Mato Grosso

Operação Tríade mira núcleo de facção criminosa em Mato Grosso

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A força-tarefa permanente constituída pela Polícia Civil, Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Polícia Militar, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo, Gaeco (Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado), deflagrou, na manhã desta quarta-feira (19.11), a Operação “Tríade”, para cumprir 28 ordens judiciais expedidas pela 4ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

As investigações começaram a partir do compartilhamento de informações realizado pela Delegacia de Polícia Civil de Cáceres com o Gaeco, após autorização judicial.

Durante as apurações, foram identificadas provas robustas da atuação de uma facção criminosa em Mato Grosso. Foram identificados mais de 20 suspeitos com ligação direta com a facção investigada.

O objetivo da operação é desarticular uma facção criminosa voltada para a prática de diversos crimes, dentre eles tráfico de drogas e homicídios decorrentes de disputas territoriais entre facções, onde as ações criminosas têm se alicerçado em várias cidades de Mato Grosso.

Estão sendo cumpridos 20 mandados de busca e apreensão e oito mandados de prisão em quatro cidades de Mato Grosso, Cáceres, Barra do Bugres, Várzea Grande e Sorriso, e uma do Mato Grosso do Sul, Chapadão do Sul.

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Para o cumprimento das medidas, a operação conta com apoio de equipes do Gaeco de Mato Grosso, da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes de Fronteira (Defron) e do 6º Comando Regional da Polícia Militar.

“A operação é resultado da integração entre as instituições e uma resposta importante diante dos crimes violentos que vêm ocorrendo em Cáceres”, afirmou a delegada Bruna Laet.

O nome da operação, “Tríade”, faz alusão à sigla utilizada pela facção da qual os investigados fazem parte, composta por três letras.

(Com informações do Gaeco)

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Polícia Penal apreende aparelho entregue a reeducando no HMC

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A Polícia Penal apreendeu, na quarta-feira (7.10), um celular que estava com um reeducando internado no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC). O aparelho foi identificado durante a escolta, quando um policial penal observou uma prestadora de serviços entrar no quarto do custodiado com o objeto.

Por volta das 16h30, o policial penal observou a prestadora de serviços, vinculada à empresa terceirizada responsável pelo fornecimento de refeições no hospital, entrar no quarto com um aparelho celular em uma das mãos. Após a saída da mulher do local, o servidor percebeu que ela já não portava o objeto.

O policial penal abordou a prestadora de serviços e a questionou sobre o aparelho. Conforme o registro da ocorrência, ela confirmou ter entregado o celular ao reeducando.

O servidor acionou imediatamente o apoio de outro policial penal que também realizava a escolta. Na sequência, os policiais realizaram a apreensão do aparelho, que estava em posse do reeducando.

Posteriormente, a prestadora de serviços foi conduzida à Central de Flagrantes de Cuiabá, juntamente com as informações relacionadas à ocorrência e o objeto apreendido, para adoção das providências cabíveis.

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“A atuação dos policiais penais nas escoltas hospitalares exige atenção permanente e capacidade de resposta diante de situações que possam comprometer a segurança. O trabalho de fiscalização é fundamental para impedir a entrada de objetos não autorizados e garantir o cumprimento dos protocolos de custódia, mesmo fora das unidades prisionais”, destacou o secretário adjunto de Administração Penitenciária, Jean Carlos Gonçalves.

A fiscalização durante escoltas hospitalares segue os protocolos de custódia e inclui a verificação de objetos não autorizados em posse de pessoas privadas de liberdade.

Fonte: Governo MT – MT

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