Mato Grosso

Oficinas de Diagnóstico do Plano de Recursos Hídricos da Bacia do Rio São Lourenço acontecem na próxima semana

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) segue com as inscrições abertas para as Oficinas de Diagnóstico que compõem a primeira etapa de elaboração do Plano de Recursos Hídricos da Bacia do Rio São Lourenço. Os encontros acontecem em Jaciara, no dia 29 de setembro, e em Rondonópolis, no dia 30 de setembro, das 8h30 às 14h.

Promovidas em parceria com o Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio São Lourenço, as oficinas são uma oportunidade para a população contribuir com a gestão atual e futura das águas da região. Os encontros são essenciais para estabelecer o diálogo com a sociedade, discutir os desafios e demandas locais, além de identificar as potencialidades da região, a fim de definir a próxima etapa do processo.

A presença da população é fundamental para que o plano reflita a realidade da bacia, contemplando tanto os aspectos ambientais quanto as necessidades da população local. Contribuindo para o uso sustentável dos recursos hídricos.

O evento é gratuito e aberto a toda comunidade. Os inscritos que assinarem a lista de presença receberão certificado de participação. As inscrições continuam abertas e podem ser realizadas pelo link.

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Serviço:

  • Oficina 1

Data: 29/9 (segunda-feira)

Horário: Das 8h30 às 14h

Local: Centro de Eventos de Jaciara, Av. Antônio Ferreira Sobrinho, 316 – Jaciara

  • Oficina 2

Data: 30/9 (terça-feira)

Horário: Das 8h30 às 14h

Local: Auditório da MPMT

Av. Ary Coelho, n° 1034 – Rondonópolis

*Supervisão de texto de Renata Prata

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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