Mato Grosso

Operação Lei Seca prende dez condutores embriagados e remove 42 veículos em Cuiabá

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Operação Lei Seca realizada na madrugada deste sábado (07.6), em Cuiabá, terminou com dez condutores presos por embriaguez ao volante e remoção de 42 veículos (39 carros e duas motocicletas). A ação ocorreu na avenida Isaac Póvoas, no Centro.

Além dos condutores detidos por embriaguez, os agentes fiscalizadores prenderam um motoqueiro que estava com a placa da moto adulterada, e uma pessoa que entregou veículo para condutor não habilitado.

Ao todo, foram confeccionados 74 autos de infração de trânsito, dos quais 20 foram por conduzir veículo sem registro ou não licenciado, 19 por recusa ao teste do bafômetro, 14 por conduzir veículo sob efeito de álcool, cinco por conduzir sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH), e 16 por infrações diversas.

Ainda na operação, foram realizados 231 testes de alcoolemia e fiscalizados 229 veículos, sendo que 54 foram autuados.

A Operação Lei Seca é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), sob a coordenadoria do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), com as equipes do Batalhão de Trânsito (BPMTran), Polícia Militar, Delegacia de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Corpo de Bombeiros (CBMMT), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).

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Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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