Policia Federal

PF atua contra descaminho e lavagem de dinheiro em Santa Catarina

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Lages/SC. Nesta terça-feira (26/5), a Polícia Federal deflagou a Operação Sem Estoque, para desestruturar uma organização criminosa especializada em crimes de descaminho e de lavagem de dinheiro. Os policiais realizam buscas em cinco endereços ligados a investigados, sendo quatro na cidade de Lages e um em Criciúma, em Santa Catarina.

A investigação foi iniciada a partir de uma apreensão feita pela Polícia Militar de Santa Catarina, a qual localizou 276 celulares e outros aparelhos eletrônicos trazidos para o País de maneira ilegal, no dia 13/6/2025.

Ao aprofundar as diligências, os policiais federais identificaram a existência de uma estrutura criminosa organizada, com divisão de tarefas, voltada à aquisição, ao transporte, à distribuição e à comercialização de mercadorias estrangeiras desacompanhadas de documentação fiscal. Apontam-se movimentações ilegais que chegam a R$ 86 milhões.

A partir da análise do material coletado, os policiais buscam encontrar novos elementos probatórios relacionados aos crimes em apuração e eventuais outros envolvidos com a organização criminosa.

Comunicação Social da Polícia Federal em Santa Catarina
@pfsantacatarina

[email protected]
(48) 3281-6699
(48)98837-7723

Fonte: Polícia Federal

Leia mais:  Ação conjunta da Polícia Federal e Receita Federal apreende celulares introduzidos ilegalmente no país em Dourados

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Policia Federal

PF combate grupo criminoso envolvido em fraudes contra os Correios

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Rio de Janeiro/RJ. Nesta terça-feira (26/5), a Polícia Federal deflagrou a Operação Catarina, com o objetivo de apurar a atuação de uma organização criminosa investigada por fraudes envolvendo encomendas postais.

As investigações tiveram início a partir da prisão em flagrante de dois investigados, em julho de 2024, no momento em que tentavam retirar uma encomenda postal mediante fraude em uma unidade dos Correios.

A partir da análise de informações, os policiais identificaram indícios de uma atuação coordenada do grupo criminoso, com compras fraudulentas de produtos, uso de documentos falsos, monitoramento de encomendas, retirada indevida de mercadorias em agências postais e durante entregas, além da posterior comercialização dos produtos obtidos de forma ilícita.

O material apreendido será submetido à perícia criminal, a fim de identificar extensão do envolvimento dos investigados, eventuais condutas criminosas e possíveis outros participantes do esquema.

Além do crime de organização criminosa, os investigados poderão responder por estelionato, por uso de documento falso e por receptação, sem prejuízo de eventuais outros delitos que possam ser identificados no decorrer das apurações.

Leia mais:  FICCO/GO participa de prisão de foragida do Estado do Acre

Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro
[email protected]
(21) 2203-4404

Fonte: Polícia Federal

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