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Parque Nacional do Iguaçu inaugura trilha às margens do rio

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Parque Nacional do Iguaçu inaugura trilha às margens do rio
DA REDAÇÃO

Parque Nacional do Iguaçu inaugura trilha às margens do rio

O Parque Nacional do Iguaçu , que abriga as Cataratas do Iguaçu , inaugurou em 31 de outubro a Trilha Ytepopo , um percurso inédito e totalmente imerso na Mata Atlântica. A trilha de cinco quilômetros de extensão fica às margens do Rio Iguaçu, um dos maiores do estado do Paraná , e o seu acesso já está incluído no ingresso regular.

O trajeto, que deve levar cerca de uma hora e quarenta minutos, tem como diferencial a possibilidade de caminhar acompanhando o fluxo d’água que desagua formando as Cataratas do Iguaçu , uma Maravilha Mundial da Natureza.

Com partida do Espaço Porto Canoas , a Trilha Ytepopo se conecta no final com o Caminho das Bananeiras , pelo qual os visitantes podem caminhar até chegar à Rodovia das Cataratas, onde encontram o ponto de embarque nos ônibus que levam de volta ao Centro de Visitantes ou às cataratas.

Alternativamente, os visitantes podem descer no ponto do Macuco Safari e seguir pelo Caminho das Bananeiras , acessando a Trilha Ytepopo pelo sentido inverso e concluindo o percurso no Espaço Porto Canoas .

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O nome Ytepopo vem do tupi-guarani, idioma tradicional dos povos originários que habitavam a região do Parque Nacional do Iguaçu , e era como os nativos nomeavam o local das Cataratas do Iguaçu .

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A etimologia diz que “Y” é “rio” ou “água”; “te” é uma sílaba de ligação; e “po” é “salto”. A repetição tem significado superlativo, representando intensidade ou quantidade, ou seja, “rio que pula e pula”, “rio que salta”, “rio que salta muito” ou “rio de muitos saltos”.

Serviço

A Trilha Ytepopo pode ser percorrida todos os dias, das 9h às 14h30. São cinco quilômetros de extensão e duração estimada de uma hora e quarenta minutos. A entrada está incluída no ingresso regular do parque.

Para todas as trilhas e caminhos do Parque Nacional do Iguaçu , é indicado o uso de roupas apropriadas para atividades físicas, leves e confortáveis, além de calçados fechados. É recomendado também passar protetor solar e repelente, além de levar itens como boné e óculos de sol.

Leia tudo sobre Foz do Iguaçu

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Fonte: Turismo

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Viaje por São Miguel das Missões (RS), um encontro com a história do Brasil

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Entre igrejas de pedra, esculturas sacras e vestígios de construções que atravessaram séculos, São Miguel das Missões (RS) preserva um dos mais importantes sítios arqueológicos do Brasil. Reconhecido pela Unesco como Patrimônio Mundial desde 1983, o local guarda as ruínas do antigo povoado de São Miguel Arcanjo, criado por missionários jesuítas e indígenas guaranis durante o período colonial.

Instalado entre os séculos 17 e 18, no território que hoje corresponde ao Brasil e à Argentina, o sítio integra um conjunto de antigas missões. Essas comunidades foram criadas pelos jesuítas para catequizar os povos guaranis, mas também funcionavam como centros de moradia, agricultura, educação, música, arte e produção artesanal.

Com o fim das missões, parte das construções foi abandonada e as ruínas preservadas hoje ajudam a contar essa história.

Reconhecimento

A Unesco reconheceu São Miguel das Missões por preservar o mais importante conjunto preservado das Missões Jesuítico-Guaranis no Brasil. As ruínas da Igreja de São Miguel Arcanjo, da praça central e de outras estruturas do antigo povoado ajudam a compreender como viviam indígenas guaranis e missionários jesuítas entre os séculos 17 e 18.

O sítio brasileiro integra um Patrimônio Mundial compartilhado com quatro antigas missões na Argentina, formando um dos mais importantes conjuntos históricos da América do Sul.

O que fazer

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Entre os principais atrativos estão:

  • Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo: principal atração da cidade, reúne as ruínas da antiga igreja, da torre e de construções que faziam parte do povoado missioneiro.

  • Museu das Missões: apresenta imagens sacras, esculturas e objetos produzidos nas antigas missões, além de ajudar o visitante a entender a organização desses povoados.

  • Espetáculo Som e Luz: realizado à noite, usa iluminação e narração para contar a história das Missões Jesuítico-Guaranis.

  • Praça das Missões: em frente às ruínas, oferece uma das principais vistas do conjunto histórico.

  • Artesanato missioneiro: produzido por artesãos da região, reúne peças inspiradas na cultura guarani e na história das missões.

Quem estiver de carro pode aproveitar a viagem para conhecer outros destinos da Rota das Missões, como Santo Ângelo, São João Batista e o Santuário do Caaró, que ajudam a compreender a história da presença jesuítica no Sul do Brasil.

Quando visitar

São Miguel das Missões pode ser visitada durante todo o ano. Entre outubro e maio, as temperaturas são mais altas e favorecem os passeios ao ar livre.

Entre os principais eventos estão:

  • Espetáculo Som e Luz: realizado regularmente junto às ruínas.

  • Réveillon nas Missões: com apresentações culturais.

  • Semana Nacional dos Museus: com programação especial no Museu das Missões.

  • Semana Farroupilha: celebrada em setembro, com atividades culturais em toda a região.

  • Celebrações religiosas e eventos ligados à cultura missioneira: ao longo de todo o ano.

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Como chegar

São Miguel das Missões está localizada na Região das Missões, no noroeste do Rio Grande do Sul. O acesso mais rápido é pelo Aeroporto Regional Sepé Tiaraju, em Santo Ângelo, a cerca de 50 quilômetros do município. A partir dali o trajeto pode ser feito de carro, ônibus ou traslado.

Também é possível chegar pelo Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre. Nesse caso, a viagem até São Miguel das Missões é feita por rodovia, em um percurso de aproximadamente 480 quilômetros.

Para quem viaja de carro, o principal acesso é pela BR-285, que liga a cidade a municípios da Região das Missões e a outras rodovias do estado.

Patrimônio Mundial

A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela Unesco por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de valor universal excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios, cuja preservação é de interesse mundial.

O Brasil possui atualmente 26 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.

Por Natália Moraes
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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