Policia Federal

PF deflagra operação contra fraudes tributárias no Rio de Janeiro/RJ

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Rio de Janeiro/RJ. A Polícia Federal, em ação conjunta com o Ministério Público Federal (GAECO/RJ), deflagrou na manhã desta terça-feira (16/9) a Operação Estorno para apurar crimes contra a ordem tributária. Foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão nas cidades do Rio de Janeiro/RJ e Ipu/CE.

A investigação da PF foi iniciada a partir de comunicação oriunda da Receita Federal acerca da suspeita de fraudes praticadas por uma empresa de consultoria na apresentação de Declarações de Compensação, nas quais as companhias interessadas alegam possuir crédito perante a Fazenda Nacional advindo de saldos negativos de CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) e IRPJ (Imposto de Renda para Pessoa Jurídica).

Segundo a apuração, o esquema já conseguiu a extinção indevida de cerca de R$ 88 milhões em dívidas. Outros R$ 120 milhões em pedidos fraudulentos ainda estão sob análise. Os investigados poderão responder pelos crimes apurados.

Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro
[email protected]
(21) 2203-4404

Fonte: Polícia Federal

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Policia Federal

FICCO/AP investiga esquema de ocultação de bens de organização criminosa

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Macapá/AP. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Amapá (FICCO/AP) deflagrou, nesta sexta-feira (12/6), a Operação Anteparo, com o objetivo de desarticular mecanismos de blindagem patrimonial e fraude processual supostamente utilizados por integrantes de organização criminosa investigada.

A ação é um desdobramento da Operação Abadon e resultou no cumprimento de um mandado de prisão preventiva e de um mandado de busca e apreensão no município de Ananindeua/PA. As medidas foram expedidas em desfavor de um investigado, que está foragido, apontado como responsável por auxiliar na ocultação de bens pertencentes à liderança do grupo criminoso.

De acordo com as investigações, o alvo teria cedido conscientemente seus dados para o registro de um veículo utilizado como instrumento de ocultação patrimonial. Após a apreensão do bem em fase anterior da investigação, ele teria tentado induzir o Poder Judiciário em erro ao requerer sua restituição mediante fraude processual.

A ação contou com o apoio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas da Polícia Civil do Estado do Amapá (DRACO/AP).

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A FICCO/AP é integrada pela Polícia Federal, a Polícia Militar do Estado do Amapá, a Polícia Civil do Estado do Amapá, o Instituto de Administração Penitenciária do Amapá e a Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública do Amapá.

Comunicação Social da Polícia Federal no Amapá
Contato: (96) 3213-7503
E-mail: [email protected].

Fonte: Polícia Federal

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