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Open Field Day Virtual conecta produtores às novidades da horticultura em 2025

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O tradicional Open Field Day, realizado anualmente na Estação Experimental de Santo Antônio de Posse (SP), ganhou uma versão virtual em 2025. Com apenas alguns cliques, agricultores e profissionais do setor podem acessar os lançamentos e cultivares em destaque da horticultura, em um ambiente interativo que reproduz a experiência de percorrer os campos montados para o evento.

Tour virtual em área de 2,5 hectares

A plataforma digital oferece um tour completo por uma área de 2,5 hectares cultivada, com 20 culturas diferentes. O visitante pode explorar 480 m² de estufas e conhecer 59 materiais apresentados, além de áreas abertas que mostram resultados obtidos após meses de preparo e planejamento, desde a preparação do solo até o escalonamento dos plantios.

Lançamentos da linha Topseed Premium

Entre os destaques da edição de 2025 estão novidades da linha Topseed Premium, como o porta-enxerto para pepino AB07, a melancia sem sementes Shoham F1 e o tomate saladete Venetto F1. Também se destacam materiais já consolidados pela performance em campo, como a berinjela Innova, o tomate Ferrari e a beterraba Triton.

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Destaques do portfólio da TSV Sementes

No espaço da TSV Sementes, chamaram a atenção o pimentão Celeste F1, reconhecido pela boa adaptação em campo aberto; a abobrinha italiana Genova F1, que alia produtividade e segurança ao produtor; e a abobrinha libanesa Revera, valorizada pela qualidade e pós-colheita. Variedades já tradicionais, como o tomate salada Malibu, a cenoura Solar e a couve-flor Nevasca, também ganharam espaço no campo de demonstração.

Experiência interativa e acessível

O formato digital permite explorar imagens em 360°, com pontos interativos que apresentam informações detalhadas sobre cada variedade, além de vídeos gravados por especialistas, visão aérea da estação, galeria de fotos e acesso a conteúdos complementares no site e redes sociais.

Alcance ampliado para produtores rurais

De acordo com os organizadores, o Open Field Day Virtual amplia o alcance do evento, oferecendo aos produtores a oportunidade de acompanhar novidades sem precisar se deslocar. A versão digital complementa a experiência presencial e reforça o compromisso de disponibilizar informações relevantes e soluções que impulsionam a horticultura no Brasil.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produção de suínos cresce 50% e abre espaço para novos investimentos

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A suinocultura de Mato Grosso do Sul cresceu aproximadamente 50% nos últimos três anos e já alcança cerca de 3,6 milhões de animais abatidos por ano. A expansão, que coloca o Estado entre os principais polos emergentes da atividade no País, estará no centro das discussões do VIII Fórum de Desenvolvimento da Suinocultura de Mato Grosso do Sul, marcado para 17 de setembro, em Dourados (a cerca de 240km da capital, Campo Grande).

O avanço ocorre em uma região que até poucos anos atrás tinha participação bem menor na produção nacional de carne suína. Mato Grosso do Sul passou a ocupar a quinta posição no ranking brasileiro de abates, atrás de Estados com tradição muito mais antiga na atividade, como Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e Minas Gerais.

Parte dessa expansão está associada à disponibilidade de milho e soja, principais componentes da alimentação dos animais e responsáveis pela maior parcela do custo de produção. A proximidade entre as granjas e as regiões produtoras de grãos reduz distâncias no abastecimento de ração e cria condições para a instalação de novas unidades produtivas e industriais.

Outro fator é o crescimento do número de matrizes. Em 2026, mais de 111,5 mil matrizes já estavam cadastradas no Programa Leitão Vida, política estadual de incentivo à produção. Até o início de junho, 272 estabelecimentos participavam do programa.

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No mesmo período, 1,63 milhão de suínos haviam sido abatidos dentro do programa e os incentivos concedidos aos produtores superavam R$ 45 milhões. A atividade também acumulou aproximadamente R$ 1,7 bilhão em cartas-consulta aprovadas pelo Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) nos últimos sete anos.

A política de incentivo passou ainda por mudanças. O novo protocolo do Leitão Vida ampliou as exigências relacionadas à biossegurança, bem-estar animal, rastreabilidade, sustentabilidade e utilização de tecnologias nas propriedades.

Dos 272 estabelecimentos participantes neste ano, 239 já haviam migrado para o novo sistema de conformidade. A intenção é atrelar parte dos incentivos não apenas ao volume produzido, mas também ao cumprimento de padrões técnicos, sanitários e ambientais.

Para o produtor, essa mudança ganha importância porque a expansão da atividade depende cada vez mais do acesso a mercados exigentes. Sanidade, rastreabilidade e biossegurança deixaram de ser apenas questões internas das granjas e passaram a influenciar diretamente a capacidade de frigoríficos e produtores alcançarem novos compradores.

Mato Grosso do Sul também ampliou sua estrutura industrial. Unidades instaladas no Estado vêm aumentando a capacidade de abate, movimento necessário para acompanhar o crescimento das granjas e evitar um desequilíbrio entre a oferta de animais e a capacidade de processamento.

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A expansão da suinocultura cria ainda uma demanda adicional para a agricultura estadual. Cada aumento no alojamento de animais significa maior consumo de milho e farelo de soja, estabelecendo uma relação direta entre o crescimento das granjas e o mercado regional de grãos.

Esse movimento pode ser especialmente importante para regiões com grande produção de milho segunda safra. A instalação de unidades de produção animal permite transformar parte do grão dentro do próprio Estado em proteína de maior valor agregado, reduzindo a necessidade de transportar toda a produção agrícola por longas distâncias até outros centros consumidores.

O crescimento, entretanto, exige investimentos elevados. Construção e modernização de granjas, climatização, tratamento de dejetos, biossegurança, armazenagem de ração e adequações ambientais aumentam a necessidade de capital e tornam a expansão dependente de planejamento financeiro e acesso ao crédito.

Consolidado como um dos principais encontros da suinocultura no Centro-Oeste, o Fórum ocorre justamente quando Mato Grosso do Sul tenta transformar o forte crescimento dos últimos anos em uma cadeia maior, mais tecnificada e com maior participação nos mercados nacional e internacional.

Serviço

VIII Fórum de Desenvolvimento da Suinocultura de Mato Grosso do Sul
Data: 17 de setembro de 2026
Horário: 7h às 18h
Local: Unigran – Dourados (MS)

Fonte: Pensar Agro

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