Mato Grosso

Operação integrada prende homem com carga de agrotóxicos contrabandeados avaliada em R$ 7,2 milhões

Publicado

Ação integrada entre as Polícias Militares de Mato Grosso e Goiás, Grupo Especial de Fronteira (Gefron) e Polícia Federal, resultou na apreensão de uma carga de R$ 7,2 milhões em agrotóxicos contrabandeados, nesta quarta-feira (20.11), no município de General Carneiro. Na ação, um homem foi preso em flagrante pelo crime.

A operação foi realizada após os setores de inteligência das forças policiais identificarem o planejamento de uma organização criminosa, especializada na importação, venda e distribuição de agrotóxicos de origem chinesa, que seriam trazidos para o Brasil vindos do Paraguai.

Os policiais também identificaram que parte desses produtos estava em um caminhão em direção a Mato Grosso, por meio da BR-070, para serem levados a fazendas de municípios vizinhos e Estados de fronteira.

Em diligências integradas, os militares abordaram, em General Carneiro, um caminhão com grande carga de agrotóxicos. Em verificação à carga, o motorista do veículo confirmou a origem ilícita dos produtos e que a carga havia sido abastecida em Pedro Juan Caballero, no Paraguai.

Leia mais:  Polícia Militar realiza lançamento da Operação Guns n' Roses nesta quarta-feira (29)

O suspeito também disse que receberia uma grande quantia em dinheiro para o transporte dos materiais, que foram avaliados em R$ 7,2 milhões.

Diante da situação, o homem recebeu voz de prisão em flagrante pelo crime de contrabando.

O suspeito e os produtos apreendidos foram encaminhados para a sede da Polícia Federal em Barra do Garças para registro da ocorrência e demais procedimentos.

Fonte: Governo MT – MT

Comentários Facebook
publicidade

Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Publicado

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia mais:  Polícia Militar realiza lançamento da Operação Guns n' Roses nesta quarta-feira (29)

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia mais:  Ação policial prende quatro suspeitos por tortura contra jovem em Tapurah

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana