes”, que haviam sido apreendidos dentro da unidade escolar.

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Por se tratar de uma escola militar, a unidade também desenvolve ações próprias de orientação e conscientização com os estudantes. A atividade realizada pela equipe de saúde reforça esse trabalho, aproximando os profissionais da saúde do ambiente escolar e criando espaço para que os adolescentes possam tirar dúvidas e falar abertamente sobre o tema.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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