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PF combate abuso sexual infantojuvenil em São Paulo

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São José do Rio Preto/SP. A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (6/6), a 14ª fase da Operação Cassiel que visa reprimir a prática de crimes envolvendo abuso e exploração sexual infantojuvenil pela Internet.

Policiais federais cumprem nesta manhã um mandado de busca e apreensão na cidade de São José do Rio Preto, com o objetivo de apreender computadores, celulares e mídias de arquivos de informática que possam conter vídeos e ou imagens contendo exploração sexual infantojuvenil que estejam armazenados e ou disponibilizados na rede mundial de computadores.

O mandado de busca foi expedido pela 4ª Vara da Justiça Federal de São José do Rio Preto.

O investigado poderá responder pelo crime de adquirir, possuir ou armazenar fotografias, vídeos ou outras formas de registros que contenham cenas de abuso sexual infantojuvenil envolvendo crianças ou adolescentes. A pena para este tipo de crime é de reclusão, de um a 4 quatro anos, e multa.

A Polícia Federal já cumpriu no âmbito da Operação Cassiel, iniciada em 2022, 18 Mandados de Busca e Apreensão, e já efetuou a prisão de nove pessoas em flagrante nas fases já cumpridas da referida operação.

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A Operação Cassiel é uma operação permanente, dedicada exclusivamente a repressão aos crimes de abusos sexuais relacionados à crianças e adolescentes, através da Internet.

Comunicação Social da Polícia Federal em São José do Rio Preto/SP
E-mail: [email protected]
(17) 3122-6070

Fonte: Polícia Federal

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Policia Federal

PF reprime comercialização de ouro de origem ilícita

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Cuiabá/MT. A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (28/8), a Operação Arcanjo, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa investigada pela aquisição e comercialização de ouro de origem ilícita, com atuação em Poconé/MT e São José do Rio Preto/SP. Os policiais cumprem 22 mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão preventiva nos municípios mato-grossenses de Cuiabá, Várzea Grande, Poconé e Pontes e Lacerda, além de Campo Grande/MS e São José do Rio Preto/SP.

As investigações apontam que os suspeitos participavam da cadeia de aquisição, circulação, comercialização e ocultação dos recursos provenientes do minério. Apurou-se ainda que o grupo movimentou mais de R$ 5,2 milhões em recursos relacionados às operações investigadas, tendo sido identificada a negociação de aproximadamente 17,3 kg de ouro. A análise das movimentações financeiras permitiu reconstruir parte relevante da dinâmica criminosa, revelando uma estrutura com fornecedores, operadores financeiros, intermediários, transportadores e compradores do minério.

O esquema tinha início na região de Poconé/MT, onde o ouro era adquirido junto a garimpeiros ilegais. Os pagamentos eram realizados pelo núcleo financeiro da organização, inclusive mediante utilização de contas bancárias de terceiros, mecanismo que dificultava a identificação da origem e da destinação dos recursos.

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Após a aquisição, o ouro seguia para São José do Rio Preto/SP, onde era recebido e mantido em estabelecimento utilizado para sua custódia e posterior comercialização. Na cidade paulista, o minério era intermediado junto aos compradores finais, completando o ciclo.

A investigação também identificou mecanismos destinados à ocultação e dissimulação dos valores. Parte dos recursos era recebida e posteriormente pulverizada mediante transferências eletrônicas e saques de elevados valores em espécie.

Os fatos investigados podem configurar, em tese, os crimes de usurpação de matéria-prima pertencente à União, lavagem de dinheiro e associação criminosa, sem prejuízo de outros delitos que venham a ser identificados no decorrer das diligências. 

Comunicação Social da Polícia Federal em Mato Grosso
Contato: (65) 99218-6164
E-mail: [email protected]

 

Fonte: Polícia Federal

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