Policia Federal

PF destaca avanços em proteção de dados em seminário na Itália

Publicado

Roma/Itália. A Polícia Federal, representada pelo Adido da Polícia Federal em Roma, Umberto Ramos, participou do Seminário Segurança Jurídica e Desburocratização, realizado na Embaixada do Brasil em Roma, entre os dias 24 e 29 de novembro de 2025. O evento abordou temas relevantes para o cenário jurídico e tecnológico atual.

A abertura oficial do seminário contou com a presença do Embaixador do Brasil na Itália, Renato Mosca de Souza, do Deputado Federal do Brasil e Presidente da Frente Parlamentar Brasil-Itália, Fernando Marangoni, e do Deputado Federal da Itália, Fabio Porta. A Aula Magna teve como tema “A Garantia da Ordem Democrática no Brasil”, com intervenção do Procurador-Geral da República, Paulo Gonet Branco e com a saudação institucional da Dra. Emilia Fiandra, Diretora do Departamento de Ciências Políticas da Università Degli Studi Roma Tre.

Durante o painel “SEGURANÇA JURÍDICA E OS AVANÇOS NA PROTEÇÃO DE DADOS NO BRASIL”, o Adido da Polícia Federal, Umberto Ramos, palestrou sobre as atribuições da Polícia Federal e os avanços institucionais recentes, com foco na criação da Diretoria de Combate a Crimes Cibernéticos (DCIBER/PF). Ele apresentou os resultados expressivos da unidade central e suas homólogas estaduais.

Leia mais:  PF faz operações de combate ao abuso sexual infantojuvenil no Ceará

A palestra de Umberto Ramos abordou três eixos centrais: o papel da Polícia Federal como agente protetor do ecossistema digital; a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) e a Agência Reguladora de Proteção de Dados (ARPD); e os desafios do sistema de proteção de dados para garantir os direitos fundamentais do cidadão, a segurança da informação e a integridade das investigações.

O seminário reuniu diversas autoridades, incluindo ministros do Supremo Tribunal Federal e do Superior Tribunal de Justiça, integrantes dos Ministérios Públicos Federal e Estaduais, ministros do Tribunal de Contas da União e Conselheiros dos Tribunais de Contas dos Estados, além de parlamentares federais brasileiros e italianos, autoridades italianas e acadêmicos.

Coordenação-Geral de Comunicação Social
[email protected]
(61) 2024­-8142

Fonte: Polícia Federal

Comentários Facebook
publicidade

Policia Federal

PF reprime comercialização de ouro de origem ilícita

Publicado

Cuiabá/MT. A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (28/8), a Operação Arcanjo, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa investigada pela aquisição e comercialização de ouro de origem ilícita, com atuação em Poconé/MT e São José do Rio Preto/SP. Os policiais cumprem 22 mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão preventiva nos municípios mato-grossenses de Cuiabá, Várzea Grande, Poconé e Pontes e Lacerda, além de Campo Grande/MS e São José do Rio Preto/SP.

As investigações apontam que os suspeitos participavam da cadeia de aquisição, circulação, comercialização e ocultação dos recursos provenientes do minério. Apurou-se ainda que o grupo movimentou mais de R$ 5,2 milhões em recursos relacionados às operações investigadas, tendo sido identificada a negociação de aproximadamente 17,3 kg de ouro. A análise das movimentações financeiras permitiu reconstruir parte relevante da dinâmica criminosa, revelando uma estrutura com fornecedores, operadores financeiros, intermediários, transportadores e compradores do minério.

O esquema tinha início na região de Poconé/MT, onde o ouro era adquirido junto a garimpeiros ilegais. Os pagamentos eram realizados pelo núcleo financeiro da organização, inclusive mediante utilização de contas bancárias de terceiros, mecanismo que dificultava a identificação da origem e da destinação dos recursos.

Leia mais:  FICCO/PI prende mulher no litoral do Piauí por tráfico de drogas

Após a aquisição, o ouro seguia para São José do Rio Preto/SP, onde era recebido e mantido em estabelecimento utilizado para sua custódia e posterior comercialização. Na cidade paulista, o minério era intermediado junto aos compradores finais, completando o ciclo.

A investigação também identificou mecanismos destinados à ocultação e dissimulação dos valores. Parte dos recursos era recebida e posteriormente pulverizada mediante transferências eletrônicas e saques de elevados valores em espécie.

Os fatos investigados podem configurar, em tese, os crimes de usurpação de matéria-prima pertencente à União, lavagem de dinheiro e associação criminosa, sem prejuízo de outros delitos que venham a ser identificados no decorrer das diligências. 

Comunicação Social da Polícia Federal em Mato Grosso
Contato: (65) 99218-6164
E-mail: [email protected]

 

Fonte: Polícia Federal

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana