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Pavilhão Brasil apresenta produtos do agro nacional na 9ª Agro Expo, em Bangladesh

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A participação brasileira na 9ª Agro International Expo 2026, realizada entre os dias 7 e 9 de maio, em Daca, Bangladesh, reuniu empresas, entidades setoriais e instituições ligadas ao agronegócio nacional. O evento recebeu mais de 14 mil visitantes e contou com o Pavilhão Brasil, organizado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), como espaço de promoção dos produtos brasileiros no mercado bengalês.

Instalado na entrada do principal hall de exposições, o Pavilhão Brasil reuniu 14 empresas, entidades e instituições brasileiras. O espaço apresentou produtos de setores como alimentação, genética, proteína animal, amendoim, cacau e chocolate, café em grãos e solúvel, bebidas, sucos, castanhas, colágeno, gelatina, mel e doces em geral.

A participação brasileira na feira ocorre em um contexto de aproximação comercial com Bangladesh. Entre os principais produtos exportados pelo Brasil para o país estão algodão, soja e derivados, açúcar, óleo de soja, café e proteínas animais. No último ano, Bangladesh foi o 13º principal destino das exportações do agronegócio brasileiro, com mais de US$ 2 bilhões em produtos agropecuários importados do Brasil.

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Durante a programação, foram promovidos seminários sobre alimentação animal voltada ao desenvolvimento da avicultura e da pecuária, excelência genética e melhoramento genético. As atividades foram organizadas pelo adido agrícola do Brasil em Bangladesh, Silvio Testaseca.

A participação na Agro International Expo integra as ações de promoção comercial desenvolvidas pelo Mapa para ampliar a presença dos produtos agropecuários brasileiros em mercados com potencial de crescimento. Bangladesh reúne população numerosa, demanda crescente por alimentos e interesse em tecnologias voltadas ao desenvolvimento da produção agropecuária.

Sobre a feira

A Agro International Expo é uma feira voltada à apresentação de produtos, serviços, máquinas, tecnologias e soluções para o setor agropecuário. Realizado em Daca, Bangladesh, o evento reúne empresas, compradores, importadores, entidades setoriais e representantes de cadeias ligadas à agricultura, alimentação animal, avicultura, pecuária, aquicultura, irrigação, pós-colheita e processamento de alimentos.

Informações à imprensa
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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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Entrega do primeiro contrato de cessão de uso de águas da União no Amazonas

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Um marco histórico para a aquicultura no Amazonas foi registrado nesta sexta-feira (25), no município de Iranduba, com a entrega do primeiro contrato de cessão de uso de águas da União para produção de pescado no estado. O documento permitirá ao usuário produzir tambaqui e representa uma nova etapa para o desenvolvimento da atividade aquícola na região, fomentando a geração de emprego e renda.

Durante a agenda em Manaus, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, destacou o caráter inédito da iniciativa e a importância de ampliar o acesso às águas públicas para fortalecer a produção de pescado no país. “É de forma histórica que acontece a primeira entrega aqui no Amazonas. Estamos entregando para um usuário do município de Iranduba, que irá produzir em torno de 120 toneladas de tambaqui ao ano, gerando emprego, gerando oportunidade e gerando renda”, afirmou o ministro.

A iniciativa reforça o potencial do Amazonas para a produção de pescado e a importância de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento da cadeia produtiva da pesca e da aquicultura. Segundo o ministro, o estado reúne uma forte vocação para a atividade, com cerca de 151 mil pescadores e pescadoras e uma produção estimada em 80 mil toneladas de pescado por ano.

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Ciência e inovação para fortalecer a aquicultura

Na segunda parte da agenda em Manaus, o ministro Edipo Araujo visitou o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), onde conheceu as obras de reforma do laboratório voltado à aquicultura. A visita reforçou a importância da ciência e da pesquisa para o desenvolvimento de novas tecnologias, formação de profissionais e avanço da produção aquícola na Amazônia.

O espaço é considerado estratégico para a geração de conhecimento e para a formação de novos pesquisadores na área. Para o ministro, o fortalecimento da pesquisa é fundamental para ampliar a capacidade produtiva do setor e aumentar a competitividade do pescado brasileiro. “E só para lembrar que a aquicultura não é futuro, a aquicultura já é presente. Já é a cadeia produtiva do pescado que mais coloca alimento para a nossa mesa advindo das nossas águas. E por isso nós precisamos cada vez mais incentivar a pesquisa na aquicultura, crescer em inovação, crescer em tecnicismo, para que a gente possa despontar e concorrer com o mundo”, afirmou.

A visita ao INPA integra a agenda do Ministério da Pesca e Aquicultura voltada à aproximação com instituições de pesquisa e ao fortalecimento da ciência como instrumento para impulsionar a cadeia produtiva do pescado. A iniciativa também reforça a atuação na Amazônia, região estratégica para o desenvolvimento da pesca e da aquicultura brasileira.

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Élen Gorski
Ministério da Pesca e Aquicutura
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Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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