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O apertado embarque remoto de Congonhas irá dobrar de tamanho

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O apertado embarque remoto de Congonhas irá dobrar de tamanho
DA REDAÇÃO

O apertado embarque remoto de Congonhas irá dobrar de tamanho

O Aeroporto de Congonhas, que é administrado há um ano pela Aena, iniciou obras de duplicação da sala de embarque remoto, ampliação da sala embarque principal e reforma dos banheiros do terminal de passageiros.

A atual sala de embarque remoto, localizada no piso térreo, passará dos atuais 1,4 mil m² para mais de 3,1 mil m² após a conclusão das obras. As obras devem estar prontas até março de 2025. A área irá mais do que dobrar de tamanho, mas mantendo a mesma quantidade de portões de embarque, que passarão a ter um espaçamento maior entre eles. Com isso, os passageiros terão mais espaço para circulação e mais assentos enquanto aguardam seu voo.

Congonhas
Projeto de ampliação da sala de embarque remoto Aena/Divulgação

No piso superior, já estão em andamento as obras para ampliação da sala de embarque principal. Será criada uma nova área de 3 mil m², o que representa um aumento de cerca de 30% em relação ao espaço existente atualmente. A primeira fase de entregas do espaço está prevista para o final de 2024 e início de 2025.

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Também já foram iniciadas as obras de reforma dos banheiros do terminal de passageiros. As obras serão feitas de forma gradativa para não afetar a disponibilidade aos usuários. Neste momento, está andamento a reforma dos dois primeiros banheiros. A expectativa é que os 12 banheiros estejam revitalizados no primeiro trimestre de 2025.

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Nos últimos meses, o aeroporto passou por modificações na entrada do terminal, criando um novo bolsão para carros de aplicativos , novas sinalizações, foram inaugurados mais de dez pontos comerciais e há planos para mais duas salas VIP .

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Fonte: Turismo

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Turismo

IA no Turismo: Como posicionar seu destino e se adaptar à nova jornada do viajante

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A forma como as pessoas escolhem suas próximas férias mudou. A jornada do viajante, que antes era feita de forma tradicional, agora é auxiliada por tecnologia e hiperpersonalizada. Para debater como os destinos podem se destacar nesse novo cenário, o uso estratégico da inteligência artificial (IA) foi o tema central de um painel realizado durante a terceira edição do Seminário Nacional de Regionalização do Turismo.

Com o tema “Como ser Competitivo nas Buscas por IA no Turismo?”, o consultor de marketing Thiago Akira apresentou um panorama claro: a era do viajante “AI-First” já começou.

A Era do Viajante “AI-First”

Os números apresentados revelam uma mudança definitiva no comportamento do consumidor. Atualmente, 40% dos viajantes globais já utilizam IA para planejar suas rotas. Além disso, houve um crescimento impressionante, de 190%, nas buscas por “ajuda para planejar viagem”.

“O turista não entra mais na internet apenas para buscar “o que fazer” em uma cidade. Ele pede: ‘Crie um roteiro de quatro dias no circuito das águas, de Minas Gerais, para viajar com a minha família’. E a IA entrega isso praticamente pronto e hiperpersonalizado”, ilustrou Akira durante a apresentação.

Oportunidade para destinos regionais

Surpreendentemente, essa revolução tecnológica nivelou o jogo para municípios menores que desejam atrair visitantes. Dados mostram que 36% das pessoas usam a IA para descobrir destinos que sequer estavam no radar delas. Além disso, 63% das fontes citadas nos resumos de IA do Google (AI Overviews) não estão no top 10 dos resultados orgânicos tradicionais.

Isso significa que destinos menores podem ser indicados diretamente pelas máquinas. Essa dinâmica fortalece a própria essência da regionalização, que busca tirar o foco exclusivo dos grandes polos. 

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Como explica Ana Carla Fernandes Moura, coordenadora-geral de Definição de Áreas Estratégicas do Ministério do Turismo, “É promover todos os municípios, aqueles que muitas vezes não necessariamente têm uma cachoeira, ou às vezes ele não tem um grande parque, mas muitas vezes aqueles municípios que detêm oferta de serviços, de produtos, onde tem gastronomia, artesanato”, afirmou.

O “Novo SEO”

Para que a IA recomende um destino, ela precisa ser alimentada com informações de qualidade. Thiago Akira destaca que os sites institucionais são vistos como fontes de alta credibilidade pelas ferramentas. “O que tiver lá dentro, ela vai trazer como fonte”, pontua o consultor. No entanto, ele faz um alerta aos gestores: “Se ele estiver desatualizado, se ele estiver errado, se ele não estiver estruturado, ele vai trazer muito ruído para o viajante”, disse.

Surge então o conceito de LLMO (Otimização para Modelos de Linguagem, em inglês), classificado como o “SEO da resposta”. Trata-se de preparar o conteúdo não apenas para humanos, mas para que os robôs entendam o seu município. Akira aconselha que este “é o melhor momento para se trabalhar, se buscar investir no canal oficial próprio, autoral, do próprio destino”.

Outra fonte de dados são os influenciadores e redes sociais. Mais de 50% dos resultados que treinam a IA vêm de plataformas como YouTube, TikTok e Instagram. Ao convidar criadores de conteúdo, as instâncias de governança devem orientá-los a usar nomes oficiais, descrições detalhadas e a falar sobre a gastronomia local, pois descrições genéricas geram dados pobres para a IA.

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Capacitação

Dominar essas ferramentas exige preparo. Ana Carla Moura reforça a importância das oficinas inéditas oferecidas aos profissionais do trade: “Não adianta a gente só desenvolver produtos e equipamentos se a gente não treinar todos para que eles possam fazer a melhor execução e atender da melhor maneira o turista”, destacou.

Para os gestores e instâncias de governança que querem dar o primeiro passo rumo à competitividade digital, Thiago Akira deixa uma dica prática: “Acho que o primeiro ponto é você se colocar no lugar do viajante”. Ele sugere usar o Google para entender as sugestões automáticas sobre a sua região. “Com isso você já começa a entender como que você constrói e domina esse espaço”, finalizou.

SALÃO DO TURISMO – Realizado pela primeira vez no Nordeste, em Fortaleza, o 10º Salão do Turismo reuniu representantes dos 26 estados e do Distrito Federal em uma programação voltada à promoção de destinos, experiências e negócios. Ao longo de três dias, o evento promoveu palestras, rodadas de negócios, apresentações culturais, espaços gastronômicos e exposições de artesanato, além de debates sobre inovação, sustentabilidade, conectividade aérea, turismo de base comunitária e estratégias para o setor. 

A edição também marcou o fortalecimento das políticas de incentivo ao turismo interno e da integração entre poder público, iniciativa privada e comunidades locais, reforçando o papel do turismo como motor de desenvolvimento econômico, geração de emprego e valorização da diversidade brasileira.

Por Victor Mayrink
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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