Mato Grosso

Patrulha Rural prende homem com três armas de fogo em Juscimeira

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A equipe de Patrulha Rural da Polícia Militar do 4º Comando Regional prendeu um homem, de 35 anos, por porte ilegal de arma de fogo, na tarde desta quarta-feira (19.2), em Juscimeira. Com o suspeito, foram apreendidas três armas de fogo e munições de diversos calibres.

Durante patrulhamento em uma região de assentamento, os policiais flagraram um homem entrando em uma região de mata, na rodovia MT-373. Os policiais suspeitaram da situação e abordaram o homem.

No local, os policiais encontraram o suspeito com duas armas: uma espingarda e um rifle de calibre .22. Também foram encontradas cinco munições. Em outra parte da estrada, foi localizado um rifle artesanal de calibre .22 com uma munição.

Questionado pela PM, o suspeito afirmou que estava com armas para realizar atividades de caça de animais. O homem também não apresentou nenhuma documentação que permitisse o porte das armas.

Diante dos fatos, ele foi preso em flagrante e encaminhado para a delegacia, com o material apreendido, para as providências que o caso requer.

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*Sob supervisão de Hallef Oliveira

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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