Policia Federal

PF combate crime de exploração sexual infantojuvenil

Publicado

Jataí/GO. Na manhã de hoje (29/5), a Polícia Federal deflagrou a 3ª fase da Operação Refúgio Seguro, com o objetivo de prender preventivamente um indivíduo investigado por armazenar e compartilhar imagens e vídeos de abuso sexual infantil pela internet.

Policiais federais estão cumprindo dois mandados judiciais em Montividiu/GO, sendo um de prisão preventiva e um de busca e apreensão.

O investigado, que já havia sido preso em 2022, retomou, após sua soltura, as atividades criminosas.

A ação de hoje visa aprofundar as investigações, buscando coletar provas adicionais além das já obtidas em inquérito policial, incluindo materiais contendo abuso sexual infantojuvenil armazenados em dispositivos eletrônicos e dados que possam indicar o envolvimento de outras pessoas nos crimes.

Os envolvidos poderão ser responsabilizados por compartilhar e armazenar material de violência sexual contra crianças e adolescentes. As penas, se somadas, podem ultrapassar dez anos de reclusão, sem prejuízo da possibilidade de descoberta de crimes ainda mais graves durante a investigação.

Maio é o mês de intensificação das campanhas de conscientização sobre a prevenção e combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes.

Leia mais:  PF deflagra operação contra organização criminosa especializada no tráfico de pessoas

 

Comunicação Social da Polícia Federal em Goiás
Fone: (62) 3240-9607 / (62) 99216-6260
E-mail: [email protected]
www.gov.br/pf

Fonte: Polícia Federal

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Policia Federal

PF prende três pessoas em flagrante por suspeita de compra de votos

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Palmas/TO. A Polícia Federal realizou, neste sábado (03/10), a prisão em flagrante de três pessoas investigadas pela suposta prática do crime de corrupção eleitoral no município de Gurupi/TO.

Foram presos o suposto responsável pelo repasse dos valores e duas eleitoras que teriam recebido valores em troca do compromisso de voto. Apurou-se que o indivíduo teria oferecido e entregue vantagem pecuniária às duas eleitoras, com a finalidade de obter votos em favor de candidato nas Eleições Gerais de 2026.

A investigação prosseguirá com o objetivo de esclarecer todas as circunstâncias dos fatos, incluindo a eventual participação de outras pessoas e a origem dos recursos empregados, além de reunir elementos probatórios para a completa elucidação do crime.

Os envolvidos poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelo crime de corrupção eleitoral, previsto no Código Eleitoral, que consiste em dar, oferecer, prometer, solicitar ou receber vantagem com a finalidade de obter ou dar voto, cuja pena pode chegar a quatro anos de reclusão e pagamento de multa.

Leia mais:  PF apreende 23 mil toneladas de minério ilegal no Maranhão

Comunicação Social da Polícia Federal no Tocantins

Fonte: Polícia Federal

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